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Considere os conjuntos de números naturais:
L = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15}
M = {7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21}
P = {23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33}
Q = {28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41}
O conjunto T foi formado pela união dos conjuntos K e R, sendo o conjunto K formado pela intersecção entre os conjuntos L e M, e o conjunto R formado pelos elementos dos conjuntos P ou Q, que não são elementos comuns aos conjuntos P e Q.
O número de elementos do conjunto T é igual a
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Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10.
Amenizar a dor
Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.
Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.
No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.
Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.
Espera-se que o incremento da política de cuidados p aliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais h umanizado e menos dolorido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)
As equipes multidisciplinares dedicam-se melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares, estando atentas demandas de cada caso. Não podem abster-se, portanto, cuidados paliativos compatíveis cada situação vivenciada.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase d evem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Amenizar a dor
Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.
Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.
No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.
Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.
Espera-se que o incremento da política de cuidados p aliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais h umanizado e menos dolorido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)
A concordância nominal e a concordância verbal atendem à norma-padrão em:
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Amenizar a dor
Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.
Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.
No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.
Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.
Espera-se que o incremento da política de cuidados p aliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais h umanizado e menos dolorido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)
A preposição destacada expressa sentido de causa em:
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Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10.
Amenizar a dor
Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.
Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.
No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.
Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.
Espera-se que o incremento da política de cuidados p aliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais h umanizado e menos dolorido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
- No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente (4º par[agrafo)
- ... estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço. (5º par[agrafo)
As passagens apresentadas permitem, correta e respectivamente, as seguintes interpretações:
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Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10.
Amenizar a dor
Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.
Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.
Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.
No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.
Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.
Espera-se que o incremento da política de cuidados p aliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais h umanizado e menos dolorido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)
O editorial argumenta a favor de
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Leia o texto para responder às questões de números 02 a 05.
Água que passarinho não bebe
Significativo: Cachaça.
Histórico: Em 1938, era prefeito do Distrito Federal (Rio de Janeiro) Alaor Prata (meu tio-avô). Aconteceu uma praga de um pequeno inseto, e o governador mandou trazer da Á frica milhares e milhares de pardais, que comeriam a tal praga. A praga sumiu, mas surgiu a praga dos pardais. Infestaram a cidade e o país. Resolveram colocar cachaça nos bebedouros públicos para matar os passarinhos. Mas o tiro saiu pela culatra. Reproduziram-se ainda em maior velocidade. João Ubaldo Ribeiro toca no tema, muito de leve, em seu livro O Sorriso do Lagarto. Ou seja, passarinho bebe cachaça, sim.
(Mario Prata. Mas será o Benedito?. 1998. Adaptado)
Considere as passagens:
- ... e o governador mandou trazer da África milhares e milhares de pardais, que comeriam a tal praga,
- Resolveram colocar cachaça nos bebedouros públicos para matar os passarinhos,
Em conformidade com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Leia o texto para responder às questões de números 02 a 05.
Água que passarinho não bebe
Significativo: Cachaça.
Histórico: Em 1938, era prefeito do Distrito Federal (Rio de Janeiro) Alaor Prata (meu tio-avô). Aconteceu uma praga de um pequeno inseto, e o governador mandou trazer da Á frica milhares e milhares de pardais, que comeriam a tal praga. A praga sumiu, mas surgiu a praga dos pardais. Infestaram a cidade e o país. Resolveram colocar cachaça nos bebedouros públicos para matar os passarinhos. Mas o tiro saiu pela culatra. Reproduziram-se ainda em maior velocidade. João Ubaldo Ribeiro toca no tema, muito de leve, em seu livro O Sorriso do Lagarto. Ou seja, passarinho bebe cachaça, sim.
(Mario Prata. Mas será o Benedito?. 1998. Adaptado)
Nas passagens “A praga sumiu, mas surgiu a praga dos pardais.”, “Infestaram a cidade e o país.” e “João Ubaldo Ribeiro toca no tema, muito de leve…”, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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Leia o texto para responder às questões de números 02 a 05.
Água que passarinho não bebe
Significativo: Cachaça.
Histórico: Em 1938, era prefeito do Distrito Federal (Rio de Janeiro) Alaor Prata (meu tio-avô). Aconteceu uma praga de um pequeno inseto, e o governador mandou trazer da Á frica milhares e milhares de pardais, que comeriam a tal praga. A praga sumiu, mas surgiu a praga dos pardais. Infestaram a cidade e o país. Resolveram colocar cachaça nos bebedouros públicos para matar os passarinhos. Mas o tiro saiu pela culatra. Reproduziram-se ainda em maior velocidade. João Ubaldo Ribeiro toca no tema, muito de leve, em seu livro O Sorriso do Lagarto. Ou seja, passarinho bebe cachaça, sim.
(Mario Prata. Mas será o Benedito?. 1998. Adaptado)
A frase que conclui o texto está organizada com termos em sentido
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Leia a tira.
Frank & Ernest - Bob Thaves

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 11.09.2023)
O efeito de humor na situação apresentada advém do
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