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Foram encontradas 60 questões.

750056 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Em uma planilha do Excel 2007, o usuário digitou o número 2 na célula C1, em seguida digitou a fórmula "=C1*C1" na célula C2, e em seguida
copiou a célula C2 e a colou nas células C3, C4 e C5. Qual o valor que será apresentado na célula C5?
 

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750042 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Assinale a alternativa que corresponde ao texto que vai ser lido pelo apresentador e, como tal, é parte da reportagem, componente da história, início da matéria, introdução do que vem a seguir.
 

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749695 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
No fragmento “Após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento”. A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
 

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749512 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
De acordo com o aspecto semântico, analise o seguinte trecho destacado do texto:
“Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou”
Sobre o uso das aspas, é CORRETO afirmar que:
 

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749429 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Qual a ferramenta utilizada no adobe premiere para edição de um vídeo colorido para preto e branco?
Black & White.
Black.
White color.
White.
 

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749325 Ano: 2015
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Em relação aos gêneros textuais de expediente administrativo, analise e marque a alternativa CORRETA:
 

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748405 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
De acordo com o tipo de composição textual, podemos dizer que o texto apresenta, predominantemente, a estrutura:
 

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748046 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Greve nas universidades federais agrava crise após corte de verba
Com dificuldades para fechar as contas devido aos cortes de repasses da União, as universidades federais do país terão de lidar nas próximas semanas com greves de servidores e de docentes.
Funcionários das federais decidiram parar em todo o país por tempo indeterminado a partir desta quinta (28). Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff.
"Estamos sem resposta à nossa pauta de reivindicações que foi entregue atualizada no ano passado", diz Rogério Marzola, coordenador-geral da federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico- Administrativos. Divididos, os professores ainda discutem em assembleias se irão aderir à greve.
As entidades temem que o corte de R$ 9,4 bilhões na educação, anunciado pelo governo, aprofunde a crise – a redução das verbas já tem afetado o funcionamento das instituições, causando demissões e suspensão de contratos.
Um ato nesta semana na federal da Bahia exigiu a normalização dos repasses. "Vivemos diariamente diante da 'escolha de Sofia' de escolher qual fornecedor pagar", diz o reitor João Carlos Salles.
Segundo ele, a universidade tem recebido recursos 30% menores que o previsto desde o início do ano.
Os cortes atingem outras universidades, como a Unifesp de São José dos Campos (a 97 km de SP).
Com despesa mensal de R$ 485 mil, desde o final de 2014 a instituição tem recebido R$ 330 mil. Ao todo, 26 funcionários foram demitidos. Até os contratos de manutenção de elevadores e do sistema de ar condicionado foram afetados.
No campus de Santos da Unifesp, onde os professores devem fazer uma paralisação na sexta (29), o repasse mensal tem sido de R$ 720 mil, 22% a menos do que no mesmo período do ano passado.
No Rio, a UFRJ chegou a suspender as aulas na semana passada após atraso no pagamento de funcionários terceirizados. Em assembleia nesta quarta (27), os docentes votaram em favor de uma greve.
"Não resta outra alternativa senão a greve.
Corremos o risco de termos perdas", afirma Paulo Rizzo, presidente da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).
Já os professores ligados à Proifes (federação de sindicatos de professores das federais), que representa 11 sindicatos, são contrários à paralisação neste momento. "Por enquanto, nós entendemos que as negociações estão em curso e que o governo ainda não se posicionou", diz Eduardo Rolim de Oliveira, presidente da federação.
O Ministério da Educação informa que tem atuado para garantir os recursos necessários ao funcionamento das universidades e afirma que os repasses têm sido normalizados desde março.
Contudo, informa que as universidades têm autonomia administrativa e que, "após a liberação financeira, não possui qualquer ingerência sobre os processos de pagamento".
João Pedro Pitombo e Estêvão Bertoni
www.folha.uol.com.br (28/05/2015)
A partir da leitura do texto e de suas configurações estilística, composicional e temática, é possível afirmar que o mesmo pertence ao gênero discursivo:
 

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740617 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Com relação aos dispositivos de armazenamento conhecidos como HD e SSD, considere as afirmações:
I - O SSD já está ultrapassado e já foi totalmente substituido pelo HD
II - A velocidade de leitura e de gravação do SSD são superiores aos do HD
III - O HD armazena os dados em discos magnéticos
ESTÃO CORRETAS:
 

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740616 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Com o rápido avanço da tecnologia, hoje temos HDs externos com grande capacidade de armazenamento, podendo ser usados para o backup dos dados mais importantes. Com relação aos HDs externos, é correto AFIRMAR que:
 

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