Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa cuja frase foi redigida em conformidade com a norma-padrão de crase.
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Assinale a alternativa redigida em conformidade com a
norma-padrão de concordância e regência verbais.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias
atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não
é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por
13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.
Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria
saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano
de 1998.
Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me
regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas
visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de
requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma
garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”
Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa:
ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se
mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e
deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da
coxinha de camarão com requeijão.
Quis a sorte que recentemente me viesse convite para
lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer
que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me
hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num
alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias
casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na
pousada.
Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me
serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu
irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar
a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de
revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda
de trocar o frango pelo camarão.
(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias
atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não
é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por
13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.
Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria
saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano
de 1998.
Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me
regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas
visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de
requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma
garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”
Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa:
ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se
mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e
deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da
coxinha de camarão com requeijão.
Quis a sorte que recentemente me viesse convite para
lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer
que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me
hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num
alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias
casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na
pousada.
Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me
serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu
irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar
a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de
revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda
de trocar o frango pelo camarão.
(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
• Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?” (3º parágrafo)
• ... num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. (5º parágrafo)
O autor colocou entres aspas o trecho e a palavra destacados para indicar, correta e respectivamente,
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Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias
atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não
é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por
13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.
Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria
saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano
de 1998.
Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me
regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas
visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de
requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma
garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”
Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa:
ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se
mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e
deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da
coxinha de camarão com requeijão.
Quis a sorte que recentemente me viesse convite para
lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer
que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me
hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num
alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias
casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na
pousada.
Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me
serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu
irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar
a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de
revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda
de trocar o frango pelo camarão.
(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias
atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não
é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por
13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.
Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria
saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano
de 1998.
Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me
regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas
visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de
requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma
garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”
Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa:
ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se
mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e
deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da
coxinha de camarão com requeijão.
Quis a sorte que recentemente me viesse convite para
lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer
que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me
hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num
alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias
casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na
pousada.
Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me
serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu
irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar
a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de
revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda
de trocar o frango pelo camarão.
(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve
fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as
mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem
separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer.
Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que
as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos
há anos, é uma emancipação que também deve avançar por
meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que,
tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser
defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.
Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero
humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela
conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições
seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única)
revolução de nosso tempo.
(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e
outros escritos morais, 1998. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve
fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as
mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem
separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer.
Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que
as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos
há anos, é uma emancipação que também deve avançar por
meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que,
tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser
defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.
Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero
humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela
conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições
seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única)
revolução de nosso tempo.
(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e
outros escritos morais, 1998. Adaptado)
• “... verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura...”
• “... pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.”
Considerando o contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas pelos sinônimos:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve
fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as
mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem
separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer.
Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que
as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos
há anos, é uma emancipação que também deve avançar por
meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que,
tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser
defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.
Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero
humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela
conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições
seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única)
revolução de nosso tempo.
(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e
outros escritos morais, 1998. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve
fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as
mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem
separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer.
Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que
as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos
há anos, é uma emancipação que também deve avançar por
meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que,
tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser
defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.
Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero
humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela
conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições
seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única)
revolução de nosso tempo.
(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e
outros escritos morais, 1998. Adaptado)
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