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"Como pode ser questionado, os esforços que cada indivíduo deve despender para alcançar sua subsistência, em que qualquer modificação ínfima de sua estrutura, hábito ou instinto, deixa-o mais adaptado às novas condições, dando-lhe maior vigor e saúde. Na adversidade ele terá uma melhor chance de sobreviver e assim ocorrerá com os descedentes que herdarem essa modificação..." Charles Darwin. Essa declaração, escrita há mais de 100 anos, expressa os seguintes conceitos:
I. evolução por seleção natural;
II. as espécies não são imutáveis, elas sofrem modificações ao longo do tempo;
III. o sucesso adaptativo depende tanto da sobrevivência diferencial quanto da capacidade reprodutiva diferencial dos indivíduos;
II. as espécies não são imutáveis, elas sofrem modificações ao longo do tempo;
III. o sucesso adaptativo depende tanto da sobrevivência diferencial quanto da capacidade reprodutiva diferencial dos indivíduos;
Qual(is) conceito(s) está(ão) correto(s)?
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A máscara da face
Já escrevi aqui sobre o rosto humano, a propósito da descoberta que fizera então, óbvia e surpreendente, de que “estamos na cara”, isto é, em nossa cara. E apesar de já tê-lo dito e de sabê-lo, continuo a me surpreender com esse fato banal, que se torna mais evidente quando vejo um lindo rosto de mulher: ela tem ombros, busto, quadris, coxas e pernas, move-se na quadra de tênis como se voasse – como Maria Sharapova –, mas tudo se resume, para nós, num rosto.
E então pensei no contrário do rosto: pensei na máscara, no que não somos. Porque o rosto é o que somos, inventou-se a máscara, a ocultação do que somos.
Certamente já escreveram sobre isso. Deve haver estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me interessara, até este momento. Lembro-me de que uma das primeiras pinturas rupestres, do paleolítico, mostra uma figura mascarada, que se supõe seja um feiticeiro ou um caçador disfarçado de animal. Se for uma coisa ou outra, o significado de mascarar-se será diferente: sendo o caçador, é um disfarce; se for um feiticeiro,trata-se da representação de uma entidade mítica, dotada de poderes sobrenaturais.
Ao longo da história, em povos e civilizações diferentes, a máscara representava espíritos em geral demoníacos, que participavam de rituais, fosse para exorcizá-los, fosse para atemorizar os membros da comunidade e torná-los obedientes e submissos. Muitas dessas máscaras, que estão hoje em museus de antropologia, exageram na expressão assustadora, na feiura que seria própria dos demônios.
Mas a máscara tem tido funções diferentes nas diferentes culturas, seja como um modo de garantir a vida depois da morte, como no antigo Egito, seja como um modo de enganá-la, cobrindo o rosto do cadáver com uma cara inventada.
Aliás, como é óbvio, a máscara, falso rosto, foi criada para enganar, pelo fato mesmo de que, como ficou dito, nosso rosto somos nós. E, se assim é, ele nos identifica e, portanto, nos denuncia, pelos traços fisionômicos, mas também pela expressão do olhar. De cara exposta, olho no olho, é quase impossível fingir, mentir, enganar, mas, por trás da máscara, estamos a salvo do olhar perscrutador. Não adianta fitar os olhos, se não sabe de quem são.
Devemos admitir que desse olhar perscrutador queremos todos escapar e aí talvez esteja a razão fundamental porque a máscara esteve sempre tão presente na vida dos povos. No Ocidente, particularmente, a partir do desenvolvimento da economia, o olhar que indaga foi se tornando mais agudo e necessário: é que nasceu o comércio, a transação fundada na confiança e, então, segundo Arnaldo Hauser, surge a psicologia. Essa situação fez nascer um outro tipo de máscara, ou seja, o cara-de-pau, que não hesita em se fazer passar pelo que não é. E assim, além da máscara material, existe a de cara limpa. A máscara virtual do fingidor.
E aqui tocamos num ponto que explica, em grande parte, a invenção da máscara pelo homem, o fato de que, se o rosto que temos somos nós, nem sempre queremos expô-lo, porque nem sempre queremos nos expor, não só por autodefesa como também porque não sabemos quem somos e não sabemos, tampouco, se o outro, ao nos olhar, nos vê como somos ou desejamos ser vistos. É que o que somos só ganha realidade pelo reconhecimento do outro, ou seja, não somos, de fato, senão porque nos inventamos tal como queremos que o outro nos reconheça e aprove. Esse personagem inventado, que mostramos ao outro, exige de nós equilíbrio e adequação ao meio social, a fim de que ele nos aceite como pessoa verdadeira e não como um "mascarado".
Essa relação do rosto e da máscara parece decorrer da necessidade que temos de ficar livres do olhar do outro e livres, portanto, de sermos, para ele, aquela mesma pessoa de quem espera as mesmas coisas. Por essa razão, Jean-Paul Sartre dizia que “o inferno são os outros”.
A questão toda é que nem para nós somos os mesmos, sempre, totalmente fiéis aos princípios que decidimos adotar. Ser ético não é jamais se deixar tentar pelo erro e, sim, resistir à tentação, para poder, depois, olhar-se no espelho, sem sentir constrangimento.
Talvez o certo seja dizer que o rosto é a máscara que o acaso biológico nos impôs como identidade e é o espelho que nos informa da cara que é nossa, gostemos ou não. Mas, segundo li, nos Estados Unidos, graças à cirurgia plástica, já se pode trocar o rosto de nascença pelo de uma bela atriz ou de um belo ator, que se admira. E andar com a cara dela (ou dela) pelas ruas da cidade.
(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, de 6/08/08)
Dadas as proposições que seguem, com base em aspectos semânticos e linguísticos do seguinte trecho do sétimo parágrafo: “Devemos admitir que desse olhar perscrutador queremos todos escapar e aí talvez esteja a razão fundamental porque a máscara esteve sempre tão presente na vida dos povos”,
I. Na segunda oração do período, identifica-se o emprego de uma concordância verbal figurada, denominada silepse de pessoa.
II. A palavra “todos” é um pronome substantivo indefinido e exerce função de sujeito da oração subordinada substantiva em que está inserido.
III. A palavra “porque” deveria estar separada por não se tratar de conjunção.
IV. Os vocábulos “sempre” e “tão” apresentam base adverbial e relacionam-se ao adjetivo “presente”.
verifica-se que
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Nas soluções empregadas em laboratórios, as concentrações dos íons H3O+ normalmente são pequenas e uma maneira simples de expressar a concentração hidrogeniônica de uma solução é através do pH. As soluções de ácidos e bases fracas apresentam, em solução, um equilíbrio entre as várias partículas e, neste caso, temos a constante de equilíbrio, ou seja, a constante de ionização. Uma solução 1.10-3 mol.L-1 de ácido bromoacético (BrCH2CO2H) tem constante de ionização igual a 6,3.10-5 e uma solução 1.10-3 mol.L-1 de ácido 4-clorobenzoico (ClC6H4CO2H) tem constante de ionização 1,0.10-4.
Dadas as assertivas seguintes,
I. O ácido 4-clorobenzoico tem pH mais elevado que o ácido bromoacético.
II. O ácido bromoacético é mais fraco que o ácido 4-clorobenzoico.
III. Como as concentrações são iguais, os dois ácidos têm o mesmo pH.
IV. O ácido bromoacético tem pH mais elevado que ácido 4-clorobenzoico.
V. O ácido 4-clorobenzoico é mais fraco que o ácido bromoacético.
II. O ácido bromoacético é mais fraco que o ácido 4-clorobenzoico.
III. Como as concentrações são iguais, os dois ácidos têm o mesmo pH.
IV. O ácido bromoacético tem pH mais elevado que ácido 4-clorobenzoico.
V. O ácido 4-clorobenzoico é mais fraco que o ácido bromoacético.
Verifica-se que está(ão) correto(s) apenas
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O intenso fluxo de metais preciosos da América para a Europa ocasionou um fenômeno denominado de Revolução dos Preços. Isso ocorreu por causa do aumento na cunhagem de moedas de prata, provocando sua desvalorização, ou seja, a perda de seu poder aquisitivo. Podemos dizer que havia muitas pessoas com dinheiro e poucas mercadorias à venda, principalmente no caso dos alimentos.
Sobre a América e Europa no século XVII, é correto afirmar:
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As florestas tropicais ocupam 70% da superfície do planeta; nelas são encontradas mais espécies de plantas e animais que todos os outros biomas juntos. Muitas espécies são endêmicas e 40% dessas florestas encontram-se no Brasil, formando o bioma Amazônia. A maior riqueza dessas florestas é a sua biodiversidade. No Brasil, apesar de haver leis ambientais eficientes (ex.: leis dos crimes ambientais, entre outras), a destruição da floresta amazônica vem ocorrendo de forma veloz e assustadora. Se ações rigorosas não forem tomadas urgentemente, em curtíssimo tempo iremos ver acontecer com a floresta amazônica o mesmo que aconteceu com a Mata Atlântica. Dadas as assertivas seguintes,
I. Aplicação das leis ambientes e uma maior fiscalização dos órgãos ambientais.
II. Desenvolvimento de projetos ambientais envolvendo escolas e comunidades.
III. A transformação de partes da floresta em áreas protegidas, em conjunto com o desenvolvimento de políticas públicas em favor da preservação da floresta.
IV. O incentivo ao desenvolvimento de projetos extrativistas para o uso sustentável da floresta e melhoria da qualidade de vida das populações que tiram o seu sustento da floresta.
verifica-se que
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Em um laboratório, as substâncias são identificadas no rótulo pelo nome e por algumas propriedades químicas. No intuito de descobrir qual a substância armazenada num frasco no qual o rótulo foi retirado, um estudante aplicado de física propôs um experimento. Foram colocados num sistema constituído por vasos comunicantes, o líquido desconhecido e álcool. Como são líquidos imiscíveis, é possível estimar a densidade do líquido medindo a altura das colunas líquidas a partir da superfície de separação desses líquidos. Esses valores são mostrados na figura acima. Consultando a tabela com os valores das densidades de alguns líquidos, disponível nesse laboratório, é provável que o líquido desconhecido seja
| Líquidos | Densidade [g/cm3] |
| Álcool | 0,79 |
| Benzeno | 0,90 |
| Água | 1,00 |
| Mercúrio | 13,60 |
| Hexano | 0,66 |
| Nitroglicerina | 1,60 |
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A questão refere-se ao texto seguinte.

Hebe Camargo, la magia de la televisión brasileña
El País. Juan Arias . Brasil.2012
Hebe Camargo, que falleció a los 83 años el pasado 29 de septiembre, divirtió a los brasileños desde su programa de televisión durante 60 años. Por ello fue llamada La Reina de la Televisión. Camargo (São Paulo, 1929), que antes de llegar a la fama trabajó como empleada de hogar y solo pudo cursar la educación elemental, confesó que no hay nada más triste “que negarle a alguien el derecho a estudiar”. Y ella, sin estudios, se convirtió en la maga de la televisión. Realizó más de 6.000 entrevistas como presentadora de programas en todas las emisoras por las que pasó y conquistó el cariño de todos los hogares, que le perdonaban todos sus fallos en compensación por las horas de diversión que repartía.(…)
Ninguna mujer ha conseguido nunca en Brasil envolver al público con esa simpatía arrolladora. Y a pesar de su escasísima formación, ningún famoso quiso quedarse sin sentarse en el banquillo de su programa para ser entrevistado. Sin conocer idiomas, se las arreglaba para conversar con jefes de Estado, médicos y actores. Nadie que quisiera un suplemento de fama dejaba de aparecer en su programa.
O autor da reportagem refere-se a Hebe Camargo como “Una mujer con una simpatia arrolladora”. A palavra destacada pode ser substituída, sem perder o sentido da referência, por:
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A máscara da face
Já escrevi aqui sobre o rosto humano, a propósito da descoberta que fizera então, óbvia e surpreendente, de que “estamos na cara”, isto é, em nossa cara. E apesar de já tê-lo dito e de sabê-lo, continuo a me surpreender com esse fato banal, que se torna mais evidente quando vejo um lindo rosto de mulher: ela tem ombros, busto, quadris, coxas e pernas, move-se na quadra de tênis como se voasse – como Maria Sharapova –, mas tudo se resume, para nós, num rosto.
E então pensei no contrário do rosto: pensei na máscara, no que não somos. Porque o rosto é o que somos, inventou-se a máscara, a ocultação do que somos.
Certamente já escreveram sobre isso. Deve haver estudos e teorias sobre esse tema, pelo qual nunca me interessara, até este momento. Lembro-me de que uma das primeiras pinturas rupestres, do paleolítico, mostra uma figura mascarada, que se supõe seja um feiticeiro ou um caçador disfarçado de animal. Se for uma coisa ou outra, o significado de mascarar-se será diferente: sendo o caçador, é um disfarce; se for um feiticeiro,trata-se da representação de uma entidade mítica, dotada de poderes sobrenaturais.
Ao longo da história, em povos e civilizações diferentes, a máscara representava espíritos em geral demoníacos, que participavam de rituais, fosse para exorcizá-los, fosse para atemorizar os membros da comunidade e torná-los obedientes e submissos. Muitas dessas máscaras, que estão hoje em museus de antropologia, exageram na expressão assustadora, na feiura que seria própria dos demônios(IV).
Mas a máscara tem tido funções diferentes nas diferentes culturas(II), seja como um modo de garantir a vida depois da morte, como no antigo Egito, seja como um modo de enganá-la, cobrindo o rosto do cadáver com uma cara inventada.
Aliás, como é óbvio, a máscara, falso rosto, foi criada para enganar, pelo fato mesmo de que, como ficou dito, nosso rosto somos nós. E, se assim é, ele nos identifica e, portanto, nos denuncia, pelos traços fisionômicos, mas também pela expressão do olhar. De cara exposta, olho no olho, é quase impossível fingir, mentir, enganar, mas, por trás da máscara, estamos a salvo do olhar perscrutador. Não adianta fitar os olhos, se não sabe de quem são.
Devemos admitir que desse olhar perscrutador queremos todos escapar e aí talvez esteja a razão fundamental porque a máscara esteve sempre tão presente na vida dos povos. No Ocidente, particularmente, a partir do desenvolvimento da economia, o olhar que indaga foi se tornando mais agudo e necessário: é que nasceu o comércio, a transação fundada na confiança e, então, segundo Arnaldo Hauser, surge a psicologia. Essa situação fez nascer um outro tipo de máscara(III), ou seja, o cara-de-pau, que não hesita em se fazer passar pelo que não é. E assim, além da máscara material, existe a de cara limpa. A máscara virtual do fingidor.
E aqui tocamos num ponto que explica, em grande parte, a invenção da máscara pelo homem, o fato de que, se o rosto que temos somos nós, nem sempre queremos expô-lo, porque nem sempre queremos nos expor, não só por autodefesa como também porque não sabemos quem somos e não sabemos, tampouco, se o outro, ao nos olhar, nos vê como somos ou desejamos ser vistos. É que o que somos só ganha realidade pelo reconhecimento do outro, ou seja, não somos, de fato, senão porque nos inventamos tal como queremos que o outro nos reconheça e aprove. Esse personagem inventado, que mostramos ao outro, exige de nós equilíbrio e adequação ao meio social, a fim de que ele nos aceite como pessoa verdadeira e não como um "mascarado".
Essa relação do rosto e da máscara parece decorrer da necessidade que temos de ficar livres do olhar do outro e livres, portanto, de sermos, para ele, aquela mesma pessoa de quem espera as mesmas coisas. Por essa razão, Jean-Paul Sartre dizia que “o inferno são os outros”.
A questão toda é que nem para nós somos os mesmos, sempre, totalmente fiéis aos princípios que decidimos adotar. Ser ético não é jamais se deixar tentar pelo erro e, sim, resistir à tentação(I), para poder, depois, olhar-se no espelho, sem sentir constrangimento.
Talvez o certo seja dizer que o rosto é a máscara que o acaso biológico nos impôs como identidade e é o espelho que nos informa da cara que é nossa, gostemos ou não. Mas, segundo li, nos Estados Unidos, graças à cirurgia plástica, já se pode trocar o rosto de nascença pelo de uma bela atriz ou de um belo ator, que se admira. E andar com a cara dela (ou dela) pelas ruas da cidade.
(Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, de 6/08/08)
Dadas as proposições subsequentes, com base nos aspectos morfossintáticos,
I. Em “Ser ético não é jamais se deixar tentar pelo erro e, sim, resistir à tentação” (10º parágrafo), a conjunção “e” deve ser classificada como coordenativa e inicia oração com valor semântico de oposição.
II. No trecho “Mas a máscara tem tido funções diferentes nas diferentes culturas” (5º parágrafo), os termos em destaque são ambos adjetivos; contudo, apresentam distintas funções sintáticas e foram empregados, também, com sentidos distintos.
III. Os verbos “nascer” e “andar”, presentes em “Essa situação fez nascer um outro tipo de máscara” (7º parágrafo) e em “E andar com a cara dela (ou dela) pelas ruas da cidade” (11º parágrafo), são transitivos e foram empregados com complemento direto e indireto, respectivamente.
IV. No período “Muitas dessas máscaras, que estão hoje em museus de antropologia, exageram na expressão assustadora, na feiura que seria própria dos demônios” (4º parágrafo), os termos destacados são classificados morfologicamente como pronomes relativos e exercem funções sintáticas de sujeito e de objeto direto, respectivamente.
verifica-se que
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1341263
Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Quando a televisão ainda não existia, as novelas já apaixonavam o grande público através do rádio. E se voltarmos um pouco no tempo até mais ou menos o século XIX, vamos encontrá-las, também, sempre no auge da preferência popular. Para o público desse século, que obviamente não tinha rádio nem televisão, era por intermédio da palavra escrita que contavam histórias. Os jornais da época incluíam (numa seção diária) o “folhetim”, onde se apresentavam histórias fictícias, seguidas pelos leitores com o mesmo interesse dado atualmente pelos telespectadores às novelas preferidas. Com o tempo, o termo “folhetim” passou a designar estas mesmas histórias que, depois, vieram a ser chamadas de “romances” [...]. [...] são muitas as semelhanças entre o folhetim e o romance do início do século XIX e boa parte das telenovelas: em ambos encontramos rapazes elegantes e esforçados; jovens belas e solitárias; homens e mulheres cruéis que querem impedir a união das personagens centrais; figuras simpáticas que auxiliam o mocinho e a mocinha; tudo isso temperado com emoção, aventura e mistério, até que cheguemos a um final (geralmente) feliz (Carlos Faraco e outros, em Literatura: autores e época).
Contextualizando no século XIX e com as características mencionadas no texto acima, qual a única opção que apresenta um romance e o movimento literário descritos, respectivamente?
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A descoberta de que o DNA era o material hereditário fez com que diversos pesquisadores voltassem sua atenção para a elucidação da estrutura tridimensional dessa molécula. Nesse sentido, Chargaff e colaboradores, buscando quantificar cada um dos tipos de bases nitrogenadas do DNA de várias espécies, deram uma importante contribuição. Com base nas Regras de Chargaff,considere a seguinte questão: se um fragmento de DNA com 100 pb (pares de base) apresenta um conteúdo de adenina de 30%, qual a quantidade (número de bases) de cada uma das quatros bases nitrogenadas nesta molécula?
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