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Foram encontradas 90 questões.

1283078 Ano: 2019
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O gráfico representa a velocidade escalar de um nadador em função do tempo, durante um ciclo completo de braçadas em uma prova disputada no estilo nado de peito, em uma piscina.
enunciado 2074183-1
(www.if.ufrj.br. Adaptado.)
Considerando que, em um trecho de comprimento 36 m, o nadador repetiu esse ciclo de braçadas e manteve o ritmo de seu nado constante, o número de braçadas completas dadas por ele foi em torno de
 

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1283072 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Combate ao Aedes aegypti
O Ministério da Saúde convoca a população brasileira a manter permanentemente a mobilização nacional pelo combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de quatro tipos de dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
enunciado 2074177-1 O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano.
(http://portalms.saude.gov.br. Adaptado.)
Uma pessoa contraiu febre amarela, tratou-se e, algum tempo depois, contraiu dengue tipo 2. Supondo que essa pessoa resida em uma cidade onde circulam com a mesma prevalência os vírus causadores de todas essas doenças, e que essa pessoa venha a adquirir duas delas, a probabilidade de que essas doenças sejam dengue e chikungunya, nessa ordem, é
 

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1282352 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Para obter energia térmica, com a finalidade de fundir determinada massa de gelo, produziu-se a combustão de um mol de gás butano (C 4 H 10), a 1 atm e a 25 ºC. A reação de combustão desse gás é:

C 4 H 10 (g) + !$ 13\large \over2 !$ O 2 (g) 4CO 2 (g) + 5H 2O ( !$ \boldsymbol{\ell} !$)

As entalpias-padrão de formação (ΔH) das substâncias citadas estão indicadas na tabela:

Substância ΔH (kJ/mol)
C4H10 (g) –126
CO2 (g) –393
H2O (!$ \boldsymbol{\ell} !$) –286
O2 (g) zero

Considerando que a energia térmica proveniente dessa reação foi integralmente absorvida por um grande bloco de gelo a 0 ºC e adotando 320 J/g para o calor latente de fusão do gelo, a massa de água líquida obtida a 0 ºC, nesse processo, pelo derretimento do gelo foi de, aproximadamente,

 

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1282210 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Nem existia Brasil no começo dessa história. Existiam o Peru e o México, no contexto pré-colombiano, mas Argentina, Brasil, Chile, Estados Unidos, Canadá, não. No que seria o Brasil, havia gente no Norte, no Rio, depois no Sul, mas toda essa gente tinha pouca relação entre si até meados do século XVIII. E há aí a questão da navegação marítima, torna-se importante aprender bem história marítima, que é
ligada à geografia. [...] Essa compreensão me deu muita liberdade para ver as relações que Rio, Pernambuco e Bahia tinham com Luanda. Depois a Bahia tem muito mais relação com o antigo Daomé, hoje Benin, na Costa da Mina. Isso formava um todo, muito mais do que o Brasil ou a América portuguesa. [...]
Nunca os missionários entraram na briga para saber se o africano havia sido ilegalmente escravizado ou não, mas a escravidão indígena foi embargada pelos missionários desde o começo, e isso também é um pouco interesse dos negreiros, ou seja, que a escravidão africana predomine. [...] A escravização tem dois processos: o primeiro é a despersonalização, e o segundo é a dessocialização.
enunciado 2073533-1
(Luiz Felipe de Alencastro. Entrevista a Mariluce Moura. “O observador do Brasil no Atlântico Sul”. In: Revista Pesquisa Fapesp, no 188, outubro de 2011.)
O texto estabelece a formação do Brasil a partir da navegação marítima, o que implica reconhecer a importância
 

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1281959 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Analise os diagramas.
enunciado 2073320-1
(Dirce Maria A. Suertegaray (org.). Terra: feições ilustradas, 2008. Adaptado.)
Esses diagramas demonstram o processo de
 

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1265456 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Para responder às questões de 02 a 06, leia o trecho de uma carta enviada por Antônio Vieira ao rei D. João IV em 4 de abril de 1654.
No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.
Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.
Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.
Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu- me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”
São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.
Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.
(Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)
1 V. M.: Vossa Majestade.
Sempre que haja necessidade expressiva de reforço, de ênfase, pode o objeto direto vir repetido. Essa reiteração recebe o nome de objeto direto pleonástico.
(Adriano da Gama Kury. Novas lições de análise sintática, 1997. Adaptado.)
Antônio Vieira recorre a esse recurso expressivo em:
 

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1265317 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Examine os gráficos.
Gráfico 1
enunciado 2072605-1
Gráfico 2
enunciado 2072605-2
(http://pt.climate-data.org)
As dinâmicas climáticas representadas nos gráficos 1 e 2 correspondem, respectivamente, aos espaços retratados em
 

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1260711 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Tate Modern – London
Hélio Oiticica
Until Summer 2019
enunciado 2072325-1
(Hélio Oiticica. Tropicália, Penetrables PN2 “Purity is a myth” and PN3 “Imagetical”, 1966-1967.)
Tropicália
Tropicália is used to describe the explosion of cultural creativity in Rio de Janeiro and São Paulo in 1968 as Brazil’s military regime tightened its grip on power.
Many of the artists, writers and musicians associated with Tropicália came of age during the 1950s in a time of intense optimism when the cultural world had been encouraged to play a central role in the creation of a democratic, socially just and modern Brazil. Nevertheless, a military coup in 1964 had brought to power a right-wing regime at odds with the concerns of left-wing artists. Tropicália became a way of exposing the contradictions of modernisation under such an authoritarian rule.
The word Tropicália comes from an installation by the artist Hélio Oiticica, who created environments that were designed to encourage the viewer’s emotional and intellectual participation. Oiticica called them “penetrables” because people were originally encouraged to enter them. They mimic the improvised, colourful dwellings in Rio de Janeiro’s favelas, or shanty towns. The lush plants and sand help to convey a sense of the tropical character of the city. When Oiticica exhibited the work, he also included live parrots.
From its beginning, Tropicália was seen as a re-articulation of Anthropophagia (“cannibalism”), an artistic ideology promoted by Oswald de Andrade.
(www.tate.org.uk. Adaptado.)
De acordo com o texto, a Tropicália
 

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1255296 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Tal movimento distingue-se pela atenuação do sentimentalismo e da melancolia, a ausência quase completa de interesse político no contexto da obra (embora não na conduta) e (como os modelos franceses) pelo cuidado da escrita, aspirando a uma expressão de tipo plástico. O mito da pureza da língua, do casticismo vernacular abonado pela autoridade dos autores clássicos, empolgou toda essa fase da cultura brasileira e foi um critério de excelência. É possível mesmo perguntar se a visão luxuosa dos autores desse movimento não representava para as classes dominantes uma espécie de correlativo da prosperidade material e, para o comum dos leitores, uma miragem compensadora que dava conforto.
(Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)
O texto refere-se ao movimento denominado
 

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1255100 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Tate Modern – London
Hélio Oiticica
Until Summer 2019
enunciado 2072080-1
(Hélio Oiticica. Tropicália, Penetrables PN2 “Purity is a myth” and PN3 “Imagetical”, 1966-1967.)
Tropicália
Tropicália is used to describe the explosion of cultural creativity in Rio de Janeiro and São Paulo in 1968 as Brazil’s military regime tightened its grip on power.
Many of the artists, writers and musicians associated with Tropicália came of age during the 1950s in a time of intense optimism when the cultural world had been encouraged to play a central role in the creation of a democratic, socially just and modern Brazil. Nevertheless, a military coup in 1964 had brought to power a right-wing regime at odds with the concerns of left-wing artists. Tropicália became a way of exposing the contradictions of modernisation under such an authoritarian rule.
The word Tropicália comes from an installation by the artist Hélio Oiticica, who created environments that were designed to encourage the viewer’s emotional and intellectual participation. Oiticica called them “penetrables” because people were originally encouraged to enter them. They mimic the improvised, colourful dwellings in Rio de Janeiro’s favelas, or shanty towns. The lush plants and sand help to convey a sense of the tropical character of the city. When Oiticica exhibited the work, he also included live parrots.
From its beginning, Tropicália was seen as a re-articulation of Anthropophagia (“cannibalism”), an artistic ideology promoted by Oswald de Andrade.
(www.tate.org.uk. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “a right-wing regime at odds with the concerns of left-wing artists”, a expressão sublinhada tem sentido de
 

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