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Frente à necessidade de desenvolvimento de novas classes de antibióticos, diversas pesquisas têm sido desenvolvidas com produtos naturais, sejam de origem vegetal ou animal, visando à detecção e caracterização de compostos químicos com propriedades terapêuticas, entre elas a antibacteriana.
GONÇALVES, A.L.; ALVES FILHO, A.; MENEZES, H.
Atividade Antimicrobiana do mel da abelha nativa sem ferrão Nannotrigona testaceicornis (Hymenoptera: Apidae, meliponini). Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.72, n.04, pp. 455-459, out/dez., 2005.
Uma pesquisadora avaliou a atividade antibacteriana de um mel proveniente de uma determinada região, e para o experimento, foram utilizadas linhagens de Escherichia coli e Staphylococcus aureus.
Em relação ao estudo, assinale a alternativa correta.
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Texto para a questão.

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/cultura/
megazine/contestador-armandinhoganha- fama-no-facebook-8027174> Acesso em: fev. 2018.
No segundo quadro do texto, Armandinho interrompe a fala de Fê quando ela começava a definir “machismo” a ele: “Machismo” é a ilusão que muitas pessoas têm de que...”.
Apesar da interrupção, as palavras sublinhadas são classificadas respectivamente como:
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Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.
48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.
Assinale a alternativa correta em relação à aplicação da norma culta no emprego de pronomes realizada no primeiro quadro da tira.
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Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.
48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.
Na tirinha, Fê conversa com Camilo sobre o que ela considera ser machismo na cerimônia de casamento, enquanto Pudim diz a Armandinho que tudo aquilo que a garota questiona é algo natural.
Nas falas atribuídas à menina, o verbo ter aparece em Tem casamentos [...] (quadro 1) e em [...] essas coisas têm significados! (quadro 2).
Em relação a esses empregos do verbo ter, assinale a alternativa correta.
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
O Editorial da Gazeta do Povo, intitulado “Derrotados pelo mosquito”, sinaliza a posição do jornal em relação à comprovação de casos de febre amarela no Brasil. No trecho “[...] a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas [...]”, podem-se notar, respectivamente, as ideias de:
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
A palavra ressurgimento, que aparece no primeiro parágrafo do texto, apresenta processo de formação semelhante ao que contém o termo:
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
No último parágrafo, em Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos, a correlação verbal contribui para construir o sentido de que a febre amarela era um desastre anunciado.
A classificação dos tempos e modos verbais de “registrava” e “voltaria”, nessa correlação, é respectivamente:
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Texto para a questão.

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/cultura/
megazine/contestador-armandinhoganha- fama-no-facebook-8027174> Acesso em: fev. 2018.
Em Pai, o que é “machismo”? e em Não se mete, Fê!, a vírgula foi usada para
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Disponível em: <http://www.paulista40graus.com/charge-do-dia-117/>. Acesso em: fev. 2017.
A temática referente à expectativa de vida entre jovens é tratada no texto de Duke. A relação entre “ser” e “crescer” é estabelecida na fala de um dos personagens e refere-se à pergunta que geralmente se faz a qualquer criança: “O que você quer ser quando crescer?”. No caso, um garoto pergunta ao outro “O que você quer ser se crescer?”.
Assinale a alternativa correta que, respectiva e adequadamente, indica o sentido das conjunções quando e se:
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Disponível em: https://www.humorpolitico.com.br/?
s=couro#wdi1/15784693175696105 87_5832265376 Acesso em: ago. 2017
Analise o texto acima e assinale a alternativa correta quanto ao seu gênero textual.
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