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Diversidade química
A diversidade biológica é consequência, em parte, da diversidade química. Na Terra, existem átomos de cerca de 100 elementos químicos diferentes, que, por sua vez, podem agrupar-se formando diferentes substâncias. As substâncias podem ser simples ou compostas. Para melhor estudá-las, os cientistas as classificam em grupos, como, por exemplo, o das orgânicas e o das inorgânicas. As substâncias inorgânicas são, comumente, classificadas como óxidos, ácidos, sais e bases. Parte da diversidade das substâncias deve-se ao fato de os átomos poderem unir-se por meio de diferentes tipos de ligações químicas.
A partir dessas informações, julgue o item.
Nas ligações químicas covalentes, um átomo cede elétrons a outro.
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Diversidade química
A diversidade biológica é consequência, em parte, da diversidade química. Na Terra, existem átomos de cerca de 100 elementos químicos diferentes, que, por sua vez, podem agrupar-se formando diferentes substâncias. As substâncias podem ser simples ou compostas. Para melhor estudá-las, os cientistas as classificam em grupos, como, por exemplo, o das orgânicas e o das inorgânicas. As substâncias inorgânicas são, comumente, classificadas como óxidos, ácidos, sais e bases. Parte da diversidade das substâncias deve-se ao fato de os átomos poderem unir-se por meio de diferentes tipos de ligações químicas.
A partir dessas informações, julgue o item.
Óxidos, quando dissolvidos em água, podem produzir soluções ácidas ou básicas.
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Diversidade química
A diversidade biológica é consequência, em parte, da diversidade química. Na Terra, existem átomos de cerca de 100 elementos químicos diferentes, que, por sua vez, podem agrupar-se formando diferentes substâncias. As substâncias podem ser simples ou compostas. Para melhor estudá-las, os cientistas as classificam em grupos, como, por exemplo, o das orgânicas e o das inorgânicas. As substâncias inorgânicas são, comumente, classificadas como óxidos, ácidos, sais e bases. Parte da diversidade das substâncias deve-se ao fato de os átomos poderem unir-se por meio de diferentes tipos de ligações químicas.
A partir dessas informações, julgue o item.
Átomos são as menores partículas que constituem a matéria.
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A formação dos rios
Savuru era um espírito que tinha duas esposas. A pedido dos irmãos Sol e Lua, que as cobiçavam, as ariranhas o mataram, ficando a
esposa mais velha com Sol e a outra, com Lua. Seguiram, então, os casais em direção à aldeia de Kanutsipei. Chegando ao local pretendido, estavam sedentos e pediram água a Kanutsipei.
A água, porém, estava suja. O espírito os enganara, mantendo escondidos muitos potes com a mais pura água. Contrariados, os casais
retornaram à sua aldeia, contando a todos o que ocorrera. Sol e Lua uniram-se a vários espíritos. Chamaram, ainda, as máscaras Jakui-katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaép e Tauari. Reunidos, dançaram e resolveram voltar à aldeia de Kanutsipei para tomarem posse de sua água, quebrando todos os potes e conduzindo-a a outras regiões.
À medida que os potes foram sendo quebrados, formou-se ali uma grande lagoa, de onde cada um dos espíritos criou um rio.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).
A lenda da formação dos rios menciona a união de Sol, Lua e vários espíritos, a fim de conduzirem água de determinado local a outras regiões. Cientificamente, sabe-se que há relação direta entre os movimentos da Lua e do Sol e a condução de massas de água na Terra: é o chamado efeito das marés, que corresponde à subida e à descida das águas na costa dos continentes. Outro movimento importante da água relacionado diretamente com o Sol é o chamado ciclo da água. Esse ciclo descreve o movimento contínuo de vastas quantidades de água sob influência, direta ou indireta, da energia solar.
A partir dessas informações, julgue o item.
A quantidade de energia calorífica por unidade de massa que deve ser adicionada a uma substância em estado líquido para mudá-la completamente, na temperatura de ebulição, para o estado gasoso é diferente da quantidade de energia calorífica por unidade de massa
que deve ser retirada dessa substância em estado gasoso para mudá-la completamente, na mesma temperatura de ebulição, para o estado líquido.
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A formação dos rios
Savuru era um espírito que tinha duas esposas. A pedido dos irmãos Sol e Lua, que as cobiçavam, as ariranhas o mataram, ficando a
esposa mais velha com Sol e a outra, com Lua. Seguiram, então, os casais em direção à aldeia de Kanutsipei. Chegando ao local pretendido, estavam sedentos e pediram água a Kanutsipei.
A água, porém, estava suja. O espírito os enganara, mantendo escondidos muitos potes com a mais pura água. Contrariados, os casais
retornaram à sua aldeia, contando a todos o que ocorrera. Sol e Lua uniram-se a vários espíritos. Chamaram, ainda, as máscaras Jakui-katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaép e Tauari. Reunidos, dançaram e resolveram voltar à aldeia de Kanutsipei para tomarem posse de sua água, quebrando todos os potes e conduzindo-a a outras regiões.
À medida que os potes foram sendo quebrados, formou-se ali uma grande lagoa, de onde cada um dos espíritos criou um rio.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).
A lenda da formação dos rios menciona a união de Sol, Lua e vários espíritos, a fim de conduzirem água de determinado local a outras regiões. Cientificamente, sabe-se que há relação direta entre os movimentos da Lua e do Sol e a condução de massas de água na Terra: é o chamado efeito das marés, que corresponde à subida e à descida das águas na costa dos continentes. Outro movimento importante da água relacionado diretamente com o Sol é o chamado ciclo da água. Esse ciclo descreve o movimento contínuo de vastas quantidades de água sob influência, direta ou indireta, da energia solar.
A partir dessas informações, julgue o item.
A energia térmica proveniente do Sol é transmitida até a Terra por processo de condução e influencia o ciclo da água.
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A formação dos rios
Savuru era um espírito que tinha duas esposas. A pedido dos irmãos Sol e Lua, que as cobiçavam, as ariranhas o mataram, ficando a
esposa mais velha com Sol e a outra, com Lua. Seguiram, então, os casais em direção à aldeia de Kanutsipei. Chegando ao local pretendido, estavam sedentos e pediram água a Kanutsipei.
A água, porém, estava suja. O espírito os enganara, mantendo escondidos muitos potes com a mais pura água. Contrariados, os casais
retornaram à sua aldeia, contando a todos o que ocorrera. Sol e Lua uniram-se a vários espíritos. Chamaram, ainda, as máscaras Jakui-katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaép e Tauari. Reunidos, dançaram e resolveram voltar à aldeia de Kanutsipei para tomarem posse de sua água, quebrando todos os potes e conduzindo-a a outras regiões.
À medida que os potes foram sendo quebrados, formou-se ali uma grande lagoa, de onde cada um dos espíritos criou um rio.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).
A lenda da formação dos rios menciona a união de Sol, Lua e vários espíritos, a fim de conduzirem água de determinado local a outras regiões. Cientificamente, sabe-se que há relação direta entre os movimentos da Lua e do Sol e a condução de massas de água na Terra: é o chamado efeito das marés, que corresponde à subida e à descida das águas na costa dos continentes. Outro movimento importante da água relacionado diretamente com o Sol é o chamado ciclo da água. Esse ciclo descreve o movimento contínuo de vastas quantidades de água sob influência, direta ou indireta, da energia solar.
A partir dessas informações, julgue o item.
Se o movimento da Lua em torno da Terra, aludido acima, fosse circular uniforme, a Lua não influenciaria o efeito das marés.
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A formação dos rios
Savuru era um espírito que tinha duas esposas. A pedido dos irmãos Sol e Lua, que as cobiçavam, as ariranhas o mataram, ficando a
esposa mais velha com Sol e a outra, com Lua. Seguiram, então, os casais em direção à aldeia de Kanutsipei. Chegando ao local pretendido, estavam sedentos e pediram água a Kanutsipei.
A água, porém, estava suja. O espírito os enganara, mantendo escondidos muitos potes com a mais pura água. Contrariados, os casais
retornaram à sua aldeia, contando a todos o que ocorrera. Sol e Lua uniram-se a vários espíritos. Chamaram, ainda, as máscaras Jakui-katu, Mearatsim, Ivat, Jakuiaép e Tauari. Reunidos, dançaram e resolveram voltar à aldeia de Kanutsipei para tomarem posse de sua água, quebrando todos os potes e conduzindo-a a outras regiões.
À medida que os potes foram sendo quebrados, formou-se ali uma grande lagoa, de onde cada um dos espíritos criou um rio.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).
A lenda da formação dos rios menciona a união de Sol, Lua e vários espíritos, a fim de conduzirem água de determinado local a outras regiões. Cientificamente, sabe-se que há relação direta entre os movimentos da Lua e do Sol e a condução de massas de água na Terra: é o chamado efeito das marés, que corresponde à subida e à descida das águas na costa dos continentes. Outro movimento importante da água relacionado diretamente com o Sol é o chamado ciclo da água. Esse ciclo descreve o movimento contínuo de vastas quantidades de água sob influência, direta ou indireta, da energia solar.
A partir dessas informações, julgue o item.
A lei de gravitação de Newton pode ser utilizada para explicar o referido efeito das marés, visto que estabelece que a força de atração
entre dois corpos massivos é diretamente proporcional ao produto das massas desses corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separa. Dessa forma, haveria explicação científica para o fato de a Lua, por estar mais próxima da Terra, causar mais
efeitos sobre as marés que o Sol.
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Begorotire — o homem-chuva
Begorotire era um índio feliz. Certo dia, porém, tendo sido injustiçado na divisão da caça, ficou furioso, e decidiu sair à procura de outro lugar para viver. Cortou os cabelos da esposa e da filha e pintou toda a família com uma tintura que havia retirado do fruto do jenipapo. Pegou um pedaço de madeira pesada e resistente e fez a primeira borduna Kaiapó, com o cabo trançado em preto e a ponta com sangue de caça. Chegou, então, ao alto de uma montanha, levando sua arma, e começou a gritar. Seus gritos soaram como fortes trovões. Girou fortemente a borduna no ar e das pontas dela saíram relâmpagos. Em meio ao barulho e às luzes, Begorotire subiu aos céus. Os índios, assustados, atiraram suas flechas, mas nada conseguiu impedir que o índio desaparecesse no firmamento. As nuvens, também assustadas, derramaram chuva. Por isso, Begorotire tornou-se o homem-chuva.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).

Considere a situação ilustrada na figura I acima, em que se apresenta um arco de flecha que pode ser flexionado quando a força F atuar na corda do arco, distendendo-a, conforme mostrado. Na figura II, apresenta-se, no sistema de coordenadas cartesianas xOF, um gráfico do módulo da força F que pode ser aplicada ao sistema descrito na figura I, em função da distância x.
Com base nessas informações e considerando o texto que apresenta a lenda de Begorotire, o homem-chuva, julgue o item.
A lenda referente a Begorotire, o homem-chuva, faz alusão a trovões e relâmpagos. Considere que os fenômenos relâmpago e trovão tenham ocorrido simultaneamente na situação narrada no texto e tenham sido percebidos pelos índios da aldeia de Begorotire. Nessa situação, é correto afirmar que esses índios devem ter avistado a luz do relâmpago e ouvido o som do trovão em instantes diferentes. É correto afirmar, ainda, que a velocidade do som do trovão e a da luz do relâmpago e os respectivos tempos decorridos até suas percepções estão relacionados de acordo com a seguinte razão: (velocidade da luz do relâmpago) / (velocidade do som do trovão) = (tempo transcorrido entre a ocorrência dos fenômenos e a percepção do som do trovão) / (tempo transcorrido entre a ocorrência dos fenômenos e a percepção da luz do relâmpago).
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Begorotire — o homem-chuva
Begorotire era um índio feliz. Certo dia, porém, tendo sido injustiçado na divisão da caça, ficou furioso, e decidiu sair à procura de outro lugar para viver. Cortou os cabelos da esposa e da filha e pintou toda a família com uma tintura que havia retirado do fruto do jenipapo. Pegou um pedaço de madeira pesada e resistente e fez a primeira borduna Kaiapó, com o cabo trançado em preto e a ponta com sangue de caça. Chegou, então, ao alto de uma montanha, levando sua arma, e começou a gritar. Seus gritos soaram como fortes trovões. Girou fortemente a borduna no ar e das pontas dela saíram relâmpagos. Em meio ao barulho e às luzes, Begorotire subiu aos céus. Os índios, assustados, atiraram suas flechas, mas nada conseguiu impedir que o índio desaparecesse no firmamento. As nuvens, também assustadas, derramaram chuva. Por isso, Begorotire tornou-se o homem-chuva.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).

Considere a situação ilustrada na figura I acima, em que se apresenta um arco de flecha que pode ser flexionado quando a força F atuar na corda do arco, distendendo-a, conforme mostrado. Na figura II, apresenta-se, no sistema de coordenadas cartesianas xOF, um gráfico do módulo da força F que pode ser aplicada ao sistema descrito na figura I, em função da distância x.
Com base nessas informações e considerando o texto que apresenta a lenda de Begorotire, o homem-chuva, julgue o item.
É explicação científica para a ocorrência de relâmpagos, citados na lenda referente a Begorotire, a tese de que eles decorrem de acúmulo
de eletricidade estática resultante de processo de polarização das nuvens.
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Begorotire — o homem-chuva
Begorotire era um índio feliz. Certo dia, porém, tendo sido injustiçado na divisão da caça, ficou furioso, e decidiu sair à procura de outro lugar para viver. Cortou os cabelos da esposa e da filha e pintou toda a família com uma tintura que havia retirado do fruto do jenipapo. Pegou um pedaço de madeira pesada e resistente e fez a primeira borduna Kaiapó, com o cabo trançado em preto e a ponta com sangue de caça. Chegou, então, ao alto de uma montanha, levando sua arma, e começou a gritar. Seus gritos soaram como fortes trovões. Girou fortemente a borduna no ar e das pontas dela saíram relâmpagos. Em meio ao barulho e às luzes, Begorotire subiu aos céus. Os índios, assustados, atiraram suas flechas, mas nada conseguiu impedir que o índio desaparecesse no firmamento. As nuvens, também assustadas, derramaram chuva. Por isso, Begorotire tornou-se o homem-chuva.
Wilson Pinto. As mais belas lendas brasileiras. Santa Catarina: Excelsus (com adaptações).

Considere a situação ilustrada na figura I acima, em que se apresenta um arco de flecha que pode ser flexionado quando a força F atuar na corda do arco, distendendo-a, conforme mostrado. Na figura II, apresenta-se, no sistema de coordenadas cartesianas xOF, um gráfico do módulo da força F que pode ser aplicada ao sistema descrito na figura I, em função da distância x.
Com base nessas informações e considerando o texto que apresenta a lenda de Begorotire, o homem-chuva, julgue o item.
Considere que, na situação ilustrada na figura I, ao se relaxar a corda distendida, à distância x, a flecha seja lançada pelo arco. Nessa
situação, de acordo com o esquema mostrado na figura I, é correto afirmar que, sobre a flecha lançada, atuará, durante todo o lançamento da flecha, uma força centrípeta de intensidade F.
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