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Foram encontradas 200 questões.

3833278 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto para responder à questão.

Enunciado 4799107-1

Considerando a intertextualidade, qual recorte de texto aborda a mesma temática do texto de Henfil?
 

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3833277 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto para responder à questão.

Enunciado 4799106-1

Em relação ao uso da Língua Portuguesa padrão em contextos formais e a aspectos discursivos e textuais na produção desse texto, observa-se que:
 

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3833276 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto para responder à questão.

Enunciado 4799105-1

Observando as regras de concordância nominal, qual deve ser a reescrita dos dizeres da placa?
 

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3833275 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Foi solicitada a um servidor da universidade a escrita de um aviso a ser afixado na porta de uma sala de aula que ficaria reservada para a realização de cursos de Língua Portuguesa.
Considerando que o servidor fez uso da Língua Portuguesa padrão, qual aviso foi afixado?
 

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3833274 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Considerando que Rita de Cássia tem conhecimento das atuais formas de tratamento e de endereçamento nas comunicações com agentes públicos da Administração Pública Federal, ao elaborar um ofício dirigido à reitoria de outra universidade, qual sentença ela utilizou no corpo do texto?
 

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3833273 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Corrupção na Ditadura

Durante a ditadura militar no Brasil, a Comissão Geral de Investigações (CGI) tinha como objetivo central apurar casos de corrupção por meio de investigações sumárias e sigilosas.

Criada em 1964 para atuar como um "tribunal administrativo especial", a CGI ganhou novos poderes com o AI-5. As investigações sofriam evidentes interferências políticas e foram alvo de críticas por abusos e excessos. A CGI analisava denúncias e podia sugerir o confisco de bens e outras medidas repressivas. A CGI atuava para além dos casos de enriquecimento ilícito, realizando perseguições políticas. A simples existência da Comissão gerava medo, funcionando como uma ferramenta de intimidação. Dos atingidos, mais de 41% eram políticos e cerca de 36% funcionários públicos. Entre 1968 e 1973, foram analisados 1153 processos, dos quais 1000 foram arquivados e apenas 41 confiscos decretados, a maioria em bancas de jogo do bicho. Além disso, a CGI não se voltou para o principal foco da corrupção na ditadura: os próprios militares. Durante a ditadura militar, foram diversos os casos de corrupção, embora a censura e a repressão tenham dificultado a exposição das irregularidades. Grandes obras, como a Transamazônica, Itaipu e as usinas nucleares de Angra, foram marcadas por superfaturamento e desvios de verbas. Instituições públicas, como o BNDES e a Petrobras, também foram usadas para beneficiar aliados do regime. Concessões de rádio e TV favoreceram grupos de mídia, enquanto militares e empresários ligados ao governo criaram empresas para obter contratos fraudulentos. A ausência de fiscalização, a censura e a centralização de poder facilitaram essas práticas, desmentindo o mito de que o regime era "imune" à corrupção.

Disponível em: https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/centrais-de-conteudo/destaques/corrupcao-na-ditadura. Acesso em 12 jul. 2025. (Fragmento)
Observando a norma padrão da Língua Portuguesa e mantendo o sentido global do texto, o trecho “Durante a ditadura militar, foram diversos os casos de corrupção, embora a censura e a repressão tenham dificultado a exposição das irregularidades.” poderia ser reescrito de qual forma?
 

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3833272 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Corrupção na Ditadura

Durante a ditadura militar no Brasil, a Comissão Geral de Investigações (CGI) tinha como objetivo central apurar casos de corrupção por meio de investigações sumárias e sigilosas.

Criada em 1964 para atuar como um "tribunal administrativo especial", a CGI ganhou novos poderes com o AI-5. As investigações sofriam evidentes interferências políticas e foram alvo de críticas por abusos e excessos. A CGI analisava denúncias e podia sugerir o confisco de bens e outras medidas repressivas. A CGI atuava para além dos casos de enriquecimento ilícito, realizando perseguições políticas. A simples existência da Comissão gerava medo, funcionando como uma ferramenta de intimidação. Dos atingidos, mais de 41% eram políticos e cerca de 36% funcionários públicos. Entre 1968 e 1973, foram analisados 1153 processos, dos quais 1000 foram arquivados e apenas 41 confiscos decretados, a maioria em bancas de jogo do bicho. Além disso, a CGI não se voltou para o principal foco da corrupção na ditadura: os próprios militares. Durante a ditadura militar, foram diversos os casos de corrupção, embora a censura e a repressão tenham dificultado a exposição das irregularidades. Grandes obras, como a Transamazônica, Itaipu e as usinas nucleares de Angra, foram marcadas por superfaturamento e desvios de verbas. Instituições públicas, como o BNDES e a Petrobras, também foram usadas para beneficiar aliados do regime. Concessões de rádio e TV favoreceram grupos de mídia, enquanto militares e empresários ligados ao governo criaram empresas para obter contratos fraudulentos. A ausência de fiscalização, a censura e a centralização de poder facilitaram essas práticas, desmentindo o mito de que o regime era "imune" à corrupção.

Disponível em: https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/centrais-de-conteudo/destaques/corrupcao-na-ditadura. Acesso em 12 jul. 2025. (Fragmento)
O termo destacado no trecho “Concessões de rádio e TV favoreceram grupos de mídia, enquanto militares e empresários ligados ao governo criaram empresas para obter contratos fraudulentos.” pode ser substituído, corretamente, por:
 

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3833271 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Corrupção na Ditadura

Durante a ditadura militar no Brasil, a Comissão Geral de Investigações (CGI) tinha como objetivo central apurar casos de corrupção por meio de investigações sumárias e sigilosas.

Criada em 1964 para atuar como um "tribunal administrativo especial", a CGI ganhou novos poderes com o AI-5. As investigações sofriam evidentes interferências políticas e foram alvo de críticas por abusos e excessos. A CGI analisava denúncias e podia sugerir o confisco de bens e outras medidas repressivas. A CGI atuava para além dos casos de enriquecimento ilícito, realizando perseguições políticas. A simples existência da Comissão gerava medo, funcionando como uma ferramenta de intimidação. Dos atingidos, mais de 41% eram políticos e cerca de 36% funcionários públicos. Entre 1968 e 1973, foram analisados 1153 processos, dos quais 1000 foram arquivados e apenas 41 confiscos decretados, a maioria em bancas de jogo do bicho. Além disso, a CGI não se voltou para o principal foco da corrupção na ditadura: os próprios militares. Durante a ditadura militar, foram diversos os casos de corrupção, embora a censura e a repressão tenham dificultado a exposição das irregularidades. Grandes obras, como a Transamazônica, Itaipu e as usinas nucleares de Angra, foram marcadas por superfaturamento e desvios de verbas. Instituições públicas, como o BNDES e a Petrobras, também foram usadas para beneficiar aliados do regime. Concessões de rádio e TV favoreceram grupos de mídia, enquanto militares e empresários ligados ao governo criaram empresas para obter contratos fraudulentos. A ausência de fiscalização, a censura e a centralização de poder facilitaram essas práticas, desmentindo o mito de que o regime era "imune" à corrupção.

Disponível em: https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/centrais-de-conteudo/destaques/corrupcao-na-ditadura. Acesso em 12 jul. 2025. (Fragmento)
Da análise do texto, depreende-se que:
 

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3833270 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Rita de Cássia, servidora numa universidade federal, escreveu um ofício dirigido à reitoria de outra universidade. De acordo com as normas vigentes acerca da forma de tratamento empregada na comunicação, oral ou escrita, com agentes públicos da administração pública federal direta e indireta, e sobre a forma de endereçamento de comunicações escritas a eles dirigidas, qual forma de tratamento Rita de Cássia usou no ofício dirigido à reitora da outra universidade?
 

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3833269 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Na Redação Oficial, a impessoalidade e a publicidade devem ser observadas. Para tanto, um servidor, que ocupa um cargo de chefia, quando se ausenta, é substituído por um outro, conforme portaria ou regulamento vigente. Desse modo, José Faria, diretor do Instituto de Química, ausentou-se para gozo do período de férias. André Lima, vice-diretor, assumiu a direção pelo período correspondente.
Considerando esse contexto e o que preconiza o Manual de Redação da Presidência da República, na identificação do signatário, depois do nome do cargo, é possível utilizar os termos interino e substituto, observando que:
 

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