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3707000 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Receita contra a gripe: prevenção – e calma

Chega o meio do outono e começa a operação de guerra. Todo ano, o Ministério da Saúde inicia a campanha de vacinação contra a gripe, bastante comum no inverno. Neste ano, as coisas foram um pouco diferentes: os casos da doença começaram a ser notificados antes do esperado. Para piorar, o número de mortes aumentou. Até o dia 2 de abril haviam sido registrados 102 óbitos no país – no ano passado, foram 36. O cenário assustou e causou corrida a hospitais e clínicas

. O pânico só atrapalha. “A falta de informação faz as pessoas irem ao médico por qualquer razão. Aumenta o risco de quem não estava doente acabar ficando”, diz o infectologista pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelista Albert Einstein, em São Paulo.

O vírus que tem gerado preocupação é o H1N1, causador da influenza A, chamada de gripe suína quando do seu surgimento em 2009, época em que houve uma pandemia da doença. “Hoje, temos vacina, remédio e as orientações higiênicas necessárias. Em vez de criarmos alarde, temos que agir conscientemente”, diz a médica sanitarista Ana Freitas Ribeiro, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Casos graves existem, mas são raros. As mortes foram resultado de complicações da patologia, que virou síndrome respiratória aguda grave. Mas, se o paciente for diagnosticado logo e fizer o tratamento, ele provavelmente se recuperará sem grandes transtornos.

(FERREIRA, Anna Rachel. Receita contra a gripe: prevenção e calma.

Nova Escola, São Paulo, ano 31, n. 292, p. 42-44, maio 2016.)

Segundo a afirmação de Victor Nudelman apresentada no texto:

 

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3706999 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Receita contra a gripe: prevenção – e calma

Chega o meio do outono e começa a operação de guerra. Todo ano, o Ministério da Saúde inicia a campanha de vacinação contra a gripe, bastante comum no inverno. Neste ano, as coisas foram um pouco diferentes: os casos da doença começaram a ser notificados antes do esperado. Para piorar, o número de mortes aumentou. Até o dia 2 de abril haviam sido registrados 102 óbitos no país – no ano passado, foram 36. O cenário assustou e causou corrida a hospitais e clínicas

. O pânico só atrapalha. “A falta de informação faz as pessoas irem ao médico por qualquer razão. Aumenta o risco de quem não estava doente acabar ficando”, diz o infectologista pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelista Albert Einstein, em São Paulo.

O vírus que tem gerado preocupação é o H1N1, causador da influenza A, chamada de gripe suína quando do seu surgimento em 2009, época em que houve uma pandemia da doença. “Hoje, temos vacina, remédio e as orientações higiênicas necessárias. Em vez de criarmos alarde, temos que agir conscientemente”, diz a médica sanitarista Ana Freitas Ribeiro, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Casos graves existem, mas são raros. As mortes foram resultado de complicações da patologia, que virou síndrome respiratória aguda grave. Mas, se o paciente for diagnosticado logo e fizer o tratamento, ele provavelmente se recuperará sem grandes transtornos.

(FERREIRA, Anna Rachel. Receita contra a gripe: prevenção e calma.

Nova Escola, São Paulo, ano 31, n. 292, p. 42-44, maio 2016.)

Segundo o texto, é correto afirmar que:

 

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3706998 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Receita contra a gripe: prevenção – e calma

Chega o meio do outono e começa a operação de guerra. Todo ano, o Ministério da Saúde inicia a campanha de vacinação contra a gripe, bastante comum no inverno. Neste ano, as coisas foram um pouco diferentes: os casos da doença começaram a ser notificados antes do esperado. Para piorar, o número de mortes aumentou. Até o dia 2 de abril haviam sido registrados 102 óbitos no país – no ano passado, foram 36. O cenário assustou e causou corrida a hospitais e clínicas

. O pânico só atrapalha. “A falta de informação faz as pessoas irem ao médico por qualquer razão. Aumenta o risco de quem não estava doente acabar ficando”, diz o infectologista pediatra Victor Nudelman, do Hospital Israelista Albert Einstein, em São Paulo.

O vírus que tem gerado preocupação é o H1N1, causador da influenza A, chamada de gripe suína quando do seu surgimento em 2009, época em que houve uma pandemia da doença. “Hoje, temos vacina, remédio e as orientações higiênicas necessárias. Em vez de criarmos alarde, temos que agir conscientemente”, diz a médica sanitarista Ana Freitas Ribeiro, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Casos graves existem, mas são raros. As mortes foram resultado de complicações da patologia, que virou síndrome respiratória aguda grave. Mas, se o paciente for diagnosticado logo e fizer o tratamento, ele provavelmente se recuperará sem grandes transtornos.

(FERREIRA, Anna Rachel. Receita contra a gripe: prevenção e calma.

Nova Escola, São Paulo, ano 31, n. 292, p. 42-44, maio 2016.)

Quanto ao título do texto, é correto afirmar que:

 

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3706997 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Onda sustentável

Se há alguns setores que enfrentam períodos de dificuldade econômica com um pouco mais de tranquilidade, sem dúvida, o de alimentos orgânicos é um deles. Com a mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes no quesito alimentação, esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos. Segundo um estudo da consultoria Euromonitor, o consumo de alimentos sem adição de agrotóxicos e cultivado de maneira natural praticamente dobrou entre 2009 e 2014, enquanto a demanda por alimentos tradicionais cresceu 67% no período. [...]

Em um levantamento realizado pela Dunnhumby, empresa de pesquisa do grupo varejista britânico Tesco, com 18.000 pessoas de 18 países, 79% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em sua vida. Esse patamar não passa de 55% no Reino Unido e de 66% nos Estados Unidos. E, segundo um relatório da Nielsen, três quartos dos consumidores leem atentamente o rótulo dos produtos e 63% desconfiam do que consta nas embalagens. É o caso da advogada paulista Sylvia Regina Rocha Batista, de 29 anos. Há cerca de oito anos ela passou a se preocupar mais com o que consome. “Minhas idas ao supermercado ficaram mais demoradas, pois passo um bom tempo lendo a embalagem dos alimentos antes de comprar. Mas um dos maiores problemas é o preço. Certas vezes deixo de comprar por conta do valor muito mais alto do que o dos alimentos tradicionais”, diz Sylvia. Esse é mesmo um ponto de atenção desse mercado. Um dos fatores que explicam o preço ainda salgado dos produtos é a produção em baixa escala. [...]

A questão dos preços foi um dos principais pontos levados em conta para a criação da Pic-me, companhia que comercializa frutas sem conservantes, em formato de purê, uma espécie de papinha para adultos. A empresa foi fundada em outubro de 2015 por Thiago Burgers e três sócios – o grupo de investimento Joá, do apresentador Luciano Huck, uma empresa de comunicação e o presidente de uma multinacional – e vende cada embalagem por 6 reais. “Acredito que os alimentos que contêm adição de açúcar, conservantes e sódio estão com os dias contados. Por isso, resolvi fazer parte dessa revolução e trazer produtos de uma forma acessível”, diz Thiago. Para fundar a Pic-me, ele viajou para alguns países com tradição no segmento saudável e pesquisou possíveis áreas de atuação. “Notei que as frutas eram um ponto de atenção. Muitas pessoas querem comer, mas a dificuldade de transporte e a durabilidade acabam atrapalhando”, diz.

Segundo um estudo da Nielsen, 96% dos brasileiros não consomem fruta fora do lar e 92% não consideram a fruta um alimento prático. Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade. Para possibilitar o encontro da fome com a vontade de comer, a Pic-me desenvolveu uma embalagem com cinco camadas de plástico e alumínio, que impossibilitam a entrada de luz e umidade e impedem a oxidação do alimento. Com a embalagem, as frutas podem ser consumidas em até um ano. [...]

(LOUREIRO, Michele. Onda sustentável. Você S/A, São Paulo, edição 214, p. 54-57, maio 2016.)

Em qual das alternativas apresentadas abaixo são expressas as mesmas ideias que estão presentes na seguinte frase: “Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade.”?

 

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3706996 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Onda sustentável

Se há alguns setores que enfrentam períodos de dificuldade econômica com um pouco mais de tranquilidade, sem dúvida, o de alimentos orgânicos é um deles. Com a mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes no quesito alimentação, esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos. Segundo um estudo da consultoria Euromonitor, o consumo de alimentos sem adição de agrotóxicos e cultivado de maneira natural praticamente dobrou entre 2009 e 2014, enquanto a demanda por alimentos tradicionais cresceu 67% no período. [...]

Em um levantamento realizado pela Dunnhumby, empresa de pesquisa do grupo varejista britânico Tesco, com 18.000 pessoas de 18 países, 79% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em sua vida. Esse patamar não passa de 55% no Reino Unido e de 66% nos Estados Unidos. E, segundo um relatório da Nielsen, três quartos dos consumidores leem atentamente o rótulo dos produtos e 63% desconfiam do que consta nas embalagens. É o caso da advogada paulista Sylvia Regina Rocha Batista, de 29 anos. Há cerca de oito anos ela passou a se preocupar mais com o que consome. “Minhas idas ao supermercado ficaram mais demoradas, pois passo um bom tempo lendo a embalagem dos alimentos antes de comprar. Mas um dos maiores problemas é o preço. Certas vezes deixo de comprar por conta do valor muito mais alto do que o dos alimentos tradicionais”, diz Sylvia. Esse é mesmo um ponto de atenção desse mercado. Um dos fatores que explicam o preço ainda salgado dos produtos é a produção em baixa escala. [...]

A questão dos preços foi um dos principais pontos levados em conta para a criação da Pic-me, companhia que comercializa frutas sem conservantes, em formato de purê, uma espécie de papinha para adultos. A empresa foi fundada em outubro de 2015 por Thiago Burgers e três sócios – o grupo de investimento Joá, do apresentador Luciano Huck, uma empresa de comunicação e o presidente de uma multinacional – e vende cada embalagem por 6 reais. “Acredito que os alimentos que contêm adição de açúcar, conservantes e sódio estão com os dias contados. Por isso, resolvi fazer parte dessa revolução e trazer produtos de uma forma acessível”, diz Thiago. Para fundar a Pic-me, ele viajou para alguns países com tradição no segmento saudável e pesquisou possíveis áreas de atuação. “Notei que as frutas eram um ponto de atenção. Muitas pessoas querem comer, mas a dificuldade de transporte e a durabilidade acabam atrapalhando”, diz.

Segundo um estudo da Nielsen, 96% dos brasileiros não consomem fruta fora do lar e 92% não consideram a fruta um alimento prático. Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade. Para possibilitar o encontro da fome com a vontade de comer, a Pic-me desenvolveu uma embalagem com cinco camadas de plástico e alumínio, que impossibilitam a entrada de luz e umidade e impedem a oxidação do alimento. Com a embalagem, as frutas podem ser consumidas em até um ano. [...]

(LOUREIRO, Michele. Onda sustentável. Você S/A, São Paulo, edição 214, p. 54-57, maio 2016.)

Em todas as alternativas apresentadas abaixo, a palavra sublinhada é um pronome relativo, exceto em:

 

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3706995 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Onda sustentável

Se há alguns setores que enfrentam períodos de dificuldade econômica com um pouco mais de tranquilidade, sem dúvida, o de alimentos orgânicos é um deles. Com a mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes no quesito alimentação, esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos. Segundo um estudo da consultoria Euromonitor, o consumo de alimentos sem adição de agrotóxicos e cultivado de maneira natural praticamente dobrou entre 2009 e 2014, enquanto a demanda por alimentos tradicionais cresceu 67% no período. [...]

Em um levantamento realizado pela Dunnhumby, empresa de pesquisa do grupo varejista britânico Tesco, com 18.000 pessoas de 18 países, 79% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em sua vida. Esse patamar não passa de 55% no Reino Unido e de 66% nos Estados Unidos. E, segundo um relatório da Nielsen, três quartos dos consumidores leem atentamente o rótulo dos produtos e 63% desconfiam do que consta nas embalagens. É o caso da advogada paulista Sylvia Regina Rocha Batista, de 29 anos. Há cerca de oito anos ela passou a se preocupar mais com o que consome. “Minhas idas ao supermercado ficaram mais demoradas, pois passo um bom tempo lendo a embalagem dos alimentos antes de comprar. Mas um dos maiores problemas é o preço. Certas vezes deixo de comprar por conta do valor muito mais alto do que o dos alimentos tradicionais”, diz Sylvia. Esse é mesmo um ponto de atenção desse mercado. Um dos fatores que explicam o preço ainda salgado dos produtos é a produção em baixa escala. [...]

A questão dos preços foi um dos principais pontos levados em conta para a criação da Pic-me, companhia que comercializa frutas sem conservantes, em formato de purê, uma espécie de papinha para adultos. A empresa foi fundada em outubro de 2015 por Thiago Burgers e três sócios – o grupo de investimento Joá, do apresentador Luciano Huck, uma empresa de comunicação e o presidente de uma multinacional – e vende cada embalagem por 6 reais. “Acredito que os alimentos que contêm adição de açúcar, conservantes e sódio estão com os dias contados. Por isso, resolvi fazer parte dessa revolução e trazer produtos de uma forma acessível”, diz Thiago. Para fundar a Pic-me, ele viajou para alguns países com tradição no segmento saudável e pesquisou possíveis áreas de atuação. “Notei que as frutas eram um ponto de atenção. Muitas pessoas querem comer, mas a dificuldade de transporte e a durabilidade acabam atrapalhando”, diz.

Segundo um estudo da Nielsen, 96% dos brasileiros não consomem fruta fora do lar e 92% não consideram a fruta um alimento prático. Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade. Para possibilitar o encontro da fome com a vontade de comer, a Pic-me desenvolveu uma embalagem com cinco camadas de plástico e alumínio, que impossibilitam a entrada de luz e umidade e impedem a oxidação do alimento. Com a embalagem, as frutas podem ser consumidas em até um ano. [...]

(LOUREIRO, Michele. Onda sustentável. Você S/A, São Paulo, edição 214, p. 54-57, maio 2016.)

No texto, a afirmação “esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos” indica que, nos últimos anos, o segmento de alimentos orgânicos:

 

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3706994 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Onda sustentável

Se há alguns setores que enfrentam períodos de dificuldade econômica com um pouco mais de tranquilidade, sem dúvida, o de alimentos orgânicos é um deles. Com a mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes no quesito alimentação, esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos. Segundo um estudo da consultoria Euromonitor, o consumo de alimentos sem adição de agrotóxicos e cultivado de maneira natural praticamente dobrou entre 2009 e 2014, enquanto a demanda por alimentos tradicionais cresceu 67% no período. [...]

Em um levantamento realizado pela Dunnhumby, empresa de pesquisa do grupo varejista britânico Tesco, com 18.000 pessoas de 18 países, 79% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em sua vida. Esse patamar não passa de 55% no Reino Unido e de 66% nos Estados Unidos. E, segundo um relatório da Nielsen, três quartos dos consumidores leem atentamente o rótulo dos produtos e 63% desconfiam do que consta nas embalagens. É o caso da advogada paulista Sylvia Regina Rocha Batista, de 29 anos. Há cerca de oito anos ela passou a se preocupar mais com o que consome. “Minhas idas ao supermercado ficaram mais demoradas, pois passo um bom tempo lendo a embalagem dos alimentos antes de comprar. Mas um dos maiores problemas é o preço. Certas vezes deixo de comprar por conta do valor muito mais alto do que o dos alimentos tradicionais”, diz Sylvia. Esse é mesmo um ponto de atenção desse mercado. Um dos fatores que explicam o preço ainda salgado dos produtos é a produção em baixa escala. [...]

A questão dos preços foi um dos principais pontos levados em conta para a criação da Pic-me, companhia que comercializa frutas sem conservantes, em formato de purê, uma espécie de papinha para adultos. A empresa foi fundada em outubro de 2015 por Thiago Burgers e três sócios – o grupo de investimento Joá, do apresentador Luciano Huck, uma empresa de comunicação e o presidente de uma multinacional – e vende cada embalagem por 6 reais. “Acredito que os alimentos que contêm adição de açúcar, conservantes e sódio estão com os dias contados. Por isso, resolvi fazer parte dessa revolução e trazer produtos de uma forma acessível”, diz Thiago. Para fundar a Pic-me, ele viajou para alguns países com tradição no segmento saudável e pesquisou possíveis áreas de atuação. “Notei que as frutas eram um ponto de atenção. Muitas pessoas querem comer, mas a dificuldade de transporte e a durabilidade acabam atrapalhando”, diz.

Segundo um estudo da Nielsen, 96% dos brasileiros não consomem fruta fora do lar e 92% não consideram a fruta um alimento prático. Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade. Para possibilitar o encontro da fome com a vontade de comer, a Pic-me desenvolveu uma embalagem com cinco camadas de plástico e alumínio, que impossibilitam a entrada de luz e umidade e impedem a oxidação do alimento. Com a embalagem, as frutas podem ser consumidas em até um ano. [...]

(LOUREIRO, Michele. Onda sustentável. Você S/A, São Paulo, edição 214, p. 54-57, maio 2016.)

Em qual das frases transcritas abaixo se observa um desvio em relação às determinações da gramática normativa referentes à concordância?

 

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Questão presente nas seguintes provas
3706993 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Onda sustentável

Se há alguns setores que enfrentam períodos de dificuldade econômica com um pouco mais de tranquilidade, sem dúvida, o de alimentos orgânicos é um deles. Com a mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes no quesito alimentação, esse segmento nadou de braçadas nos últimos anos. Segundo um estudo da consultoria Euromonitor, o consumo de alimentos sem adição de agrotóxicos e cultivado de maneira natural praticamente dobrou entre 2009 e 2014, enquanto a demanda por alimentos tradicionais cresceu 67% no período. [...]

Em um levantamento realizado pela Dunnhumby, empresa de pesquisa do grupo varejista britânico Tesco, com 18.000 pessoas de 18 países, 79% dos brasileiros disseram que saúde e nutrição são prioridades em sua vida. Esse patamar não passa de 55% no Reino Unido e de 66% nos Estados Unidos. E, segundo um relatório da Nielsen, três quartos dos consumidores leem atentamente o rótulo dos produtos e 63% desconfiam do que consta nas embalagens. É o caso da advogada paulista Sylvia Regina Rocha Batista, de 29 anos. Há cerca de oito anos ela passou a se preocupar mais com o que consome. “Minhas idas ao supermercado ficaram mais demoradas, pois passo um bom tempo lendo a embalagem dos alimentos antes de comprar. Mas um dos maiores problemas é o preço. Certas vezes deixo de comprar por conta do valor muito mais alto do que o dos alimentos tradicionais”, diz Sylvia. Esse é mesmo um ponto de atenção desse mercado. Um dos fatores que explicam o preço ainda salgado dos produtos é a produção em baixa escala. [...]

A questão dos preços foi um dos principais pontos levados em conta para a criação da Pic-me, companhia que comercializa frutas sem conservantes, em formato de purê, uma espécie de papinha para adultos. A empresa foi fundada em outubro de 2015 por Thiago Burgers e três sócios – o grupo de investimento Joá, do apresentador Luciano Huck, uma empresa de comunicação e o presidente de uma multinacional – e vende cada embalagem por 6 reais. “Acredito que os alimentos que contêm adição de açúcar, conservantes e sódio estão com os dias contados. Por isso, resolvi fazer parte dessa revolução e trazer produtos de uma forma acessível”, diz Thiago. Para fundar a Pic-me, ele viajou para alguns países com tradição no segmento saudável e pesquisou possíveis áreas de atuação. “Notei que as frutas eram um ponto de atenção. Muitas pessoas querem comer, mas a dificuldade de transporte e a durabilidade acabam atrapalhando”, diz.

Segundo um estudo da Nielsen, 96% dos brasileiros não consomem fruta fora do lar e 92% não consideram a fruta um alimento prático. Mesmo sendo fonte de vitaminas, compostos bioativos e minerais, o consumo de frutas é menor do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde justamente por conta da falta de praticidade. Para possibilitar o encontro da fome com a vontade de comer, a Pic-me desenvolveu uma embalagem com cinco camadas de plástico e alumínio, que impossibilitam a entrada de luz e umidade e impedem a oxidação do alimento. Com a embalagem, as frutas podem ser consumidas em até um ano. [...]

(LOUREIRO, Michele. Onda sustentável. Você S/A, São Paulo, edição 214, p. 54-57, maio 2016.)

Assinale a alternativa correta.

 

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3707092 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Em qualquer instalação elétrica, dificilmente se utilizam todos os pontos de energia ou tomadas de corrente ao mesmo tempo. Assim, a carga elétrica projetada para um determinado tipo de instalação elétrica não é toda utilizada, mas um percentual dessa carga é efetivamente consumido.

Considere os fatores de demanda da tabela abaixo:

Tabela: Fator de demanda para residências e edifícios de apartamentos

Fator de demanda (%)

100 35

25

Potência instalada (kW)

0-10 10-120

acima de 120

Com base nos dados acima, assinale a alternativa que apresenta a demanda, ou seja, a potência útil de um edifício de 40 apartamentos com carga instalada de 10.500 Watts por apartamento de iluminação e tomada.

Questão Anulada

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3707091 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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São indicações para verificação dos sinais vitais, exceto:

Questão Anulada

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