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Foram encontradas 149 questões.

1340162 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Abundante na natureza, a água tem sido objeto de estudo de vários trabalhos científicos devido às suas propriedades interessantes como, por exemplo, contrair-se quando aquecida de 0 ºC a 4 ºC. Recentemente, a física brasileira, profª. Márcia Barbosa, da UFRGS, foi umas das vencedoras do prêmio L’Oréal – UNESCO, por descobrir uma das peculiaridades da água que podem levar a um melhor entendimento de como os terremotos ocorrem e como as proteínas se dobram, o que é importante para o tratamento de doenças. A figura a seguir mostra o diagrama de fases da água. Com base nesse diagrama, assinale a opção correta.
enunciado 2152101-1
 

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1340159 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A máscara da face
Já escrevi aqui sobre o rosto humano, a propósito da descoberta que fizera então, óbvia e surpreendente, de que “estamos na cara”, isto é, em nossa cara. E apesar de já tê-lo dito e de sabê-lo, continuo a me surpreender com esse fato banal, que se torna mais evidente quando vejo um lindo rosto de mulher: ela tem ombros, busto, quadris, coxas e pernas, move-se na quadra de tênis como se voasse – como Maria Sharapova –, mas tudo se resume, para nós, num rosto.
E então pensei no contrário do rosto: pensei na máscara, no que não somos. Porque o rosto é o que somos, inventou-se a máscara, a ocultação do que somos.(II) e (IV)
Certamente já escreveram sobre isso. Deve haver estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me interessara, até este momento.(I) Lembro-me de que uma das primeiras pinturas rupestres, do paleolítico, mostra uma figura mascarada, que se supõe seja um feiticeiro ou um caçador disfarçado de animal. Se for uma coisa ou outra, o significado de mascarar-se será diferente: sendo o caçador, é um disfarce; se for um feiticeiro,trata-se da representação de uma entidade mítica, dotada de poderes sobrenaturais.
Ao longo da história, em povos e civilizações diferentes, a máscara representava espíritos em geral demoníacos, que participavam de rituais, fosse para exorcizá-los, fosse para atemorizar os membros da comunidade e torná-los obedientes e submissos. Muitas dessas máscaras, que estão hoje em museus de antropologia, exageram na expressão assustadora, na feiura que seria própria dos demônios.
Mas a máscara tem tido funções diferentes nas diferentes culturas, seja como um modo de garantir a vida depois da morte, como no antigo Egito, seja como um modo de enganá-la, cobrindo o rosto do cadáver com uma cara inventada.
Aliás, como é óbvio, a máscara, falso rosto, foi criada para enganar, pelo fato mesmo de que, como ficou dito, nosso rosto somos nós. E, se assim é, ele nos identifica e, portanto, nos denuncia, pelos traços fisionômicos, mas também pela expressão do olhar. De cara exposta, olho no olho, é quase impossível fingir, mentir, enganar, mas, por trás da máscara, estamos a salvo do olhar perscrutador. Não adianta fitar os olhos, se não sabe de quem são.
Devemos admitir que desse olhar perscrutador queremos todos escapar e aí talvez esteja a razão fundamental porque a máscara esteve sempre tão presente na vida dos povos. No Ocidente, particularmente, a partir do desenvolvimento da economia, o olhar que indaga foi se tornando mais agudo e necessário: é que nasceu o comércio, a transação fundada na confiança e, então, segundo Arnaldo Hauser, surge a psicologia. Essa situação fez nascer um outro tipo de máscara, ou seja, o cara-de-pau, que não hesita em se fazer passar pelo que não é. E assim, além da máscara material, existe a de cara limpa(III). A máscara virtual do fingidor.
E aqui tocamos num ponto que explica, em grande parte, a invenção da máscara pelo homem, o fato de que, se o rosto que temos somos nós, nem sempre queremos expô-lo, porque nem sempre queremos nos expor, não só por autodefesa como também porque não sabemos quem somos e não sabemos, tampouco, se o outro, ao nos olhar, nos vê como somos ou desejamos ser vistos. É que o que somos só ganha realidade pelo reconhecimento do outro, ou seja, não somos, de fato, senão porque nos inventamos tal como queremos que o outro nos reconheça e aprove. Esse personagem inventado, que mostramos ao outro, exige de nós equilíbrio e adequação ao meio social, a fim de que ele nos aceite como pessoa verdadeira e não como um "mascarado".
Essa relação do rosto e da máscara parece decorrer da necessidade que temos de ficar livres do olhar do outro e livres, portanto, de sermos, para ele, aquela mesma pessoa de quem espera as mesmas coisas. Por essa razão, Jean-Paul Sartre dizia que “o inferno são os outros”.
A questão toda é que nem para nós somos os mesmos, sempre, totalmente fiéis aos princípios que decidimos adotar. Ser ético não é jamais se deixar tentar pelo erro e, sim, resistir à tentação, para poder, depois, olhar-se no espelho, sem sentir constrangimento.
Talvez o certo seja dizer que o rosto é a máscara que o acaso biológico nos impôs como identidade e é o espelho que nos informa da cara que é nossa, gostemos ou não. Mas, segundo li, nos Estados Unidos, graças à cirurgia plástica, já se pode trocar o rosto de nascença pelo de uma bela atriz ou de um belo ator, que se admira. E andar com a cara dela (ou dela) pelas ruas da cidade.
(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, de 6/08/08)
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais, dadas as proposições subsequentes,
I. O trecho “Deve haver estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me interessara, até este momento” pode ser reescrito, sem que haja prejuízo semântico ou gramatical, da seguinte forma: Devem ter estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me tinha interessado, até este momento.
II. A conjugação subordinativa “porque”, presente na passagem “Porque o rosto é o que somos, inventou-se a máscara, a ocultação do que somos”, poderia ser substituída, sem que houvesse modificação de sentido, pela locução conjuntiva posto que.
III. Embora a pontuação tenha sido empregada com finalidade estilística no final do sétimo parágrafo, o vocábulo “assim”, presente no trecho “E assim, além da máscara material, existe a de cara limpa”, pode ser classificado como conjunção coordenativa conclusiva.
IV. Nas passagens “a ocultação do que somos” (2º parágrafo) e “g” (2º parágrafo), os termos destacados são contrações de preposição e artigo definido masculino, iniciando termos com funções sintáticas distintas.
verifica-se que somente
 

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1340113 Ano: 2012
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Argentina ratifica la despenalización del aborto
para mujeres violadas
EL PAÍS, Alejandro Rebossio, Buenos Aires . 2012
La legalización del aborto continúa encendiendo polémica en Argentina. Desde 1920 el Código Penal permite las interrupciones voluntarias del embarazo en caso de peligro para la vida o la salud de la madre o si el embarazo proviene de una violación a una mujer “idiota o demente”.
Hasta marzo pasado, además, las embarazadas por una violación y con alguna discapacidad mental o menores de edad debían recurrir a la justicia para pedir permiso para la operación. Pero desde entonces ha dejado de ser así porque la Corte Suprema determinó que podía practicarse el aborto sin trámite judicial en todos los casos de violación, incluidas las de mujeres mentalmente sanas e incluso menores de edad. A partir de la sentencia del máximo tribunal de Argentina, la capital y cada una de las 23 provincias debían redactar sus protocolos para los llamados abortos no punibles.
A reportagem do Jornal El País, trata da histórica polêmica em relação à legalização do aborto na Argentina. Mediante o segundo parágrafo, a quem atualmente é permitido interromper a gravidez?
 

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1340081 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Tarde de sábado
A tardezinha de sábado, um pouco cinzenta, um pouco fria, parece não possuir nada de muito particular para ninguém. Os automóveis deslizam; as pessoas entram e saem dos cinemas; os namorados conversam por aqui e por ali; os bares funcionam ativamente, numa fabulosa produção de sanduíches e cachorros-quentes. Apesar da fresquidão, as mocinhas trazem nos pés sandálias douradas, enquanto agasalham a cabeça em echarpes de muitas voltas.
Tudo isso é rotina. Há um certo ar de monotonia por toda parte. O bondinho do Pão de Açúcar lá vai cumprindo o seu destino turístico, e moços bem falantes(II) explicam, de lápis na mão, em seus escritórios coloridos e envidraçados, apartamentos que vão ser construídos em poucos meses, com tantos andares, vista para todos os lados, vestíbulos de mármore, tanto de entrada, mais tantas prestações, sem reajustamento — o melhor emprego de capital jamais oferecido!
Em alguma ruazinha simpática, com árvores e sossego, ainda há crianças deslumbradas a comerem aquele algodão de açúcar que de repente coloca na paisagem carioca uma pincelada oriental. E há os avós de olhos filosóficos, a conduzirem pela mão a netinha que ensaia os primeiros passeios, como uma bailarina principiante a equilibrar-se nas pontas dos sapatinhos brancos.
Andam barquinhos pela baía, com um raio de sol a brilhar nas velas; há uns pescadores carregados de linhas, samburás, caniços, muito compenetrados da sua perícia; há famílias inteiras que não se sabe de onde vêm nem se pode imaginar para onde vão, e que ocupam muito lugar na calçada, com a boca cheia de coisas que devem ser balas, caramelos, pipocas, que passam de uma bochecha para a outra e lhes devem causar uma delícia infinita.
Depois aparecem muitas pessoas bem vestidas, cavalheiros com sapatos reluzentes, senhoras com roupas de renda e chapéus imensos que a brisa da tarde procura docemente arrebatar. Há risos, pulseiras que brilham, anéis que faíscam, muita alegria: pois não há mesmo nada mais divertido que uma pessoa toda coberta de sedas, plumas e flores, a lutar com o vento maroto, irreverente e pagão.
E depois são as belas igrejas acesas, todas ornamentadas, atapetadas, como jardins brancos de grandes ramos floridos.
Por uma rua transversal, está chegando um carro. E dentro dele vem a noiva, que não se pode ver, pois está coberta de cascatas de véus, como se viajasse dentro da Via Láctea(IV). Todos param e olham, inutilmente. Ela é a misteriosa dona dessa tardezinha de sábado, que parecia simples, apenas um pouco cinzenta, um pouco fria. É a moça que vem, com a alma cheia de interrogações, para transformar seus dias de menina e adolescente, despreocupados e livres, em dias compactos de deveres e responsabilidades. É uma transição de tempos, de mundos. Mas os convidados a esperam felizes, e ela não terá que pensar nisso. Ela mal se lembra que é sábado, que é o dia de seu casamento, que há padrinhos e convidados. E quando a cerimônia chegar ao apogeu, talvez nem se lembre de quem é: separada dos acontecimentos da terra, subitamente incorporada ao giro do Universo.
(Cecília Meireles. Texto extraído do livro Escolha o seu sonho, Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 100.)
Dadas as seguintes proposições sobre o texto,
I. O emprego dos verbos de ação, que predominam nesta crônica, descaracteriza-a, por completo, como uma descrição, sob o ponto de vista da autora, da movimentação constante e costumeira das pessoas nas tardes de sábado.
II. No segundo parágrafo, no trecho compreendido entre “e moços bem falantes” e “jamais oferecido!”, a autora tenta reconstituir, por meio do emprego de vírgulas apenas, a rapidez e o movimento vivo da elocução oral, exemplificando a fala do corretor de imóveis.
III. Percebe-se que há unidade temática na descrição contida nos três últimos parágrafos, o que torna possível inferir que as pessoas citadas no quinto parágrafo são os convidados do casamento indicado no final do texto.
IV. No sétimo parágrafo, a ideia de alheamento sugerida na oração “como se viajasse dentro da Via Láctea” é retificada pelo trecho final “talvez nem se lembre de quem é: separada dos acontecimentos da terra, subitamente incorporada ao giro do Universo.”
verifica-se que
 

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1340076 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A máscara da face
Já escrevi aqui sobre o rosto humano, a propósito da descoberta que fizera então, óbvia e surpreendente, de que “estamos na cara”, isto é, em nossa cara. E apesar de já tê-lo dito e de sabê-lo, continuo a me surpreender com esse fato banal, que se torna mais evidente quando vejo um lindo rosto de mulher: ela tem ombros, busto, quadris, coxas e pernas, move-se na quadra de tênis como se voasse – como Maria Sharapova –, mas tudo se resume, para nós, num rosto.(B)
E então pensei no contrário do rosto: pensei na máscara, no que não somos. Porque o rosto é o que somos, inventou-se a máscara, a ocultação do que somos.
Certamente já escreveram sobre isso. Deve haver estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me interessara, até este momento. Lembro-me de que uma das primeiras pinturas rupestres, do paleolítico, mostra uma figura mascarada, que se supõe seja um feiticeiro ou um caçador disfarçado de animal.(C) Se for uma coisa ou outra, o significado de mascarar-se será diferente: sendo o caçador, é um disfarce; se for um feiticeiro,trata-se da representação de uma entidade mítica, dotada de poderes sobrenaturais.
Ao longo da história, em povos e civilizações diferentes, a máscara representava espíritos em geral demoníacos, que participavam de rituais, fosse para exorcizá-los, fosse para atemorizar os membros da comunidade e torná-los obedientes e submissos. Muitas dessas máscaras, que estão hoje em museus de antropologia, exageram na expressão assustadora, na feiura que seria própria dos demônios.
Mas a máscara tem tido funções diferentes nas diferentes culturas, seja como um modo de garantir a vida depois da morte, como no antigo Egito, seja como um modo de enganá-la, cobrindo o rosto do cadáver com uma cara inventada.(D)
Aliás, como é óbvio, a máscara, falso rosto, foi criada para enganar, pelo fato mesmo de que, como ficou dito, nosso rosto somos nós. E, se assim é, ele nos identifica e, portanto, nos denuncia, pelos traços fisionômicos(A), mas também pela expressão do olhar. De cara exposta, olho no olho, é quase impossível fingir, mentir, enganar, mas, por trás da máscara, estamos a salvo do olhar perscrutador. Não adianta fitar os olhos, se não sabe de quem são.
Devemos admitir que desse olhar perscrutador queremos todos escapar e aí talvez esteja a razão fundamental porque a máscara esteve sempre tão presente na vida dos povos. No Ocidente, particularmente, a partir do desenvolvimento da economia, o olhar que indaga foi se tornando mais agudo e necessário: é que nasceu o comércio, a transação fundada na confiança e, então, segundo Arnaldo Hauser, surge a psicologia. Essa situação fez nascer um outro tipo de máscara, ou seja, o cara-de-pau, que não hesita em se fazer passar pelo que não é. E assim, além da máscara material, existe a de cara limpa. A máscara virtual do fingidor.
E aqui tocamos num ponto que explica, em grande parte, a invenção da máscara pelo homem, o fato de que, se o rosto que temos somos nós, nem sempre queremos expô-lo, porque nem sempre queremos nos expor, não só por autodefesa como também porque não sabemos quem somos e não sabemos, tampouco, se o outro, ao nos olhar, nos vê como somos ou desejamos ser vistos. É que o que somos só ganha realidade pelo reconhecimento do outro, ou seja, não somos, de fato, senão porque nos inventamos tal como queremos que o outro nos reconheça e aprove. Esse personagem inventado, que mostramos ao outro, exige de nós equilíbrio e adequação ao meio social, a fim de que ele nos aceite como pessoa verdadeira e não como um "mascarado".
Essa relação do rosto e da máscara parece decorrer da necessidade que temos de ficar livres do olhar do outro e livres, portanto, de sermos, para ele, aquela mesma pessoa de quem espera as mesmas coisas. Por essa razão, Jean-Paul Sartre dizia que “o inferno são os outros”.
A questão toda é que nem para nós somos os mesmos, sempre, totalmente fiéis aos princípios que decidimos adotar. Ser ético não é jamais se deixar tentar pelo erro e, sim, resistir à tentação, para poder, depois, olhar-se no espelho, sem sentir constrangimento.
Talvez o certo seja dizer que o rosto é a máscara que o acaso biológico nos impôs como identidade e é o espelho que nos informa da cara que é nossa, gostemos ou não. Mas, segundo li, nos Estados Unidos, graças à cirurgia plástica, já se pode trocar o rosto de nascença pelo de uma bela atriz ou de um belo ator, que se admira(E). E andar com a cara dela (ou dela) pelas ruas da cidade.
(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, de 6/08/08)
Considerando a sintaxe da língua portuguesa, assinale a opção em que o trecho do texto destacado apresenta duas orações comparativas, uma delas principal de uma oração condicional.
 

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1340065 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Esse bioma brasileiro se estendia originalmente por uma vasta área de aproximadamente dois milhões de quilômetros quadrados (km2); atualmente, restam apenas 18% desse total. Esse bioma apresenta solo deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas e um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal. Estima-se que 10 mil espécies de vegetais, 837 de aves e 161 de mamíferos vivam ali. Essa riqueza biológica, porém, é seriamente afetada pela caça e pelo comércio ilegal. Esse bioma é o sistema ambiental brasileiro que mais sofreu com a ocupação humana. Identifique o bioma brasileiro a que o texto faz referência.
 

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1340058 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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A questão refere-se ao texto seguinte.
“Migração e Vida Urbana”. Os que pensam que a urbanização é um bem sustentam que a emigração para a cidade faz parte de um processo dinâmico de desenvolvimento. Os que pensam que é um mal estimam que o excesso de população rural torna-se um excesso de população urbana e provoca uma superurbanização, na qual, um setor não estruturado, ineficaz e improdutivo, composto de vendedores ambulantes, de pequenos “faz tudo” instalados nas calçadas, e de outros trabalhadores ditos marginais torna-se cada vez mais importante.
A vida urbana tem seu lado positivo, mas, principalmente no que diz respeito a empregos e não no que concerne aos ganhos dos trabalhadores. Talvez um trabalhador ganhe mais que um camponês, mas será que isto lhe permite satisfazer suas necessidades básicas em matéria de alimentação, saúde, moradia e educação?
(Adaptado. Magnoli, D. Projeto de Ensino de Geografia)
Qual a opção abaixo que não se relaciona diretamente com o texto?
 

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1340055 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Leia o texto com atenção.
Uma pesquisadora produziu as seguintes características para o Brasil: “Brasil, quinto país do mundo em extensão territorial, é o mais vasto do hemisfério sul. Ele faz parte essencialmente do mundo tropical, à exceção de seus estados mais meridionais, ao sul de São Paulo. O Brasil dispõe de vastos territórios subpovoados, como o da Amazônia, conhece também um crescimento urbano extremamente rápido, índices de pobreza que não diminuem e uma das sociedades mais desiguais do mundo. Qualificado de ‘terra de contrastes’ o Brasil é um país moderno do Terceiro Mundo, com todas as contradições que isso tem por consequência”
(Adaptado de: Vesentini, J. W.).
O Brasil é qualificado como “terra de contrastes” por
 

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1340019 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Analise a gravura abaixo
enunciado 2152007-1
Durante o governo de Rodrigues Alves a capital da República foi reconstruída, principalmente o seu centro; no entanto, vastos contingentes de populares foram sumariamente expulsos de suas habitações. Derrubaram-se os cortiços, ergueram-se belos edifícios. A tensão social no Rio de Janeiro era explosiva. Nesse momento, teve início o saneamento da cidade sob a responsabilidade do médico sanitarista Oswaldo Cruz. Era necessário combater a peste bubônica, a malária e a varíola. Diante disso foi aprovada uma lei que instituiu a vacinação obrigatória contra a varíola, sem qualquer informação à população, tornando-se, assim, o estopim para uma revolta popular.
Considerando o texto, a gravura acima e o seu conhecimento, dadas as afirmativas seguintes,
I. A população fora esclarecida sobre a necessidade da vacina, mas consideravam a medida um abuso de direito.
II. As medidas autoritárias da equipe sanitarista foram apontadas como violação de domicílio e geraram forte oposição ao governo.
III. Muitos eram contra Oswaldo Cruz e a decisão do Presidente Rodrigues Alves: políticos de oposição, toda imprensa, militares positivistas etc.
IV. Os jacobinos e os positivistas iniciaram uma campanha acirrada a favor da medida.
V. A imposição da vacina somou-se a insatisfações populares, como o “Bota abaixo”, as “brigadas mata mosquitos” e o desemprego.
verifica-se que estão corretas apenas
I, II e III.
 

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1340017 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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"Há muitas semelhanças entre o homem e a ovelha. Não fabricamos lã nem balimos. Mas, muitas vezes, seguimos o rebanho passivamente e temos pavor de nos separarmos do grupo".
Alain de Botton
Considerando o exposto acima, assinale a opção que apresenta um conceito muito utilizado na filosofia marxiana que oferece elementos para uma explicação da comparação realizada.
 

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