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Leia o caso a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 60 anos de idade, notou
espessamento em região retroareolar de mama esquerda.
Procurou serviço médico, e foram solicitados exames. O
exame físico mostra nódulo retroareolar em mama esquerda
de aproximadamente 3 cm e um linfonodo ipsilateral, palpável,
móvel, de 2 cm. A ultrassonografia mostrou imagem hipoecoide, de limites imprecisos, com focos ecogênicos centrais,
medindo cerca de 2,9 x 1,2 cm, em região retroareolar, com
áreas ductais centrais em mama esquerda. Mama direita sem
achados relevantes. Presença de um linfonodo axilar esquerdo
de 2 cm. BI-RADS4. A mamografia realizada na mesma data
mostrou região de aumento da densidade glandular, retroareolar, de limites espiculados. BI-RADS4. A biopsia da lesão
da mama esquerda mostrou carcinoma invasivo tipo não especial, grau 2 histológico, grau 3 nuclear, com presença de invasão linfovascular. Imunohistoquímica: receptor de estrogênio
positivo 90%, receptor de progesterona positivo 20%, HER2
escore 2+. Resultado do ISH:
• Gene HER2: média de 8,6 cópias por célula
• Centrômero 17: média de 1,0 cópia por célula
• Relação gene HER2 / CEN17: 8,6 em 20 células
contadas (Grupo 5)
O melhor tratamento inicial
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Leia o caso a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 60 anos de idade, notou
espessamento em região retroareolar de mama esquerda.
Procurou serviço médico, e foram solicitados exames. O
exame físico mostra nódulo retroareolar em mama esquerda
de aproximadamente 3 cm e um linfonodo ipsilateral, palpável,
móvel, de 2 cm. A ultrassonografia mostrou imagem hipoecoide, de limites imprecisos, com focos ecogênicos centrais,
medindo cerca de 2,9 x 1,2 cm, em região retroareolar, com
áreas ductais centrais em mama esquerda. Mama direita sem
achados relevantes. Presença de um linfonodo axilar esquerdo
de 2 cm. BI-RADS4. A mamografia realizada na mesma data
mostrou região de aumento da densidade glandular, retroareolar, de limites espiculados. BI-RADS4. A biopsia da lesão
da mama esquerda mostrou carcinoma invasivo tipo não especial, grau 2 histológico, grau 3 nuclear, com presença de invasão linfovascular. Imunohistoquímica: receptor de estrogênio
positivo 90%, receptor de progesterona positivo 20%, HER2
escore 2+. Resultado do ISH:
• Gene HER2: média de 8,6 cópias por célula
• Centrômero 17: média de 1,0 cópia por célula
• Relação gene HER2 / CEN17: 8,6 em 20 células
contadas (Grupo 5)
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Em pacientes com carcinoma de ovário, está indicada a pesquisa de mutações germinativas em BRCA1
e BRCA2 e pesquisa de deficiência de recombinação
homóloga nas histologias
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Em pacientes com diagnóstico de carcinoma seroso de
alto grau de tuba uterina, estádio II da FIGO, com mutação germinativa de BRCA1, que foram operadas com
ressecção completa, seguida de seis ciclos de quimioterapia sistêmica adjuvante, o tratamento de manutenção
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Paciente de 45 anos de idade, do sexo feminino, realiza
mamografia de rastreamento e nela são identificadas microcalcificações agrupadas em mama esquerda. Biópsia
da região revela carcinoma ductal in situ. A paciente é
encaminhada para quadrantectomia, na qual toda lesão
é retirada, com anatomopatológico mostrando carcinoma
ductal in situ de 5 cm em sua maior extensão. As margens
são livres. Também é encontrada área de carcinoma invasivo tipo não especial de 0.8 cm. Pesquisa de linfonodo
sentinela positiva (1/3 linfonodos retirados, presença de
macrometástase). A imunohistoquímica da lesão invasora
mostra neoplasia com receptor de estrogênio positivo em
80%, receptor de progesterona positivo em 70%, Ki67
positivo em 30% e HER2 positivo (escore 3+/3+). Neste
caso, o tratamento adjuvante
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Paciente de 62 anos de idade, com diagnóstico de
carcinoma invasor tipo não especial de mama esquerda,
receptor de estrogênio positivo 98%, receptor de progesterona positivo 80%, Her2 negativo (escore 0). Estadiamento: pT3 pN2 M0. A paciente tem excelente estado
geral e apresenta como comorbidade hipertensão arterial
sistêmica leve, controlada com atenolol. Comparece ao
serviço após o término de quimioterapia sistêmica adjuvante com AC-T dose densa (doxorrubicina, ciclofosfamida e paclitaxel) e radioterapia. Deseja saber quais os
próximos passos. Neste caso, está indicada hormonioterapia adjuvante com
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Paciente do sexo feminino de 43 anos de idade procura
o serviço médico por nódulo em mama direita há dois
meses. Refere ter percebido aumento progressivo do
nódulo e, há duas semanas, percebeu também nódulo
em axila direita. Está muito preocupada, pois a mãe faleceu por câncer de mama aos 45 anos. Ao exame físico,
apresenta nódulo de 4 cm em quadrante superolateral da mama direita e linfonodo axilar de 2 cm na axila
ipsilateral. A biópsia do nódulo revelou tratar-se de
carcinoma invasor do tipo não especial, G3H, G3N,
receptor de estrogênio negativo, receptor de progesterona negativo e HER2 negativo (escore 1). A paciente
realizou teste genético, que mostrou mutação patogênica
em BRCA1. Neste caso, está indicada
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Paciente do sexo feminino de 64 anos de idade, em
menopausa desde os 48 anos, realiza quadrantectomia de
mama esquerda, com pesquisa de linfonodo sentinela, por
carcinoma ductal in situ. Estádio pTis pN0. A paciente tem
antecedentes de trombose venosa profunda em membros
inferiores e abortamentos espontâneos prévios. Refere ter
uma mutação no Fator V de Leiden. Nega terapia de reposição hormonal. Neste caso,
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O diagnóstico precoce do câncer de mama é essencial
para a redução da mortalidade por essa neoplasia, contribuindo para a redução do estágio de apresentação. Dentro
dessa perspectiva, uma paciente de 54 anos de idade que
procura o médico por ter notado a presença de linfonodomegalia axilar unilateral, de 2,5 cm, no maior eixo, há dois
meses, com exame das mamas sem alterações, e que
apresenta exame físico sem outras linfonodomegalias ou
visceromegalias, deve ser
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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, a mamografia é o único exame cuja aplicação em programas de
rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução
da mortalidade pelo câncer de mama. É recomendada
sua realização
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