Foram encontradas 40 questões.
Um dos primeiros sintomas do descompasso entre produção e demanda é a crise vivida hoje pela indústria mundial de alimentos. No início deste ano, o preço global da comida bateu recordes históricosa. Protestos eclodiram pelo mundo. No Oriente Médio, o preço do pão foi o estopim para as revoltas popularesc que, desde 2010, derrubaram os regimes da Tunísia e do Egito, levaram a Líbia à guerra civil e são reprimidas na Síria e no Iêmen. Em 2009, o grupo dos países mais ricos (G8) atribuiu ao preço dos alimentos a mesma importância que à crise das hipotecasd para a economia global. Neste ano, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, líder do grupo dos 20 principais países (G20), quer colocar a comida no topo da agenda. Segundo alguns, a era da comida barata acaboub. E o problema deve piorar à medida que a população humana caminha para os 9 bilhões, previstos para 2043, segundo a ONU. Mantendo os padrões atuais de consumo e as previsões para os próximos anos, os fazendeiros terão de elevar em 60% a produção de grãos, dos atuais 2,5 bilhões para 4 bilhões de toneladas. Equivale a dez vezes a produção do Brasil, o quarto maior produtor de grãos, que colherá em 2011 uma safra recorde de 153 milhões de toneladas.
Assinale a alternativa em que a vírgula NÃO foi empregada para separar expressão indicativa de tempo ou lugar.
Provas
Um dos primeiros sintomas do descompasso entre produção e demanda é a crise vivida hoje pela indústria mundial de alimentos. No início deste ano, o preço global da comida bateu recordes históricos. Protestos eclodiram pelo mundo. No Oriente Médio, o preço do pão foi o estopim para as revoltas populares que, desde 2010, derrubaram os regimes da Tunísia e do Egito, levaram a Líbia à guerra civil e são reprimidas na Síria e no Iêmen. Em 2009, o grupo dos países mais ricos (G8) atribuiu ao preço dos alimentos a mesma importância que à crise das hipotecas para a economia global. Neste ano, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, líder do grupo dos 20 principais países (G20), quer colocar a comida no topo da agenda. Segundo alguns, a era da comida barata acabou. E o problema deve piorar à medida que a população humana caminha para os 9 bilhões, previstos para 2043, segundo a ONU. Mantendo os padrões atuais de consumo e as previsões para os próximos anos, os fazendeiros terão de elevar em 60% a produção de grãos, dos atuais 2,5 bilhões para 4 bilhões de toneladas. Equivale a dez vezes a produção do Brasil, o quarto maior produtor de grãos, que colherá em 2011 uma safra recorde de 153 milhões de toneladas.
No trecho o preço do pão foi o estopim para as revoltas populares, o sentido do termo grifado NÃO é:
Provas
Um dos primeiros sintomas do descompasso entre produção e demanda é a crise vivida hoje pela indústria mundial de alimentos. No início deste ano, o preço global da comida bateu recordes históricos. Protestos eclodiram pelo mundo. No Oriente Médio, o preço do pão foi o estopim para as revoltas populares que, desde 2010, derrubaram os regimes da Tunísia e do Egito, levaram a Líbia à guerra civil e são reprimidas na Síria e no Iêmen. Em 2009, o grupo dos países mais ricos (G8) atribuiu ao preço dos alimentos a mesma importância que à crise das hipotecas para a economia global. Neste ano, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, líder do grupo dos 20 principais países (G20), quer colocar a comida no topo da agenda. Segundo alguns, a era da comida barata acabou. E o problema deve piorar à medida que a população humana caminha para os 9 bilhões, previstos para 2043, segundo a ONU. Mantendo os padrões atuais de consumo e as previsões para os próximos anos, os fazendeiros terão de elevar em 60% a produção de grãos, dos atuais 2,5 bilhões para 4 bilhões de toneladas. Equivale a dez vezes a produção do Brasil, o quarto maior produtor de grãos, que colherá em 2011 uma safra recorde de 153 milhões de toneladas.
A qual ano a expressão No início deste ano refere-se?
Provas
Um dos primeiros sintomas do descompasso entre produção e demanda é a crise vivida hoje pela indústria mundial de alimentos. No início deste ano, o preço global da comida bateu recordes históricos. Protestos eclodiram pelo mundo. No Oriente Médio, o preço do pão foi o estopim para as revoltas populares que, desde 2010, derrubaram os regimes da Tunísia e do Egito, levaram a Líbia à guerra civil e são reprimidas na Síria e no Iêmen. Em 2009, o grupo dos países mais ricos (G8) atribuiu ao preço dos alimentos a mesma importância que à crise das hipotecas para a economia global. Neste ano, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, líder do grupo dos 20 principais países (G20), quer colocar a comida no topo da agenda. Segundo alguns, a era da comida barata acabou. E o problema deve piorar à medida que a população humana caminha para os 9 bilhões, previstos para 2043, segundo a ONU. Mantendo os padrões atuais de consumo e as previsões para os próximos anos, os fazendeiros terão de elevar em 60% a produção de grãos, dos atuais 2,5 bilhões para 4 bilhões de toneladas. Equivale a dez vezes a produção do Brasil, o quarto maior produtor de grãos, que colherá em 2011 uma safra recorde de 153 milhões de toneladas.
Sobre as ideias contidas no trecho, assinale a afirmativa correta.
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécie já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanasa são a força mais relevante para moldar a superfície da Terra. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa genteb pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícola, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundo, capazes de nutrir uma revolução tecnológica verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoas, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadoresc, à medida que a população cresced, também aumenta a velocidade de nossa evolução. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
Assinale a alternativa que apresenta um nome e a caracterização dele, ou seja, um substantivo acompanhado de um adjetivo.
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécie já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanas são a força mais relevante para moldar a superfície da Terra. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa gente pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícola, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundo, capazes de nutrir uma revolução tecnológica verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoas, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadores, à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evolução. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
Assinale a alternativa em que todos os verbos denotam ideia de futuro.
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécied já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanasa são a força mais relevante para moldar a superfície da Terra. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa gente pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícola, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundo, capazes de nutrir uma revolução tecnológicab verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoas, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadores, à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evoluçãoc. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
A expressão dos humanos, no título da reportagem, remete no texto a
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécie já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanas são a força mais relevante para moldar a superfície da Terra. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa gente pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícola, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundo, capazes de nutrir uma revolução tecnológica verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoas, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadores, à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evolução. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
No trecho à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evolução, o conector introduz ideia de
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécie já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanas são a força mais relevante para moldar a superfície da Terrac. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa gente pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícolaa, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundob, capazes de nutrir uma revolução tecnológica verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoasd, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadores, à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evolução. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
Qual trecho indica a ideia básica desenvolvida na reportagem?
Provas
O mundo chegará a 7 bilhões de pessoas neste ano. Nossa espécie já ocupa tanto espaço, com plantações, cidades, estradas, poluição e lixo, que, para os cientistas, entramos em novo período geológico: o Antropoceno. Agora, as atividades humanas são a força mais relevante para moldar a superfície da Terra. Alimentar, vestir e dar conforto a toda essa gente pode exaurir os recursos naturais. Um dos principais desafios é produzir uma nova geração agrícola, que atenda não só às necessidades básicas, mas também ao paladar mais exigente da população emergente. Gerar energia para produzir bens e serviços sem emitir gases poluentes que agravam as mudanças climáticas exigirá decisões difíceis, em alguns casos impopulares. Mas uma população maior também significa mais cérebros criativos no mundo, capazes de nutrir uma revolução tecnológica verde. Essas pessoas viverão em megalópoles, onde se multiplicarão os problemas atuais de trânsito, lixo e falta de espaço. Esses centros urbanos também são um terreno fértil para uma nova classe de pessoas, mais conectadas, dinâmicas – e talvez até mais inteligentes. Segundo alguns pesquisadores, à medida que a população cresce, também aumenta a velocidade de nossa evolução. E, de certa forma, da própria evolução do planeta.
Qual termo liga-se ao sentido do título da reportagem?
Provas
Caderno Container