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Foram encontradas 180 questões.

2376014 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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CLIMATOLOGIA DA PRECIPITAÇÃO EM ALAGOAS

(ABRIL, MAIO E JUNHO DE 2008)

Regiões ambientais

Precipitação

(milímetros)

Sertão 127,7
Sertão do São Francisco 69,4
Agreste 138,1
Baixo São Francisco 195,9
Zona da Mata 201,0
Litoral 235,5

(Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado de Alagoas)

Observando a tabela e utilizando seus conhecimentos sobre as paisagens naturais e econômicas de Alagoas, pode-se afirmar que

 

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2376008 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Química
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Caso a concentração de monóxido de carbono no ar de uma cidade atinja a marca de 46 000 μg.m–3, deve ser decretado o nível de emergência, que implica na proibição da circulação de veículos movidos a gasolina.
Ao nível do mar e à temperatura de 27 ºC, essa concentração de monóxido de carbono corresponde a uma pressão parcial desse gás, no ar, aproximadamente igual a
Dados: R = 0,082 atm.L.K–1.mol–1
massa molar do CO = 28 g.mol–1; 1m3 = 103L
 

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2375956 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Certa massa de gás ideal é aquecida e passa pela transformação ilustrada no gráfico da pressão (p), em função do volume (V) da figura. Durante o processo, sua energia interna sofre um acréscimo de 110 J.
Enunciado 2701566-1
Sabendo que 1 atm = 1,0 × 105 Pa e que 1 m3 = 103 L, o trabalho realizado pelo gás e o calor por ele recebido nessa transformação serão, respectivamente, em joules, de
 

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1748703 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Entrevista a Woody Allen
NUEVA YORK – Es más serio, más oscuro, más pesimista de lo que cualquiera podría imaginar. Woody Allen, uno de los más grandes cineastas de todos los tiempos, el creador de varias decenas de obras maestras, cree que la vida se divide entre lo miserable y lo horrible, que es una tragedia y que con la muerte todo acaba. Nada hay más allá, cree saber. Y eso lo fastidia.
Es el mismo Woody Allen, el de las gafas que son su marca registrada, el obsesivo e hipocondríaco, el admirador de Ingmar Bergman y el lector confieso de Jorge Luis Borges. Pero está distinto, más viejo.
– La crítica coincide en que con “Melinda y Melinda” ha retornado a la senda de sus mejores obras. ¿Usted se siente satisfecho con la película?
– Siempre he tenido una confianza extrema mientras escribo. Luego, cuando filmo, me siento más o menos cómodo, y después, cuando edito y veo lo que he hecho [chasquea sus dedos] toda mi confianza se desvanece. “¡Mi Dios! ¿Qué hice? ¡Tenía una percepción maravillosa... y grabé esto!”, pienso, pero no puedo tirar todo a la basura. Hago lo mejor que puedo cuando edito la película y me la saco de encima. Entonces entra la audiencia y a veces les gusta la película y a veces no, pero nunca saben lo que yo tenía en mente. A veces me gustaría decirles: “¡Ustedes no se dan cuenta de las ideas maravillosas que tenía y de cómo las arruiné! ¡Sólo han visto el 50 por ciento, el 20 por ciento de mi idea!” Si sólo pudiera rehacer mis películas, realmente podría hacerlas mejor. Así que, volviendo a su pregunta, no, nunca quedo feliz. Sólo una o dos películas me dejaron satisfecho en toda mi vida y no pienso decirle cuáles son.
– ¿Pensó en filmarla otra vez?
– No es tan fácil. Trabajo con un presupuesto muy bajo para los estándares de la industria. En Estados Unidos el costo medio de una película ronda los 50 ó los 60 millones de dólares, y ahora películas de cien millones de dólares son bastantes comunes, mientras que yo nunca consigo hacer películas de más de 12 ó 13 millones de dólares, por lo que no tengo el margen para rehacerlas. Filmar se ha convertido en algo prohibitivamente caro, en particular para quienes carecemos del dinero suficiente para armar algo parecido a “El aviador” [de Martin Scorsese, con Leonardo DiCaprio]. Recaudar semejante dinero es algo impensable para mí.
(www.adncultura.lanacion.com.ar/nota.asp? nota_id=939615&origen=relacionadas )
En el primer párrafo, se puede sustituir, sin cambio de sentido, lo fastidia por
 

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1745682 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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For the ancient Greeks, Creation was multiple and unending; humans are made over and over again; by the gods, from ashes, from stones, from the sea. Early Greek science and philosophy share this view of creation as violent, fluid, and never-ending.
(www.independent.com.uk. Adaptado)
Selecione a alternativa que contém duas palavras sinônimas no texto.
 

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1743675 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Ensaio sobre a cegueira
Gosto dos romances e dos filmes apocalípticos, ou seja, das histórias em que algum tipo de fim do mundo (guerra nuclear, invasão extraterrestre, epidemia etc.) nos força a encarar uma versão laica e íntima do Juízo Final. Nessa versão, Deus não avalia nosso passado, mas, enquanto o mundo desaba, nosso desempenho mostra quem somos realmente. No desamparo, quando o tecido social se esfarela e as normas perdem força e valor, conhecemos, enfim, nosso estofo “verdadeiro”. Somos capazes do melhor ou do pior: o apocalipse nos testa e nos revela.
O primeiro romance apocalíptico (de 1826) talvez tenha sido “O Último Homem”, de Mary Shelley, que é também a autora de “Frankenstein”. De fato, as duas obras são animadas pelo mesmo sonho: uma criatura radicalmente nova pode ser fabricada em um necrotério ou nascer das cinzas da civilização. Em ambos os casos, ela será sem história, sem ascendência, sem comunidade e, portanto, penosamente livre. No romance de Shelley, aliás, a causa da catástrofe é uma epidemia, como no “Ensaio sobre a Cegueira”, de Saramago, que é agora levado para o cinema por Fernando Meirelles.
A obra de Meirelles é fiel ao livro que a inspira, mas, para contar a mesma história, consegue inventar uma eloqüência própria. Por exemplo, banha o filme uma luz esbranquiçada e difusa que não é apenas (como muitos apontaram) uma evocação da cegueira branca que aflige a humanidade: é a atmosfera ordinária de nosso universo desbotado, em que a trivialidade do cotidiano desvanece os contrastes – até que as sombras e os brilhos sejam revelados na “hora do vamos ver”, que acontece, paradoxalmente, porque todos (ou quase todos) perdem a visão.
No “Ensaio sobre a Cegueira”, diferente do que acontece em muitas narrativas apocalípticas, a heroína é uma mulher, e as mulheres são as depositárias da esperança; elas saem engrandecidas pelas provas da situação extrema. São elas que, para o bem de todos, entregam-se aos estupradores, aviltando não elas mesmas, mas os que as violentam, com uma coragem que salienta a covardia dos maridos ciumentos ou zelosos de sua “honra”. São elas que sabem cuidar de uma criança ou matar quando é preciso. São elas que reinventam a amizade em algumas cenas memoráveis do filme.
Aviso, caso, um dia, a gente tenha que recomeçar tudo do zero: em geral, as mulheres sabem, melhor do que os homens, o que é essencial na vida.
(Contardo Calligaris. Folha de S.Paulo, 18.09.2008. Adaptado)
De acordo com o autor, narrativas apocalípticas
 

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1741342 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Assinale a alternativa em que o sinal indicativo da crase está corretamente empregado, de acordo com a norma culta.
 

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1739991 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Considere o poema, parte de Invenções de Orfeu, de Jorge de Lima, para responder às questões de números 18 a 20.
Agora, escutai-me
que eu falo de mim;
ouvi que sou eu,
sou eu, eu em mim;
tocai esses cravos
já feitos pra mim,
suores de sangue,
pressuados sem poros,
verônica herdada,
sem face do ser.
Embora; escutai-me,
que eu falo com a voz
inata que diz
que a voz não é essa
que fala por mim,
talvez minha fala
saída de ti.
Os termos agora e embora, que iniciam cada uma das duas estrofes, indicam, respectivamente, idéia de
 

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1732471 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Entrevista a Woody Allen
NUEVA YORK – Es más serio, más oscuro, más pesimista de lo que cualquiera podría imaginar. Woody Allen, uno de los más grandes cineastas de todos los tiempos, el creador de varias decenas de obras maestras, cree que la vida se divide entre lo miserable y lo horrible, que es una tragedia y que con la muerte todo acaba. Nada hay más allá, cree saber. Y eso lo fastidia.
Es el mismo Woody Allen, el de las gafas que son su marca registrada, el obsesivo e hipocondríaco, el admirador de Ingmar Bergman y el lector confieso de Jorge Luis Borges. Pero está distinto, más viejo.
– La crítica coincide en que con “Melinda y Melinda” ha retornado a la senda de sus mejores obras. ¿Usted se siente satisfecho con la película?
– Siempre he tenido una confianza extrema mientras escribo. Luego, cuando filmo, me siento más o menos cómodo, y después, cuando edito y veo lo que he hecho [chasquea sus dedos] toda mi confianza se desvanece. “¡Mi Dios! ¿Qué hice? ¡Tenía una percepción maravillosa... y grabé esto!”, pienso, pero no puedo tirar todo a la basura. Hago lo mejor que puedo cuando edito la película y me la saco de encima. Entonces entra la audiencia y a veces les gusta la película y a veces no, pero nunca saben lo que yo tenía en mente. A veces me gustaría decirles: “¡Ustedes no se dan cuenta de las ideas maravillosas que tenía y de cómo las arruiné! ¡Sólo han visto el 50 por ciento, el 20 por ciento de mi idea!” Si sólo pudiera rehacer mis películas, realmente podría hacerlas mejor. Así que, volviendo a su pregunta, no, nunca quedo feliz. Sólo una o dos películas me dejaron satisfecho en toda mi vida y no pienso decirle cuáles son.
– ¿Pensó en filmarla otra vez?
– No es tan fácil. Trabajo con un presupuesto muy bajo para los estándares de la industria. En Estados Unidos el costo medio de una película ronda los 50 ó los 60 millones de dólares, y ahora películas de cien millones de dólares son bastantes comunes, mientras que yo nunca consigo hacer películas de más de 12 ó 13 millones de dólares, por lo que no tengo el margen para rehacerlas. Filmar se ha convertido en algo prohibitivamente caro, en particular para quienes carecemos del dinero suficiente para armar algo parecido a “El aviador” [de Martin Scorsese, con Leonardo DiCaprio]. Recaudar semejante dinero es algo impensable para mí.
(www.adncultura.lanacion.com.ar/nota.asp? nota_id=939615&origen=relacionadas )
Acerca de la palabra mientras, destacada en el cuarto párrafo, se puede decir que establece entre las oraciones que enlaza una relación de
 

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1722847 Ano: 2008
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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¡Cállate, cállate... que me desesperas!
(La voz femenina agota el cerebro del hombre...)
Enunciado 1722847-1
¡Epa... epa! ¿Por qué se enojan bellezas?... una investigación científica detectó que la incapacidad de un caballero para mantener
la atención con lo que le dice una mujer tiene fundamentos científicos.
El estudio se realizó a través de una tecnología especial para poder detectar estos movimientos, de la misma manera que puede verse en una resonancia magnética. La publicación expresa que la voz de la esposa harta al hombre pero, cuidado, que no es por la costumbre, sino que está científicamente comprobado que la voz de las mujeres fatiga (digo yo, por no decir extenúa, cansa... marchita) el cerebro del hombre... ja ja, perdón que me ría. Esta reveladora conclusión fue publicada por “NeuroImage”, una revista de ciencia de la Universidad de Sheffield. Aquí me detengo, vamos a desglosar este punto.
Escuchar a las mujeres se podría sintetizar como: Te dejan “el cerebro” al plato... mientras que en una conversación entre hombres, estos sólo emplearían una parte limitada del encéfalo que se centraría en el núcleo de la conversación y el resto (el hombre puede pensar dos o más cosas al mismo tiempo) se ocuparía de otros temas importantes... la formación de la selección para mañana, Malbec o Cabernet, a quién llamo de arquero para hoy a la noche etc.
Según la revista “las mujeres tienen una voz natural con sonidos más complejos”. El artículo afirma que con este resultado científico, es razonable no poder sostener la atención en el diálogo con una mujer por mucho tiempo. Paro nuevamente; me animo a rebatir este punto con contundencia. Lo complejo no serían los sonidos sino el sentido y la duración de las conversaciones. En la segunda o tercera palabra el cerebro del varón ya no pudo discriminar más y entró en cono de silencio.
(www.weblogs.clarin.com/almacen/archives/2006/11/ callate_callate_que_me_desesperas.html. Adaptado)
Se passarmos a frase ¡Cállate, cállate... que me desesperas! para a forma de tratamento usted, teremos:
 

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