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Foram encontradas 355 questões.

2402423 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto para o item.

Segundo diversos estudos, a função y= !$ \dfrac{1.285}{x} !$

relaciona o número de dias — y — necessários para que um corpo, após sua morte, se torne esqueleto, quando submetido à temperatura média de x graus Celsius do local onde ele se encontra durante o processo de decomposição.

Julgue o item, tendo como referência as informações acima e considerando a

matriz A= !$ \begin{bmatrix} cosθ & -senθ \\ senθ & cosθ \end{bmatrix} !$

A função y é decrescente na variável x porque aumento de temperatura resulta em aumento do número de choques entre as moléculas envolvidas nas reações químicas do processo de putrefação e faz que maior fração dessas moléculas tenha energia suficiente para romper a barreira de ativação.

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2402412 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Figura I

Enunciado 2987342-1

Figura II

Enunciado 2987342-2

A figura I acima ilustra as seis primeiras camadas de uma pirâmide de blocos cúbicos. Todos os blocos da pirâmide são constituídos de um mesmo material, a medida das arestas de cada bloco é h, e o número de blocos na camada k é k2, 1 !$ \le, !$ k !$ \le, !$ N. A força peso exercida por cada bloco de determinada camada está uniformemente distribuída entre os 4 blocos da camada seguinte que estão em contato com a base do bloco. As forças sobre cada bloco de uma camada k são representadas pelos elementos pij(k) de uma matriz P[k], quadrada, de ordem k, i = 1, ..., k e j =1, ..., k. A rampa mostrada na figura II vai até o solo.

A partir das informações acima, julgue o próximo item.

Na situação da figura II, o bloco na rampa deverá tombar, caso não escorregue.

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2402371 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Segunda Guerra Mundial, o maior e mais sangrento conflito de toda a história da humanidade, envolveu as forças armadas de mais de setenta países, opondo os Aliados às potências do Eixo. A guerra começou em 1.º/9/1939, com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, e prolongou-se até 2/9/1945. Mobilizou mais de 100 milhões de militares e foram mortas 70 milhões de pessoas — cerca de 2% da população mundial da época —, a maioria das quais civis. Alemanha, Itália e Japão foram as principais nações que lutaram pelo Eixo, e, pelos Aliados, lutaram, principalmente, Grã-Bretanha, França, União Soviética, Estados Unidos da América e China. Ao final da guerra, com a rendição das nações do Eixo, foi criada a
Organização das Nações Unidas (ONU), teve início a Guerra Fria entre Estados Unidos da América e União Soviética, países que
emergiram do conflito como superpotências mundiais, e acelerou-se o processo de descolonização da Ásia e da África.

A figura I ilustra o número de mortos, na Segunda Guerra Mundial, dos países envolvidos no conflito, e a figura II, o percentual de mortos, entre civis e militares, dos países Aliados e do Eixo.

Figura I

Enunciado 2987301-1

Figura II

Enunciado 2987301-2

A partir das informações do texto e das figuras acima, julgue o item, considerando que, em 2005 (60 anos após o fim do referido conflito), o valor oficial registrado da população mundial era igual a 6,5 × 109 pessoas e assumindo 0,64 como valor aproximado para ln (1,9).

Se a população mundial ao longo dos anos for estimada pela função p(t) = AeBt, em que t representa a quantidade de anos decorridos desde 1945, então B = ln(13/7)1/60.

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2402367 Ano: 2010
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Você pode ser imortal

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a T. dohrnii vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células mantêm-se em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva, parecida
com a do Seabates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e com a de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de envelhecimento desprezível. Suas células ficam sempre jovens, por motivo que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa vantagem. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos — ficamos frisados, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Em uma sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina em uma pane geral. E nós morremos.

João Vito Cinquepalmi. Você pode ser imortal. In: SuperInteressante, fev./2010 (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.

Considere as seguintes ideias do filósofo Schopenhauer: a existência de qualquer ser humano oscila entre momentos de dor, quando há necessidade ou desejo não satisfeito, e tédio, quando necessidade ou desejo previamente existente é satisfeito. A vontade de viver é uma vontade cósmica, impressa na natureza e independente de vontades individuais, estando presente em todos os objetos do universo, animados ou não.

Com fundamento nas ideias desse filósofo, seria correto afirmar que a vida “sem prazo de validade” seria insuportável para o ser humano.

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2402338 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Os avanços da ciência, muitas vezes, se fazem anunciar por aqueles que a conhecem mais a fundo ou por ela se interessam particularmente. Os fragmentos de texto a seguir, obtidos da 1.a edição da revista O Cruzeiro, de 1928, mostram um pouco da intuição do prof. F. Labouriau, em um ensaio sobre como seria o “distante” ano 2000.

A população do Brasil atingiu 200 milhões de pessoas a precisarem de energia para as suas múltiplas atividades: compreende-se como essa necessidade levou ao aproveitamento das forças hidráulicas.

São 50 milhões de cavalos-vapor (CV) de energia hidrelétrica utilizados no Brasil no ano 2000.

Todas as atividades industriais foram avassaladas pela energia elétrica. São as indústrias eletroquímicas, em um desdobramento maravilhoso; é a eletrometalurgia; é, ainda, a energia para tudo.

As distâncias desapareceram, por assim dizer, desde que se resolveu o problema de irradiação da energia.

Não há necessidade de sair para fazer compras: vê-se, escolhe-se, encomenda-se tudo pelo telefone-televisor automático.

Na era da eletricidade, o rei dos metais é o alumínio, retirado das argilas pela energia elétrica. O alumínio suplantou, com as suas ligas, o ferro, pesado demais e facilmente oxidável.

A era da eletricidade se caracteriza, essencialmente, pelo emprego da eletricidade em todas as formas de energia. Energia luminosa: tudo se ilumina eletricamente. Energia química: tudo deriva da eletricidade. Energia térmica: tudo se aquece ou se resfria pela eletricidade. Energia mecânica: tudo se movimenta pela eletricidade.

O ouro e as suas representações são formas obsoletas de medir valores. A moeda, no ano 2000, é, também, a energia elétrica. Pagam-se as compras em kilowatts. Paga-se o trabalho em kilowatts.

Internet: <memoriaviva.com.br/ocruzeiro> (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e assumindo que 1 CV = 735 W, julgue o item.

A previsão de disponibilidade de 0,25 CV de energia elétrica por habitante, em 2000, mesmo que estivesse correta, não seria suficiente para suprir a demanda energética real do Brasil naquele ano.

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