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Foram encontradas 130 questões.

1008182 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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“Qualquer brasileiro que tenha passado pelo ensino fundamental certamente já ouviu falar da cidade-Estado grega, do Império Romano, do feudalismo, da Revolução Francesa, das Guerras Mundiais; de nomes como Nero, César, Napoleão, Hitler ou Stálin, mas dificilmente ouviu falar das cidades- Estado Yorubas, ou de povos como os Haussa, Bakongo, Makonde, Xhosa e Swahíli. E da rainha Nzinga, de Mussa Keita, de Sundjata, de Tchaka e Nugungunhane, Amílcar Cabral, Patrice Lumumba, Julius Nyerere ou Samora Machel?”

ZAMPARONI, Valdemir. Imagens da África no Brasil. In: BOTELHO, André, SCHWARCZ, Lilia Mortiz. Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.20.

O aspecto destacado no trecho apresentado se refere ao desconhecimento partilhado sobre personagens essenciais da História da África e pode ser definido como

 

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1008129 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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enunciado 2051956-1

Disponível em: <http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes -anteriores/eleicoes-2014/campanhas-publicitarias-eleicoes- 2014>. Acesso em: 24 out. 2017.

Considerando o gênero do texto em questão, seu contexto de publicação e suas finalidades comunicativas, verificase que

 

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1008119 Ano: 2017
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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O fenômeno da maré vermelha, resultado da multiplicação exagerada de algas perto do litoral, causa a morte de peixes e de outros animais e, eventualmente, pode intoxicar pessoas. O termo maré vermelha pode induzir ao erro, já que muitos eventos tóxicos são denominados marés vermelhas, mesmo que não haja alteração da cor da água. Em contrapartida, a proliferação de algas inofensivas e atóxicas pode provocar alterações notáveis na coloração da água. Qual é o grupo de algas que causa a maré vermelha?

 

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1008080 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Well?

I hate my friends. They’re always trying to get me to shower and leave the house, or “re-engage with the human race”. If I give in, they inevitably take me to some independent coffee shop they know, and speak to the staff in a foreign language. American Gibraltars, Chemex pour-over, soy-frothed dry cap; words that should by rights see them delivered of a soy-frothed dry slap. There must be a way to obtain decent coffee, the official drink of capitalism, with no social contact at all? That’s where pod coffee comes in.

Disponível em: <https://www.theguardian.com/lifeandstyle/ 2017/oct/25/kitchen-gadgets-review-vertuo-coffee-machine- the-final-word-in-little-luxury>. Acesso em: 30 out. 2017.

No texto, observa-se a utilização do pronome “They” em três orações. A qual(is) termo(s) presente(s) no texto esse pronome se refere?

 

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1008078 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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VIDA LITERARIA

Fernando Sánchez Dragó

Parece ser -no estoy seguro... Vivo ajeno a tales cosas- que se está celebrando en Madrid, por décima vez consecutiva, el Festival Eñe. Me entero porque algunas personas, amigas o desconocidas, inquieren la razón de que yo no figure en la amplia lista de escritores presentes en esa feria literaria. No es la única. Se celebran muchas otras, similares, a lo largo del año, desperdigadas por todos los lugares donde las instituciones creen que con ellas disimulan el tradicional desinterés, cuando no desprecio, con el que los poderes públicos tratan todo lo que huele a cultura, en general, y a literatura, en particular. Ya saben: Las Noches Blancas al hilo del Día del Libro, el Festival Hay en Segovia (y en medio mundo) y cosas así. Una vez, hace años, participé, muy de refilón, en el último de los citados, pero fue porque me lo pidieron dos buenas amigas: Pepa Roma y Lourdes Fernández-Ventura. Supongo que, de no ser por ellas, nadie se hubiera acordado de mí. Y habrían hecho bien, porque de tales encerronas suelo escapar por la tangente, a no ser que ofrezcan, a pachas con el señor Montoro, algo de dinerillo, no tanto para sacarme de pobre cuanto para retrasar el momento de que llegue a serlo.

Épocas hubo en un pasado casi remoto en el que no me mostraba tan esquivo. Estuve en los etílicos congresos de escritores de Las Palmas, del Distrito Federal (dos veces) y de Caracas a finales de los setenta y comienzos de los ochenta, y en la Feria del Libro de Guadalajara en el 97 o 98, y en las de Pequín, Gotemburgo, Estambul y Tokio cuando España fue el país protagonista en ellas, pero confieso que lo hice movido menos por el señuelo de la literatura que por el placer de viajar y de ligar. De ligar, sí, como lo oyen, pues en ese tipo de saraos abundan las muchachas deseosas de estrechar lazos con bichos raros, digo, con escritores. Es una buena razón, ¿no?

Sea como fuere, no estoy en lo de la Eñe porque, para empezar, no me han invitado; para seguir, no creo que paguen (quizá me equivoque, pero si pagan, seguro que no será mucho); para rematar, porque Madrid es mi cazadero habitual y ya conozco en él más chicas de las que mis garras pueden capturar; y, sobre todo, porque tengo ochenta y un años, me quedan varios libros por escribir y no puedo perder el tiempo dedicando al frufrú de la vida literaria el que el ejercicio de la literatura exige.

Me contó Carlos Barral que en cierta ocasión, años atrás, había coincidido con Hemingway en Madrid y que éste, con la sorna que cabe imaginar, le preguntó en su español torpón:

-¿Y qué tal va la gran puta, amigo mío?

-¿La gran puta? -inquirió Barral, desconcertado.

-Sí, hombre -adujo el gigantón-. La vida literaria.

Él no la frecuentaba. Iba a los toros y a las guerras, pescaba, cazaba, boxeaba, bebía, follaba, viajaba y, sobre todo, escribía. No en vano había incluido en su célebre Decálogo del Escritor un mandamiento que decía: "Mézclate estrechamente con la vida".

¡Ay de los escritores que no siguen ese consejo! <http://www.elmundo.es/blogs/elmundo/dragolandia>. Acesso em 28 out. 2017.

Assinale a alternativa correta em relação ao que se afirma dentro dos parênteses a respeito dos termos destacados em cada sentença.

 

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1008000 Ano: 2017
Disciplina: História
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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A ditadura no Brasil, até pelo longo período que durou, foi uma construção histórica. É impossível compreendê-la sem trazer à tona suas bases políticas e sociais - múltiplas e diferenciadas. A partir dos anos 1980, foram elaboradas, em nome da conciliação nacional, “versões e memórias apaziguadoras”, deixando de lado o debate acerca das bases sociais que sustentaram o regime.

REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014. p. 128 (Adaptado).

Considerando o debate historiográfico sobre o período de 1964 a 1985 no Brasil, assinale a alternativa correta.

 

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1007903 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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“Durante o início do século XX, a indústria passava por mais um dos muitos processos de transformação. O início do uso do petróleo e da energia elétrica além do surgimento das indústrias siderúrgica e química foram importantes para o período que, posteriormente, seria conhecido como Segunda Revolução Industrial. Outro fato fundamental neste período foi o integrava o setor industrial ao lucro dos grandes bancos. Juntamente com tais processos, houve um acirramento na disputa por lucro dentre as empresas. A partir daí, começou-se a disseminar várias novas formas de produção que visavam aumentar o lucro do patrão, aumentando a produção e reduzindo preços. Estes mecanismos criados para este objetivo ficaram conhecidos como modelos produtivos”.

Disponível em: <http://www.geografiaopinativa.com. br/2015/03/modelos-produtivos-as-diferencas-entre.html>. Acesso em: 27 out. 2017.

O modelo de produção fordista foi mundializado no século XX, combinando as técnicas de administração científica taylorista e o método do Estado regulador de Keynes. O caráter do modelo de produção fordista permite concluir que

 

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1007870 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Segundo o Estatuto da Terra (1964), “A reforma agrária é o conjunto de medidas para promover a melhor distribuição da terra mediante modificações no regime de posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social, desenvolvimento rural sustentável e aumento de produção”. “O problema de concentração da estrutura fundiária da terra no Brasil é histórico, desde os tempos da colonização, mas até hoje não foi resolvido. Conforme o Censo Agropecuário de 2006, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos vinte anos a distribuição de terras permaneceu praticamente inalterada no país. O índice Gini, que mede o grau de desigualdade social no campo, aponta que, enquanto em 1985 a concentração de terras era de 0,857, em 2006 o índice caiu somente para 0,854. Quanto mais o coeficiente se aproxima de um, maior o grau de concentração de terra”.

Disponível em: <http://www.memoriaoperaria.org.br/revistaeletronica/ solange_e_aldo_duran.pdf>. Acesso em: 27 out. 2017.

Diante do exposto, é correto afirmar que a reforma agrária aponta para

 

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1007831 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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Assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1007718 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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VIDA LITERARIA

Fernando Sánchez Dragó

Parece ser -no estoy seguro... Vivo ajeno a tales cosas- que se está celebrando en Madrid, por décima vez consecutiva, el Festival Eñe. Me entero porque algunas personas, amigas o desconocidas, inquieren la razón de que yo no figure en la amplia lista de escritores presentes en esa feria literaria. No es la única. Se celebran muchas otras, similares, a lo largo del año, desperdigadas por todos los lugares donde las instituciones creen que con ellas disimulan el tradicional desinterés, cuando no desprecio, con el que los poderes públicos tratan todo lo que huele a cultura, en general, y a literatura, en particular. Ya saben: Las Noches Blancas al hilo del Día del Libro, el Festival Hay en Segovia (y en medio mundo) y cosas así. Una vez, hace años, participé, muy de refilón, en el último de los citados, pero fue porque me lo pidieron dos buenas amigas: Pepa Roma y Lourdes Fernández-Ventura. Supongo que, de no ser por ellas, nadie se hubiera acordado de mí. Y habrían hecho bien, porque de tales encerronas suelo escapar por la tangente, a no ser que ofrezcan, a pachas con el señor Montoro, algo de dinerillo, no tanto para sacarme de pobre cuanto para retrasar el momento de que llegue a serlo.

Épocas hubo en un pasado casi remoto en el que no me mostraba tan esquivo. Estuve en los etílicos congresos de escritores de Las Palmas, del Distrito Federal (dos veces) y de Caracas a finales de los setenta y comienzos de los ochenta, y en la Feria del Libro de Guadalajara en el 97 o 98, y en las de Pequín, Gotemburgo, Estambul y Tokio cuando España fue el país protagonista en ellas, pero confieso que lo hice movido menos por el señuelo de la literatura que por el placer de viajar y de ligar. De ligar, sí, como lo oyen, pues en ese tipo de saraos abundan las muchachas deseosas de estrechar lazos con bichos raros, digo, con escritores. Es una buena razón, ¿no?

Sea como fuere, no estoy en lo de la Eñe porque, para empezar, no me han invitado; para seguir, no creo que paguen (quizá me equivoque, pero si pagan, seguro que no será mucho); para rematar, porque Madrid es mi cazadero habitual y ya conozco en él más chicas de las que mis garras pueden capturar; y, sobre todo, porque tengo ochenta y un años, me quedan varios libros por escribir y no puedo perder el tiempo dedicando al frufrú de la vida literaria el que el ejercicio de la literatura exige.

Me contó Carlos Barral que en cierta ocasión, años atrás, había coincidido con Hemingway en Madrid y que éste, con la sorna que cabe imaginar, le preguntó en su español torpón:

-¿Y qué tal va la gran puta, amigo mío?

-¿La gran puta? -inquirió Barral, desconcertado.

-Sí, hombre -adujo el gigantón-. La vida literaria.

Él no la frecuentaba. Iba a los toros y a las guerras, pescaba, cazaba, boxeaba, bebía, follaba, viajaba y, sobre todo, escribía. No en vano había incluido en su célebre Decálogo del Escritor un mandamiento que decía: "Mézclate estrechamente con la vida".

¡Ay de los escritores que no siguen ese consejo! <http://www.elmundo.es/blogs/elmundo/dragolandia>. Acesso em 28 out. 2017.

Assinale a alternativa cuja afirmação se confirma no texto.

 

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