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Foram encontradas 100 questões.

1370010 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto para o item.

Enunciado 1370010-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

A partir do texto e da figura, é correto inferir que, no teatro, não há disposição formal capaz de transmitir precisamente a mesma ideia do espaço do palco a todos os espectadores, ao passo que a imagem fixada pela câmera e projetada na tela é a mesma ao ser vista de qualquer ângulo da sala de cinema.

 

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1370009 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto para o item.

Enunciado 1370009-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

O tempo, tal como conceituado no texto, é expresso da mesma maneira no teatro e no cinema, o que não ocorre em relação ao conceito de espaço.

 

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1370008 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto para o item.

Enunciado 1370008-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

O termo “Portanto” introduz uma ideia conclusiva acerca do assunto tratado no texto.

 

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1370007 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto para o item.

Enunciado 1370007-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do texto ao se substituir “Embora” por qualquer um dos termos a seguir: Conquanto; Mesmo que; Por mais que; Contanto que.

 

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1370006 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1370006-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

Ao longo da história, o cinema foi meio de propaganda de regimes políticos das mais diversas tendências, como se verifica na França napoleônica, na Rússia soviética e na Alemanha nazista.

 

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1370005 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 1370005-1

Cena do filme brasileiro Nina, 2004, do gênero drama, dirigido
por Heitor Dhalia. Internet: <www.topia.com.br>.

Entre as muitas formas de arte, o teatro e o cinema são as que mais se assemelham. São vários os aspectos desses dois gêneros artísticos que podem ser comparados, mas a peculiaridade está na pertinência de associação das formas espaciais e temporais exibindo a única conformidade entre o teatro e o cinema. Embora o que ocorra no tablado seja favoravelmente espacial, favoravelmente temporal, não há uma combinação do espacial e do temporal. A diferença mais fundamental entre o cinema e as outras artes é que, em
sua representação do mundo, as fronteiras são fluidas — o espaço tem um caráter quase temporal; o tempo, em certa medida, um caráter espacial. Nas artes plásticas, como também no palco, o espaço permanece estático, imóvel, imutável, sem uma meta e sem uma direção; movimentamo-nos nele com muita liberdade, porque é homogêneo em todas as partes e porque nenhuma das partes pressupõe a outra temporariamente. Portanto, a arte de trabalhar com o espaço e o tempo nos conduz à magia, ao imaginário.

M.C.O. Cunha. Atenção e criação de significados no cinema:
espectador e prática social. In: Anais da ANPAP, 2010.
Internet:<www.anpap.org.br>(com adaptações) .

Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item.

O filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin, é, geralmente, interpretado como um protesto contra a repetição mecânica de tarefas em linha de montagem e contra a desumanização dos operários, as quais são características do modelo de produção industrial toyotista.

 

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1370004 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O caso de Domingos Jorge Velho, o subjugador dos Palmares e desbravador do Piauí, é dos mais interessantes. Na ascendência do grande bandeirante paulista, o elemento português predomina francamente, embora, para acompanhar a regra, não isento de mestiçagem. Não deixa, assim, de ser curioso que, tendo de tratar com o bispo de Pernambuco no sítio dos Palmares, em 1697, precisasse levar intérprete, “porque nem falar sabe”, diz o bispo. Entenda-se, aqui: falar o português.

Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia.
das Letras. 1995, p. 126-7 (com adaptações).

A partir das informações acima, julgue o item.

Os quilombos do Brasil Colônia eram comunidades geralmente afastadas dos centros urbanos nas quais a população branca se organizava para se defender dos escravos fugitivos.

 

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1370003 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O caso de Domingos Jorge Velho, o subjugador dos Palmares e desbravador do Piauí, é dos mais interessantes. Na ascendência do grande bandeirante paulista, o elemento português predomina francamente, embora, para acompanhar a regra, não isento de mestiçagem. Não deixa, assim, de ser curioso que, tendo de tratar com o bispo de Pernambuco no sítio dos Palmares, em 1697, precisasse levar intérprete, “porque nem falar sabe”, diz o bispo. Entenda-se, aqui: falar o português.

Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia.
das Letras. 1995, p. 126-7 (com adaptações).

A partir das informações acima, julgue o item.

No Brasil, apesar do amplo domínio da língua portuguesa, são faladas, hoje, línguas indígenas e dialetos trazidos por imigrantes.

 

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1370002 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Além de atemorizar as pessoas pela vigilância de sua consciência religiosa, o Estado colonial e a Igreja mantinham-nas, intencionalmente, na ignorância. Só era permitida a leitura, na Colônia, do que interessava às autoridades. Assim, constituía crime o simples ato de possuir livros “defesos”, vale dizer, proibidos. Imperava a censura, aliás, triplamente exercida. Primeiro, vinha a do bispo, depois, a do Santo Ofício da Inquisição e, por último, a régia. Finalmente, numa colônia à qual se vedavam a existência de tipografias e a fundação de universidades, constituía contravenção intolerável, aos olhos das autoridades, a circulação de críticas em papéis anônimos.

Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência na sociedade
urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 318, 330 (com adaptações).

Considerando o texto acima e os diferentes aspectos por ele suscitados, julgue o item.

A guerra civil inglesa, em meados do século XVII, foi marcada por intensa circulação de panfletos e jornais que defendiam diferentes posições políticas das facções envolvidas no conflito. Após seu término, a Revolução Gloriosa (1688) aboliu, oficialmente, a censura à imprensa na Grã-Bretanha.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1370001 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Além de atemorizar as pessoas pela vigilância de sua consciência religiosa, o Estado colonial e a Igreja mantinham-nas, intencionalmente, na ignorância. Só era permitida a leitura, na Colônia, do que interessava às autoridades. Assim, constituía crime o simples ato de possuir livros “defesos”, vale dizer, proibidos. Imperava a censura, aliás, triplamente exercida. Primeiro, vinha a do bispo, depois, a do Santo Ofício da Inquisição e, por último, a régia. Finalmente, numa colônia à qual se vedavam a existência de tipografias e a fundação de universidades, constituía contravenção intolerável, aos olhos das autoridades, a circulação de críticas em papéis anônimos.

Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressão e transigência na sociedade
urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 318, 330 (com adaptações).

Considerando o texto acima e os diferentes aspectos por ele suscitados, julgue o item.

Durante o período colonial, os brasileiros que desejassem cursar uma universidade deveriam fazê-lo na Europa, pois não havia esse tipo de instituição nas Américas.

 

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