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Foram encontradas 180 questões.

1722784 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o trecho de um diálogo entre pai e filho, na noite em que este completou 21 anos, extraído do conto Teoria do Medalhão, de Machado de Assis, e responda às questões de números 09 a 13.
– Vejo por aí, meu pai, que vosmecê condena toda e qualquer aplicação de processos modernos.
– Entendamo-nos. Condeno a aplicação, louvo a denominação. O mesmo direi de toda a recente terminologia científica; deves decorá-la. (...) como tens de ser medalhão mais tarde, convém tomar as armas do teu tempo. E de duas uma: – ou elas estarão usadas e divulgadas daqui a trinta anos, ou conservar-se-ão novas; no primeiro caso, pertencem-te de foro próprio; no segundo, podes ter a coquetice de as trazer, para mostrar que também és pintor. De oitiva, com o tempo, irás sabendo a que leis, casos e fenômenos responde toda essa terminologia; porque o método de interrogar os próprios mestres e oficiais da ciência, nos seus livros, estudos e memórias, além de tedioso e cansativo, traz o perigo de inocular idéias novas, e é radicalmente falso. Acresce que no dia em que viesses a assenhorear-te do espírito daquelas leis e fórmulas, serias provavelmente levado a empregá-las com um tal ou qual comedimento, como a costureira esperta e afreguesada, – que, segundo um poeta clássico,
Quanto mais pano tem, mais poupa o corte,
Menos monte alardeia de retalhos;
e este fenômeno, tratando-se de um medalhão, é que não seria científico.
– Upa! que a profissão é difícil!
– E ainda não chegamos ao cabo.
Considere o trecho a seguir para responder às questões de números 09 e 10.
– Vejo por aí, meu pai, que vosmecê condena toda e qualquer aplicação de processos modernos.
– Entendamo-nos. Condeno a aplicação, louvo a denominação.
Ao citar o trecho do “poeta clássico”, o pai pretende que o filho o tome como
 

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1709281 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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¡Cállate, cállate... que me desesperas!
(La voz femenina agota el cerebro del hombre...)
Enunciado 1709281-1
¡Epa... epa! ¿Por qué se enojan bellezas?... una investigación científica detectó que la incapacidad de un caballero para mantener
la atención con lo que le dice una mujer tiene fundamentos científicos.
El estudio se realizó a través de una tecnología especial para poder detectar estos movimientos, de la misma manera que puede verse en una resonancia magnética. La publicación expresa que la voz de la esposa harta al hombre pero, cuidado, que no es por la costumbre, sino que está científicamente comprobado que la voz de las mujeres fatiga (digo yo, por no decir extenúa, cansa... marchite) el cerebro del hombre... ja ja, perdón que me ría. Esta reveladora conclusión fue publicada por “NeuroImage”, una revista de ciencia de la Universidad de Sheffield. Aquí me detengo, vamos a desglosar este punto.
Escuchar a las mujeres se podría sintetizar como: Te dejan “el cerebro” al plato... mientras que en una conversación entre hombres, estos sólo emplearían una parte limitada del encéfalo que se centraría en el núcleo de la conversación y el resto (el hombre puede pensar dos o más cosas al mismo tiempo) se ocuparía de otros temas importantes... la formación de la selección para mañana, Malbec o Cabernet, a quién llamo de arquero para hoy a la noche etc.
Según la revista “las mujeres tienen una voz natural con sonidos más complejos”. El artículo afirma que con este resultado científico, es razonable no poder sostener la atención en el diálogo con una mujer por mucho tiempo. Paro nuevamente; me animo a rebatir este punto con contundencia. Lo complejo no serían los sonidos sino el sentido y la duración de las conversaciones. En la segunda o tercera palabra el cerebro del varón ya no pudo discriminar más y entró en cono de silencio.
(www.weblogs.clarin.com/almacen/archives/2006/11/ callate_callate_que_me_desesperas.html. Adaptado)
El texto pone que “la voz femenina agota el cerebro del hombre”. Esta afirmación equivale a:
 

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1707881 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Enunciado 1707881-1
No texto, o verbo jugar remete, em português, a
 

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1707878 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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¡Cállate, cállate... que me desesperas!
(La voz femenina agota el cerebro del hombre...)
Enunciado 1707878-1
¡Epa... epa! ¿Por qué se enojan bellezas?... una investigación científica detectó que la incapacidad de un caballero para mantener
la atención con lo que le dice una mujer tiene fundamentos científicos.
El estudio se realizó a través de una tecnología especial para poder detectar estos movimientos, de la misma manera que puede verse en una resonancia magnética. La publicación expresa que la voz de la esposa harta al hombre pero, cuidado, que no es por la costumbre, sino que está científicamente comprobado que la voz de las mujeres fatiga (digo yo, por no decir extenúa, cansa... marchite) el cerebro del hombre... ja ja, perdón que me ría. Esta reveladora conclusión fue publicada por “NeuroImage”, una revista de ciencia de la Universidad de Sheffield. Aquí me detengo, vamos a desglosar este punto.
Escuchar a las mujeres se podría sintetizar como: Te dejan “el cerebro” al plato... mientras que en una conversación entre hombres, estos sólo emplearían una parte limitada del encéfalo que se centraría en el núcleo de la conversación y el resto (el hombre puede pensar dos o más cosas al mismo tiempo) se ocuparía de otros temas importantes... la formación de la selección para mañana, Malbec o Cabernet, a quién llamo de arquero para hoy a la noche etc.
Según la revista “las mujeres tienen una voz natural con sonidos más complejos”. El artículo afirma que con este resultado científico, es razonable no poder sostener la atención en el diálogo con una mujer por mucho tiempo. Paro nuevamente; me animo a rebatir este punto con contundencia. Lo complejo no serían los sonidos sino el sentido y la duración de las conversaciones. En la segunda o tercera palabra el cerebro del varón ya no pudo discriminar más y entró en cono de silencio.
(www.weblogs.clarin.com/almacen/archives/2006/11/ callate_callate_que_me_desesperas.html. Adaptado)
De acordo com a informação constante do segundo parágrafo,
 

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1703784 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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French geographer Jean Gottmann (1915-1994) studied the northeastern United States during the 1950s and published a book in 1961 that described the region as a vast metropolitan area over 500 miles long stretching from Boston in the north to Washington, D.C. in the south. This area and its urban spaces (and the title of Gottmann’s book) were called Megalopolis. This is the modern origin of this term.
The term Megalopolis is derived from Greek and means “very large city.” A group of Ancient Greeks – architects from Athens – actually planned to construct a huge city on the Peloponnese Peninsula. Their plan didn’t work out but the small city of Megalopolis was constructed there and exists to this day.
Na 5.ª linha, a palavra its refere-se a
 

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1703772 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Enunciado 1703772-1
(www.creators.com/comics)
 

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1689712 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o trecho de um diálogo entre pai e filho, na noite em que este completou 21 anos, extraído do conto Teoria do Medalhão, de Machado de Assis, e responda às questões de números 09 a 13.
– Vejo por aí, meu pai, que vosmecê condena toda e qualquer aplicação de processos modernos.
– Entendamo-nos. Condeno a aplicação, louvo a denominação. O mesmo direi de toda a recente terminologia científica; deves decorá-la. (...) como tens de ser medalhão mais tarde, convém tomar as armas do teu tempo. E de duas uma: – ou elas estarão usadas e divulgadas daqui a trinta anos, ou conservar-se-ão novas; no primeiro caso, pertencem-te de foro próprio; no segundo, podes ter a coquetice de as trazer, para mostrar que também és pintor. De oitiva, com o tempo, irás sabendo a que leis, casos e fenômenos responde toda essa terminologia; porque o método de interrogar os próprios mestres e oficiais da ciência, nos seus livros, estudos e memórias, além de tedioso e cansativo, traz o perigo de inocular idéias novas, e é radicalmente falso. Acresce que no dia em que viesses a assenhorear-te do espírito daquelas leis e fórmulas, serias provavelmente levado a empregá-las com um tal ou qual comedimento, como a costureira esperta e afreguesada, – que, segundo um poeta clássico,
Quanto mais pano tem, mais poupa o corte,
Menos monte alardeia de retalhos;
e este fenômeno, tratando-se de um medalhão, é que não seria científico.
– Upa! que a profissão é difícil!
– E ainda não chegamos ao cabo.
Considere o trecho a seguir para responder às questões de números 09 e 10.
– Vejo por aí, meu pai, que vosmecê condena toda e qualquer aplicação de processos modernos.
– Entendamo-nos. Condeno a aplicação, louvo a denominação.
Em – Condeno a aplicação, louvo a denominação. – a relação entre as duas orações é corretamente expressa pela conjunção
 

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1689619 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Marion tem bulimia nervosa. Leia o que ela está afirmando sobre o local de seu tratamento e selecione a alternativa que mostra onde ela buscou assistência.
Marion: It’s a lovely place! And a very special one! Yes, it is in a warm State, and was conceived by people who have had some kind of eating disorder.
 

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1688687 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Your gall bladder may need to be removed when__________ stones in it or in the duct leading from the gall bladder. The stones___________ cause swelling or infection.
(www.healthinfotranslations.com. Adaptado)
 

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1681920 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Ensaio sobre a cegueira
Gosto dos romances e dos filmes apocalípticos, ou seja, das histórias em que algum tipo de fim do mundo (guerra nuclear, invasão extraterrestre, epidemia etc.) nos força a encarar uma versão laica e íntima do Juízo Final. Nessa versão, Deus não avalia nosso passado, mas, enquanto o mundo desaba, nosso desempenho mostra quem somos realmente. No desamparo, quando o tecido social se esfarela e as normas perdem força e valor, conhecemos, enfim, nosso estofo “verdadeiro”. Somos capazes do melhor ou do pior: o apocalipse nos testa e nos revela.
O primeiro romance apocalíptico (de 1826) talvez tenha sido “O Último Homem”, de Mary Shelley, que é também a autora de “Frankenstein”. De fato, as duas obras são animadas pelo mesmo sonho: uma criatura radicalmente nova pode ser fabricada em um necrotério ou nascer das cinzas da civilização. Em ambos os casos, ela será sem história, sem ascendência, sem comunidade e, portanto, penosamente livre. No romance de Shelley, aliás, a causa da catástrofe é uma epidemia, como no “Ensaio sobre a Cegueira”, de Saramago, que é agora levado para o cinema por Fernando Meirelles.
A obra de Meirelles é fiel ao livro que a inspira, mas, para contar a mesma história, consegue inventar uma eloqüência própria. Por exemplo, banha o filme uma luz esbranquiçada e difusa que não é apenas (como muitos apontaram) uma evocação da cegueira branca que aflige a humanidade: é a atmosfera ordinária de nosso universo desbotado, em que a trivialidade do cotidiano desvanece os contrastes – até que as sombras e os brilhos sejam revelados na “hora do vamos ver”, que acontece, paradoxalmente, porque todos (ou quase todos) perdem a visão.
No “Ensaio sobre a Cegueira”, diferente do que acontece em muitas narrativas apocalípticas, a heroína é uma mulher, e as mulheres são as depositárias da esperança; elas saem engrandecidas pelas provas da situação extrema. São elas que, para o bem de todos, entregam-se aos estupradores, aviltando não elas mesmas, mas os que as violentam, com uma coragem que salienta a covardia dos maridos ciumentos ou zelosos de sua “honra”. São elas que sabem cuidar de uma criança ou matar quando é preciso. São elas que reinventam a amizade em algumas cenas memoráveis do filme.
Aviso, caso, um dia, a gente tenha que recomeçar tudo do zero: em geral, as mulheres sabem, melhor do que os homens, o que é essencial na vida.
(Contardo Calligaris. Folha de S.Paulo, 18.09.2008. Adaptado)
O paradoxo mencionado pelo autor no final do terceiro parágrafo
– ... até que as sombras e os brilhos sejam revelados na
“hora do vamos ver”, que acontece, paradoxalmente, porque
todos (ou quase todos) perdem a visão. – refere-se ao fato de
 

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