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Para o diagnóstico da Doença de Kawasaki usa-se a presença de febre por mais de cinco dias de duração e a presença de quatro dos cinco critérios maiores. Assinale entre as opções abaixo, aquela que apresenta quatro dos critérios maiores:
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Criança de 2 anos é trazida pela tia à emergência. A criança apresenta uma lesão em face dorsal de pé esquerdo que inicialmente era uma bolha com conteúdo seroso e edema local. Há 4 dias a lesão ficou endurada, equimótica, com lesões hemorrágicas focais, mescladas com áreas pálidas de isquemia e necrose, acompanhada de dor local. Nega febre ou vômito. Qual o tipo de acidente, por animal peçonhento, você pensaria?
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Uma criança de 6 anos se engasga com um pedaço de bala dura. Ela tenta tossir; mas não consegue tossir, falar ou respirar efetivamente. Mantém os olhos “arregalados” e as mãos no pescoço. Qual a sua conduta, imediata?
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AS QUESTÕES 33 A 36 REFEREM-SE AO CASO ABAIXO:
Mãe adentra pela unidade de emergência 1755h com o filha EVJ 6 anos nos braços, relatando que o filha está muito mal , paciente colocado na sala de urgência , monitorizado, realizado acesso venoso periférico, exames gerais normais (posteriormente) e fita reativa com glicemia de 140mg/dl Concomitantemente ela relata que paciente acompanha no serviço, tem escapes ocasionais e usa três medicações, que não lembra o nome pelo nervosismo. Ao exame: Paciente Reg, hidratado, aaa Tax 36,5 AR" mv + com roncos Fr 22 ACV:brnf 2t fc 140 Abdômen: inocente Oto e Oroscopia normais Presença de urina e fezes na fralda Neurológico: sonolento, pupilas medianas, isocóriras, fotorreagentes, sonolento. Prontuário: Paciente com peso de 15kg, histórico de RDNPM, Encefalopatia crônica por alteração estrutural em SNC, DPC, GTT para alimentação e no prontuário consultas com neuropediatria, gastroenterologia, genética, pneumologia pediátrica, otorrinolaringologia, ortopedia. Relato de escapes ocasionais, atualmente em mudança de doses de medicações pela neuropediatria (clobazan, valproato de sódio e levotiracetam) a 1 mês. Na emergência EVJ inicia com movimentos tônico clônicos generalizados, desvio de rima e piora do nistagmo (previamente existente e leve).
Diagnósticos possíveis:
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Dois irmãos adolescentes procuram o Pediatra para saber porque a altura entre eles é muito diferente. A menina (F) com 16 anos, menarca há 5 anos, já parou de crescer há 2 anos, está com 162 cm, e o menino (M) com 17 anos, também já parou de crescer há 2 anos, está com 175 cm. A mãe deles tem 157 cm e o pai 180 cm. Assinale a alternativa CORRETA:
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Em relação à compressão torácica no processo de reanimação neonatal pode ser afirmado que:
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Mãe de 25 anos com infecção assintomática por Sars-Cov2, com desejo de amamentar o filho, foi submetida a parto cesárea por sofrimento fetal agudo. Recém-nascido (RN) do sexo masculino, com peso de 2535 gramas, idade gestacional de 37 semanas e 1 dia, índice de Apgar de 07 e 08, no primeiro e quinto minuto de vida respectivamente, evolui com desconforto respiratório precoce compatível com taquipneia transitória do RN, com necessidade de internação na unidade neonatal para oxigenioterapia. Qual a recomendação para alimentação desse RN?
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Adolescente em pós-operatório tardio de cardiopatia com implante de marcapasso definitivo é trazido ao PSI com história de sincope após trauma abdominal jogando futebol que atingiu a loja do dispositivo. Apresenta-se sonolento, FC=45 bpm, PA= 100x70 mmHg, satO2=97%. Ausculta cardíaca sem sopros, pulso cheio e perfusão de 3 segundos. Demais sem alterações. Realizado traçado eletrocardiográfico na sala de urgência (DII longo). Qual o diagnóstico e conduta adequada?

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Paciente, 6 meses, portador de cardiopatia congênita (atresia tricúspide com estenose infundíbulo valvar pulmonar) aguardando tratamento cirúrgico. É trazido ao serviço de emergência por febre há 1 dia, irritabilidade e cianose acentuada com início há 30 minutos. Apresenta-se torporoso, cianótico (satO2=50%), dispneico, pulsos finos e perfusão lentificada, febril (39°C). A ausculta notado sopro sistólico +/6+ em foco pulmonar. FC de 175 bpm e PA de 100x50 mmHg. Ausculta pulmonar sem alterações e fígado a 3cm do RCD, pulsos finos. Após a entubação e início de VPP com oxigênio a 100% e estabelecido acesso venoso periférico, não houve melhora da saturação de O2. Qual a conduta mais adequada neste momento?
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Lactente de 7 meses de idade. Com diagnóstico de choque séptico, internado na unidade de terapia intensiva pediátrica. Encontra-se entubado e em ventilação pulmonar mecânica. Passouse uma hora do diagnóstico de choque, foi expandido com cristaloide, com volume total de 60 mL/kg. Do ponto de vista hemodinâmico apresenta os seguintes dados de exame clínico: FC=165 bpm; FR=30 mpm, PA=72x45 mmHg; débito urinário de 1,0 mL/kg/min; pulsos periféricos finos, tempo de enchimento capilar de 4 segundos, extremidades frias. Assinale a questão correta em relação a conduta a ser seguida:
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