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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
No texto I, no verso “A mancha do meu país natal”, o vocábulo mancha é empregado em sentido denotativo.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
Explora-se, no texto II, tema claramente social, que destaca a importância da terra para os que nela vivem.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
O texto I, que é escrito em versos livres e propõe uma relação crítica do eu lírico com a sua terra natal, é exemplo de texto do gênero lírico.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
É correto inferir da leitura do texto I que, na segunda estrofe, o poeta alude a uma época em que a relação do homem com a terra ainda não se baseava na exploração capitalista do trabalhador rural.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
O texto II caracteriza-se pela recriação subjetiva da natureza brasileira, processo criativo do qual deriva sua função estética.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
A literariedade do texto I pode ser percebida por meio das imagens poéticas, da versificação e da expressão de um sentimento pelo eu lírico em relação à terra, entre outros fatores.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
O sentimento do eu lírico em relação à terra é expresso, no texto II, por meio da representação objetiva da terra e de seus elementos, o que não condiz com a visão romântica do ambiente natural.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
No texto I, estabelece-se um contraponto entre a terra aberta ao trabalho do lavrador, vista positivamente, e a terra ocupada por estrangeiros, vista negativamente.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
No texto II, a terra é percebida pelo eu lírico como um ambiente natural onde ele não tem prazer em estar.
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Texto I
Canto do Homem Marcado
Sou um homem marcado...
Em país ocupado
Pelo estrangeiro.
Sou marinheiro
Desembarcado;
Marcho na bruma das madrugadas;
Mas —
Trago das águas
A substância
Da claridade
DA CLARIDADE!
[...]
Em outros tempos e antigos
Plantei alfaces, vendi craveiros,
Fui hortelão, fui jardineiro;
E a escura terra...
Terra
Dos meus canteiros,
Sempre arqueava o dorso
Ao gesto amigo
De minha mão.
[...]
Muito bem sei, senhores,
Que sou um sonho cravado na
morte,
Que sou um homem ferido no
olhar...
E que trago, bem viva, entre as
nódoas do mundo,
A mancha do meu país natal.
Joaquim Cardozo. Poesia Completa e Prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2010.
Texto II
Na minha terra
Amo o vento da noite sussurrante
A tremer nos pinheiros
E a cantiga do pobre caminhante
No rancho dos tropeiros;
E os monótonos sons de uma viola
No tardio verão,
E a estrada que além se desenrola
No véu da escuridão;
A restinga d’areia onde rebenta
O oceano a bramir,
Onde a lua na praia macilenta
Vem pálida luzir;
E a névoa e flores e o doce ar
cheiroso
Do amanhecer na serra,
E o céu azul e o manto nebuloso
Do céu de minha terra;
E o longo vale de florinhas cheio
E a névoa que desceu,
Como véu de donzela em branco
seio,
As estrelas do céu.
Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte anos.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Considerando os textos acima e os múltiplos aspectos que eles suscitam, julgue o item a seguir.
É correto afirmar que, em ambos os textos, a terra é tratada como fonte de alimentos, provedora do sustento do homem.
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