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No mundo em que vivemos, onde nos defrontamos com o “corre-corre”, a concorrência e a ambição, necessitamos desenvolver cada vez mais a capacidade de argumentar, de discutir, de interpretar e de nos posicionarmos para termos condições de conviver com essas situações, fazendo presente nas nossas vidas o sentido ético e o respeito para com as pessoas e o meio. Com isso, seremos capazes de nos desenvolvermos como indivíduos mais equilibrados, mais felizes e mais satisfeitos, criando um clima de solidariedade maior, de amizade e respeito pelo outro.
http://www.nuep.org.br/jor001.php?jor=122
Comparando os vários tipos de conhecimento, qual a opção correta?
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A Plan for the Improvement of English Spelling
For example, in Year 1 that useless letter "c" would be dropped to be replased either by "k" or "s," and likewise "x" would no longer be part of the alphabet. The only kase in which "c" would be retained would be the "ch" formation, which will be dealt with later. Year 2 might reform "w" spelling, so that "which" and "one" would take the same konsonant, wile Year 3 might well abolish "y" replasing it with "i" and Iear 4 might fiks the "g / j" anomali wonse and for all.
Jenerally, then, the improvement would kontinue iear bai iear with Iear 5 doing awai with useless double konsonants, and Iears 6-12 or so modifaiing vowlz and the rimeining voist and unvoist konsonants. Bai Iear 15 or sou, it wud fainali bi posibl tu meik ius ov thi ridandant letez "c," "y," and "x" - bai now jast a memori in the maindz ov ould doderez - tu riplais "ch," "sh," and "th" rispektivli.
Fainali, xen, aafte sam 20 iers ov orxogrefkl riform, wi wud hev a lojikl, kohirnt speling in ius xrewawt xe Ingliy-spiking werld.
Disponível em: http://www.spellingsociety.org/journals/j31/satires.php. Acesso em 18 out 2012.
Dadas as afirmativas sobre o Plano para a Melhoria da Ortografia da Língua Inglesa, atribuído a Mark Twain,
I. A letra c seria definitivamente banida do alfabeto.
II. Sua própria grafia vai incorporando as mudanças por ele sugeridas.
III. O plano prevê que a total mudança e simplificação da grafia do idioma inglês acontecerão depois de mais ou menos 20 anos.
IV. O último parágrafo, segundo a grafia corrente da língua inglesa, seria escrito da seguinte forma: Finally, then, after some 20 years of orthographical reform, we would have a logical, coherent spelling in use throughout the English-speaking world.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Tarde de sábado
A tardezinha de sábado, um pouco cinzenta, um pouco fria, parece não possuir nada de muito particular para ninguém. Os automóveis deslizam; as pessoas entram e saem dos cinemas; os namorados conversam por aqui e por ali; os bares funcionam ativamente, numa fabulosa produção de sanduíches e cachorros-quentes. Apesar da fresquidão, as mocinhas trazem nos pés sandálias douradas, enquanto agasalham a cabeça em echarpes de muitas voltas.
Tudo isso é rotina. Há um certo ar de monotonia por toda parte. O bondinho do Pão de Açúcar lá vai cumprindo o seu destino turístico, e moços bem falantes explicam, de lápis na mão, em seus escritórios coloridos e envidraçados, apartamentos que vão ser construídos em poucos meses, com tantos andares, vista para todos os lados, vestíbulos de mármore, tanto de entrada, mais tantas prestações, sem reajustamento — o melhor emprego de capital jamais oferecido!
Em alguma ruazinha simpática, com árvores e sossego, ainda há crianças deslumbradas a comerem aquele algodão de açúcar que de repente coloca na paisagem carioca uma pincelada oriental. E há os avós de olhos filosóficos, a conduzirem pela mão a netinha que ensaia os primeiros passeios, como uma bailarina principiante a equilibrar-se nas pontas dos sapatinhos brancos.
Andam barquinhos pela baía, com um raio de sol a brilhar nas velas; há uns pescadores carregados de linhas, samburás, caniços, muito compenetrados da sua perícia; há famílias inteiras que não se sabe de onde vêm nem se pode imaginar para onde vão, e que ocupam muito lugar na calçada, com a boca cheia de coisas que devem ser balas, caramelos, pipocas, que passam de uma bochecha para a outra e lhes devem causar uma delícia infinita.
Depois aparecem muitas pessoas bem vestidas, cavalheiros com sapatos reluzentes, senhoras com roupas de renda e chapéus imensos que a brisa da tarde procura docemente arrebatar. Há risos, pulseiras que brilham, anéis que faíscam, muita alegria: pois não há mesmo nada mais divertido que uma pessoa toda coberta de sedas, plumas e flores, a lutar com o vento maroto, irreverente e pagão.
E depois são as belas igrejas acesas, todas ornamentadas(III), atapetadas, como jardins brancos de grandes ramos floridos.
Por uma rua transversal, está chegando um carro. E dentro dele vem a noiva, que não se pode ver, pois está coberta de cascatas de véus, como se viajasse dentro da Via Láctea(IV). Todos param e olham, inutilmente. Ela é a misteriosa dona dessa tardezinha de sábado, que parecia simples, apenas um pouco cinzenta, um pouco fria. É a moça que vem, com a alma cheia de interrogações, para transformar seus dias de menina e adolescente, despreocupados e livres, em dias compactos de deveres e responsabilidades. É uma transição de tempos, de mundos. Mas os convidados a esperam felizes, e ela não terá que pensar nisso. Ela mal se lembra que é sábado, que é o dia de seu casamento, que há padrinhos e convidados. E quando a cerimônia chegar ao apogeu, talvez nem se lembre de quem é: separada dos acontecimentos da terra, subitamente incorporada ao giro do Universo.
(Cecília Meireles. Texto extraído do livro Escolha o seu sonho, Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 100.)
Dadas as afirmativas abaixo, considerando os aspectos gramaticais do texto,
I. Os prefixos de diminutivo encontrados nas palavras “tardezinha” e “mocinhas”, do primeiro parágrafo, e “bondinho”, do segundo parágrafo, foram empregados com o mesmo sentido, visto que denotam afetividade.
II. No quarto parágrafo, as palavras “baía”, “samburás”, “perícia” e “vêm” exemplificam regras de acentuação distintas.
III. Em “E depois são as belas igrejas acesas, todas ornamentadas”, o verbo ser desempenha função de ligação entre “as belas igrejas acesas” e “todas ornamentadas”.
IV. No período “E dentro dele vem a noiva, que não se pode ver, pois está coberta de cascatas de véus, como se viajasse dentro da Via Láctea”, a informação contida na oração destacada é dispensável em termos da identificação precisa do referente do termo “a noiva”.
verifica-se que somente
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Conforme
http://www.tjal.jus.br/corregedoria/emolumentos/3f59a4e022 4e623ba5bfe661f7d22824.pdf, acessada em 08/10/2012, a tabela abaixo apresenta o custo da lavratura de uma escritura num cartório.

De acordo com esta tabela, o custo da lavratura da escritura de compra e venda de um imóvel cujo valor é R$ 123 191,51 é
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Tarde de sábado
A tardezinha de sábado, um pouco cinzenta, um pouco fria, parece não possuir nada de muito particular para ninguém. Os automóveis deslizam; as pessoas entram e saem dos cinemas(I); os namorados conversam por aqui e por ali; os bares funcionam ativamente, numa fabulosa produção de sanduíches e cachorros-quentes. Apesar da fresquidão, as mocinhas trazem nos pés sandálias douradas, enquanto agasalham a cabeça em echarpes de muitas voltas.
Tudo isso é rotina. Há um certo ar de monotonia por toda parte. O bondinho do Pão de Açúcar lá vai cumprindo o seu destino turístico, e moços bem falantes explicam, de lápis na mão, em seus escritórios coloridos e envidraçados, apartamentos que vão ser construídos em poucos meses, com tantos andares, vista para todos os lados, vestíbulos de mármore, tanto de entrada, mais tantas prestações, sem reajustamento — o melhor emprego de capital jamais oferecido!
Em alguma ruazinha simpática, com árvores e sossego, ainda há crianças deslumbradas a comerem aquele algodão de açúcar(II) que de repente coloca na paisagem carioca uma pincelada oriental. E há os avós de olhos filosóficos, a conduzirem pela mão a netinha que ensaia os primeiros passeios, como uma bailarina principiante a equilibrar-se nas pontas dos sapatinhos brancos.
Andam barquinhos pela baía, com um raio de sol a brilhar nas velas; há uns pescadores carregados de linhas, samburás, caniços, muito compenetrados da sua perícia; há famílias inteiras que não se sabe de onde vêm nem se pode imaginar para onde vão, e que ocupam muito lugar na calçada, com a boca cheia de coisas que devem ser balas, caramelos, pipocas, que passam de uma bochecha para a outra e lhes devem causar uma delícia infinita.
Depois aparecem muitas pessoas bem vestidas, cavalheiros com sapatos reluzentes, senhoras com roupas de renda e chapéus imensos que a brisa da tarde procura docemente arrebatar. Há risos, pulseiras que brilham, anéis que faíscam, muita alegria: pois não há mesmo nada mais divertido que uma pessoa toda coberta de sedas, plumas e flores, a lutar com o vento maroto, irreverente e pagão.
E depois são as belas igrejas acesas, todas ornamentadas, atapetadas, como jardins brancos de grandes ramos floridos.
Por uma rua transversal, está chegando um carro. E dentro dele vem a noiva, que não se pode ver, pois está coberta de cascatas de véus, como se viajasse dentro da Via Láctea. Todos param e olham, inutilmente. Ela é a misteriosa dona dessa tardezinha de sábado, que parecia simples, apenas um pouco cinzenta, um pouco fria. É a moça que vem, com a alma cheia de interrogações, para transformar seus dias de menina e adolescente, despreocupados e livres, em dias compactos de deveres e responsabilidades. É uma transição de tempos, de mundos. Mas os convidados a esperam felizes, e ela não terá que pensar nisso(IV). Ela mal se lembra que é sábado, que é o dia de seu casamento, que há padrinhos e convidados. E quando a cerimônia chegar ao apogeu, talvez nem se lembre de quem é(III): separada dos acontecimentos da terra, subitamente incorporada ao giro do Universo.
(Cecília Meireles. Texto extraído do livro Escolha o seu sonho, Rio de Janeiro: Record, 2002. p. 100.)
Considerando a concordância e a regência dos vocábulos do texto, dadas as proposições subsequentes,
I. Houve desvio gramatical, no trecho “Os automóveis deslizam; as pessoas entram e saem dos cinemas”, visto que foi atribuído o mesmo complemento a verbos com regências distintas.
II. Em “ainda há crianças deslumbradas a comerem aquele algodão de açúcar” e em “E há os avós de olhos filosóficos, a conduzirem pela mão a netinha que ensaia os primeiros passeios” (ambos do 3º parágrafo), os verbos destacados não foram empregados de acordo com a norma culta, uma vez que estão na forma flexionada.
III. O trecho “talvez nem se lembre de quem é” atende à prescrição gramatical, o que não ocorre em “Ela mal se lembra que é sábado”, no mesmo parágrafo, uma vez que não é respeitada a regência do verbo em destaque.
IV. Verifica-se emprego de preposição acidental relativamente à regência verbal no fragmento “Mas os convidados a esperam felizes, e ela não terá que pensar nisso”.
verifica-se que
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A maconha – Cannabis sativa, uma planta arbustiva que pode atingir 2,50 m de altura – é usada ilegalmente como fumo (Status Legal – Brasil: proibido uso, tráfego e comércio). São mais de 60 substâncias que se encontram presentes na maconha conhecidas pelo nome genérico de canabinoides. O Delta-9-Tetrahidrocanabinol (THC) é a substância preponderante e o principal princípio ativo desta planta. O haxixe, uma outra forma de narcótico, é proveniente da maconha e muitas vezes mais potente que a maconha comum. Apesar da maconha já ser utilizada em alguns países nos tratamentos da dor, glaucoma, espasmos provocados por ferimentos na medula espinhal, restabelecimento do apetite em doentes de câncer ou AIDS, e auxiliar no combate ao mal-estar provocado pelos quimioterápicos, os estragos provocados pelo uso da droga são intensos. No sistema nervoso, os danos podem estar associados, por exemplo, à perda de memória, a alterações da coordenação motora e à dependência química. É impossível dizer que a maconha não faz mal para o homem; é um vício, considerado por muitos como doença.
Marque V para as informações verdadeiras e F para as falsas.
( ) O telencéfalo é a parte mais desenvolvida do encéfalo humano; é o centro da inteligência e do aprendizado.
( ) O hipotálamo faz a integração entre os sistemas nervoso e endócrino.
( ) No bulbo raquidiano encontram-se centros controladores de funções vitais, como as que regulam movimentos respiratórios e batimentos cardíacos.
( ) Graças ao cerebelo podemos realizar ações altamente coordenadas e complexas, como andar de bicicleta, jogar tênis ou tocar violão.
Qual a sequência correta, de cima para baixo?
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Leia o texto para responder a questão.
Poluição Atmosférica. “A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. [...] As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e nos sistemas de aquecimento. [...] O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do sistema respiratório, como a bronquite crônica, a asma e até o câncer de pulmão” (Adaptado. Vesentini, J.W. Sociedade e Espaço).
Neste contexto, o agravo dessas doenças ocorre quando:
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“A Usina Hidrelétrica de belo Monte é uma central hidrelétrica que está sendo construída no Rio Xingu, no Pará, nas proximidades da cidade de Altamira. Sua potência instalada será de 11.233 MW, mas por operar num reservatório muito reduzido, deverá produzir efetivamente cerca de 4.500 MW, o que representa aproximadamente 10% do consumo nacional. [...] a queda líquida dessa usina, ou seja, o desnível total da água entre os reservatórios e a saída das turbinas será em torno de 90 m.”
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrelétrica_de_Belo_Monte. Acesso em, 17 de outubro de 2012 (adaptado).
Considerando os dados do texto acima, a aceleração da gravidade g = 10m/s2 e a densidade da água igual a 1 g/cm3, a vazão do Rio Xingu, em litros de água por segundo, deve ser da ordem de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O fogão de lenha aceso era um altar. A gente adorava, sem saber. O fogo. A lenha queimava, perfumando o ar com o cheiro das resinas que a madeira chorava através de suas gretas. E de repente voavam fagulhas estalando e pequenos fogos de artifício. O fogo avermelhava os rostos. A prosa era sempre sobre coisas de antigamente que todos já conheciam. “Pai, conta daquela vez que, pra visitar a mamãe, você atravessou a enchente do rio num tacho do engenho de cana puxado por uma corda...” A conversa era só uma desculpa para estar juntos. A conversa era uma continuação das mãos. As palavras tinham carne. Na sala de visitas, lugar de cadeiras em ângulo reto, o silêncio criava incômodo. Não podia ser. O vazio era o nada. Silêncio seria falta de educação com as visitas. Mas na cozinha, diante do fogo, o silêncio era bem-vindo. Só contemplar o fogo já bastava. Era um silêncio carnudo, cheio de ser, tranquilo e feliz. O fogo incendiava a imaginação. Um espaço com um fogo aceso é um espaço aconchegante. As sombras não param. Movem-se ao sabor da dança das chamas. O fogo tranquiliza a alma, espanta os medos. Faz lugar para os pensamentos vagabundos que não querem nada (Rubem Alves, Correio Popular, 31/07/05).
Observe o trecho a seguir: “E de repente voavam fagulhas estalando e pequenos fogos de artifício.” Em qual das opções abaixo, a parte sublinhada se transforma num complemento verbal?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Entro na realidade cheio de vergonha, prometo corrigir-me. – "Perdão! Perdão!" digo às pessoas que me abalroam porque não me afastei do caminho. As pessoas vão para os seus negócios, nem se voltam, e eu me considero um sujeito mal-educado. Tenho a impressão de que estou cercado de inimigos, e, como caminho devagar, noto que os outros têm demasiada pressa em pisar-me os pés e bater-me nos calcanhares. Quanto mais me vejo rodeado mais me isolo e entristeço. Quero recolher-me, afastar-me daqueles estranhos que não compreendo, ouvir o Currupaco, ler, escrever (Graciliano Ramos, trecho de Angústia).
O fragmento “As pessoas vão para os seus negócios, nem se voltam” apresenta um desvio de norma padrão na seguinte reescrita abaixo:
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