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Foram encontradas 130 questões.

1323880 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Considere as retas de equações r : y = ax + b ; s : y = cx + d ; t : y = ex + f, tais que r intersecta os eixos coordenados em (3, 0) e (0, 6); s intersecta o eixo das abscissas em (3, 0); t intersecta o eixo das abscissas em (1, 0). Sabendose que r é perpendicular à reta t e que se t são paralelas, pode-se concluir que (a + b + c + d + e + f) é igual a

 

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1315987 Ano: 2017
Disciplina: Sociologia
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Em sentido econômico, é a doutrina segundo a qual o Estado não deve exercer nem funções industriais, nem funções comerciais e não deve intervir (ou deve intervir o mínimo possível) nas relações econômicas. A qual doutrina o enunciado se refere?

 

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1312654 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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enunciado 2131973-1

Disponível em: <http://comicskingdom.com/blog/2014/12/02/tuesday-s-top-ten-comics-holiday-shopping-gift-giving>. Acesso em: 30 out. 2017.

Observe os vocábulos: “drummers”, “pipers”, “lords”, “maids”, “swans” e os demais termos quantificados pela personagem. A função morfológica dessas palavras, no contexto da tirinha, é a de

 

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1312227 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade de medida de campo elétrico é N/C (newton por coulomb) e a unidade de medida de campo magnético é T (tesla). Em função das unidades básicas do SI, as unidades de medida de campo elétrico e campo magnético são, respectivamente, dadas por:

 

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1312188 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Eu, etiqueta

[...]

Não sou – vê lá – anúncio contratado.

Eu é que mimosamente pago

Para anunciar, para vender

Em bares festas praias pérgulas piscinas,

E bem à vista exibo esta etiqueta

Global no corpo que desiste

De ser veste e sandália de uma essência

Tão viva, independente,

Que moda ou suborno algum a compromete.

Onde terei jogado fora

meu gosto e capacidade de escolher,

Minhas idiossincrasias tão pessoais,

Tão minhas que no rosto se espelhavam

E cada gesto, cada olhar,

Cada vinco da roupa

Sou gravado de forma universal,

Saio da estamparia, não de casa,

Da vitrine me tiram, recolocam,

Objeto pulsante mas objeto

Que se oferece como signo de outros

Objetos estáticos, tarifados.

Por me ostentar assim, tão orgulhoso

De ser não eu, mas artigo industrial,

Peço que meu nome retifiquem.

Já não me convém o título de homem.

Meu nome novo é coisa.

Eu sou a coisa, coisamente.

Disponível em: <https://www.pensador.com/eu_etiqueta_-_ carlos_drumond_de_andrade/>. Acesso em: 27 out.2017.

O conceito de Regência, nos estudos da linguagem, é utilizado para fazer referência à relação de subordinação existente entre certas palavras e termos que as complementam, visto que, em determinados contextos linguísticos, essas palavras podem não ser autossuficientes, ou seja, podem necessitar de complementos para fazerem sentido. Considerando o exposto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. No trecho “E bem à vista exibo esta etiqueta”, a crase ocorre para atender a regência do verbo “exibir”.

II. Os verbos “desistir” e “retificar” (destacados no poema) classificamse como intransitivos, visto que não necessitam de complemento no texto em questão para terem sentido completo.

III. Em “Da vitrine me tiram” e “Por me ostentar assim”, os pronomes destacados apresentam a mesma função sintática, completando o sentido de verbos transitivos.

IV. Em “meu gosto e capacidade de escolher”, os substantivos “gosto” e “capacidade” são regidos pela preposição “de”, a qual articula complementos necessários ao entendimento desses substantivos no texto.

 

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1306951 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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O número de soluções da equação tg2(x) = 1 no intervalo 0 !$ \le x \le 2\pi !$ é

 

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1303466 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Ao longo do século XIX, a Europa efetivou um domínio mais formal do continente africano. Os europeus promoveram a partilha da África entre si, por meio de tratados e acordos. A divisão dos territórios visava atender aos interesses econômicos das Metrópoles e os limites traçados separavam povos ou aglutinavam grupos étnicos diferentes. Após a Segunda Guerra Mundial, a atuação de diversos movimentos nacionalistas, associada ao declínio das antigas potências imperialistas e à expansão do socialismo, permitiu que os países africanos alcançassem independência. No entanto as disputas pelo controle de territórios entre diferentes grupos provocaram conflitos com consequências desastrosas para a população. Em relação a esses conflitos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Durante a década de 1980, a região conhecida como Sahel foi palco de intensos conflitos entre grupos rivais. Os casos mais graves ocorreram na Somália e na Etiópia.

II. Na década de 1990, o confronto entre as etnias Tutsis e Hutus, que disputavam o controle do território de Ruanda, provocou a morte de mais de oitocentas mil pessoas.

III. Angola e Moçambique, após a independência, optaram pela implantação do socialismo. As disputas entre grupos pró-soviéticos e pró-

Estados Unidos geraram conflitos que perduraram por décadas.

IV. No Sudão, os conflitos na região de Darfur, entre os grupos separatistas cristãos e os mulçumanos, geraram mais de 2 milhões de refugiados, que ocupam precários acampamentos na própria região.

 

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1299014 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Why we love a fright at Halloween

Halloween is here again and although it seems to get more commercial each year, one constant remains – giving each other a good fright. The startle response, whether from a particularly convincing trick-or-treater on your doorstep or a fright in a horror movie, seems to be close to a human universal. When we look at other animals, even very simple ones, there are stereotyped movements called fixed-action patterns. In invertebrates these are usually related to fighting or feeding but they’re triggered by a single neuron. No matter what the context or stimulus the animal still produces the same set of actions in the same order. So it is with us. While different cultures have developed different triggers to freak each other out the end result seems to be the same – and all humans share the startle response as completely stereotyped behaviour. It is as fundamental as a knee-jerk. We still don’t know why producing it in a controlled way seems to give pleasure in many cases, although we can speculate that the fight-or-flight response is stimulating and enjoyable when we know there is no real consequence.

Dr Daniel Glaser is director of Science Gallery at King’s College London

Disponível em: <https://www.theguardian.com/lifeandstyle/ 2017/oct/29/why-we-love-a-fright-at-halloween>. Acesso em: 30 out. 2017.

De acordo com os sentidos veiculados no fragmento apresentado e levando em consideração a função das palavras no texto, assinale a alternativa que melhor descreve o vocábulo “fright” em termos semânticos e morfológicos.

 

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1298682 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Um móvel executa um movimento com velocidade escalar constante ao longo de uma trajetória plana, composta de trechos retilíneos e trechos em arcos de circunferências, conforme indica a figura a seguir. Os raios de curvatura nos pontos A, C, D e E estão indicados na ilustração. Considere R c < R d < R a < R e. Em relação ao exposto, assinale a alternativa correta.

enunciado 2117814-1

 

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1297941 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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VIDA LITERARIA

Fernando Sánchez Dragó

Parece ser -no estoy seguro... Vivo ajeno a tales cosas- que se está celebrando en Madrid, por décima vez consecutiva, el Festival Eñe. Me entero porque algunas personas, amigas o desconocidas, inquieren la razón de que yo no figure en la amplia lista de escritores presentes en esa feria literaria. No es la única. Se celebran muchas otras, similares, a lo largo del año, desperdigadas por todos los lugares donde las instituciones creen que con ellas disimulan el tradicional desinterés, cuando no desprecio, con el que los poderes públicos tratan todo lo que huele a cultura, en general, y a literatura, en particular. Ya saben: Las Noches Blancas al hilo del Día del Libro, el Festival Hay en Segovia (y en medio mundo) y cosas así. Una vez, hace años, participé, muy de refilón, en el último de los citados, pero fue porque me lo pidieron dos buenas amigas: Pepa Roma y Lourdes Fernández-Ventura. Supongo que, de no ser por ellas, nadie se hubiera acordado de mí. Y habrían hecho bien, porque de tales encerronas suelo escapar por la tangente, a no ser que ofrezcan, a pachas con el señor Montoro, algo de dinerillo, no tanto para sacarme de pobre cuanto para retrasar el momento de que llegue a serlo.

Épocas hubo en un pasado casi remoto en el que no me mostraba tan esquivo. Estuve en los etílicos congresos de escritores de Las Palmas, del Distrito Federal (dos veces) y de Caracas a finales de los setenta y comienzos de los ochenta, y en la Feria del Libro de Guadalajara en el 97 o 98, y en las de Pequín, Gotemburgo, Estambul y Tokio cuando España fue el país protagonista en ellas, pero confieso que lo hice movido menos por el señuelo de la literatura que por el placer de viajar y de ligar. De ligar, sí, como lo oyen, pues en ese tipo de saraos abundan las muchachas deseosas de estrechar lazos con bichos raros, digo, con escritores. Es una buena razón, ¿no?

Sea como fuere, no estoy en lo de la Eñe porque, para empezar, no me han invitado; para seguir, no creo que paguen (quizá me equivoque, pero si pagan, seguro que no será mucho); para rematar, porque Madrid es mi cazadero habitual y ya conozco en él más chicas de las que mis garras pueden capturar; y, sobre todo, porque tengo ochenta y un años, me quedan varios libros por escribir y no puedo perder el tiempo dedicando al frufrú de la vida literaria el que el ejercicio de la literatura exige.

Me contó Carlos Barral que en cierta ocasión, años atrás, había coincidido con Hemingway en Madrid y que éste, con la sorna que cabe imaginar, le preguntó en su español torpón:

-¿Y qué tal va la gran puta, amigo mío?

-¿La gran puta? -inquirió Barral, desconcertado.

-Sí, hombre -adujo el gigantón-. La vida literaria.

Él no la frecuentaba. Iba a los toros y a las guerras, pescaba, cazaba, boxeaba, bebía, follaba, viajaba y, sobre todo, escribía. No en vano había incluido en su célebre Decálogo del Escritor un mandamiento que decía: "Mézclate estrechamente con la vida".

¡Ay de los escritores que no siguen ese consejo! <http://www.elmundo.es/blogs/elmundo/dragolandia>. Acesso em 28 out. 2017.

Assinale a alternativa que traduz para a língua portuguesa a seguinte expressão em destaque: “[...] había coincidido con Hemingway […]”.

 

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