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Foram encontradas 50 questões.

1721535 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Caio participou de um concurso para provimento de cargo público federal e foi aprovado.

Após sua nomeação:

 

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1721534 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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O administrador público deve observar, na sua atuação, uma série de princípios. Alguns deles estão previstos no texto constitucional, outros podem ser encontrados em legislação esparsa.

O princípio que impede que o agente público pratique ato em favorecimento próprio é o princípio da:

 

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1721533 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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João, servidor público estável, teve seu cargo extinto por ato do Presidente da República.

A Constituição Federal prevê que, nessa situação:

 

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1721532 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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A Lei nº 9.784/1999 estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

De acordo com essa lei, é incorreto afirmar que:

 

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1721508 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Os princípios orçamentários visam estabelecer regras básicas, a fim de conferir racionalidade, eficiência e transparência aos processos de elaboração, execução e controle do orçamento público. Válidos para todos os Poderes e para todos os entes federativos – União, Estados, Distrito Federal e Municípios – são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina.

O princípio segundo o qual a Lei Orçamentária Anual (LOA) de cada ente federado deverá conter todas as receitas e as despesas de todos os Poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo poder público recebe o nome de:

 

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1721485 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Presságio

O amor, quando se revela,

Não se sabe revelar.

Sabe bem olhar pra ela,

Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente

Não sabe o que há de dizer.

Fala: parece que mente...

Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,

Se pudesse ouvir o olhar,

E se um olhar lhe bastasse

Pra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;

Quem quer dizer quanto sente

Fica sem alma nem fala,

Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe

O que não lhe ouso contar,

Já não terei que falar-lhe

Porque lhe estou a falar...

(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)

Na última estrofe do poema:

 

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1721484 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Presságio

O amor, quando se revela,

Não se sabe revelar.

Sabe bem olhar pra ela,

Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente

Não sabe o que há de dizer.

Fala: parece que mente...

Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,

Se pudesse ouvir o olhar,

E se um olhar lhe bastasse

Pra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;

Quem quer dizer quanto sente

Fica sem alma nem fala,

Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe

O que não lhe ouso contar,

Já não terei que falar-lhe

Porque lhe estou a falar...

(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)

Em todos os versos transcritos abaixo, o “se” pertence à mesma classe de palavras, exceto em:

 

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1721483 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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Presságio

O amor, quando se revela,

Não se sabe revelar.

Sabe bem olhar pra ela,

Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente

Não sabe o que há de dizer.

Fala: parece que mente...

Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,

Se pudesse ouvir o olhar,

E se um olhar lhe bastasse

Pra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;

Quem quer dizer quanto sente

Fica sem alma nem fala,

Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe

O que não lhe ouso contar,

Já não terei que falar-lhe

Porque lhe estou a falar...

(Fonte: PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1972.)

Observe o uso do “lhe” nos versos transcritos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

I. “Mas não lhe sabe falar”

II. “Mas se isto puder contar-lhe”

III. “E se um olhar lhe bastasse”

 

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1721482 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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De gramática e de linguagem

E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta”.
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão.
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...

(Fonte: QUINTANA, Mario. Sapato Florido. Edição especial. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1994.)

No trecho “Eu sonho com um poema / Cujas palavras sumarentas escorram / Como a polpa de um fruto maduro em tua boca”, a palavra em destaque classifica-se morfologicamente como:

 

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1721481 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
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De gramática e de linguagem

E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta”.
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!...
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante...)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão.
Amigo ou adverso... João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João...
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...

(Fonte: QUINTANA, Mario. Sapato Florido. Edição especial. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1994.)

Assinale a alternativa em que a palavra “mesmo” foi empregada com valor semântico semelhante ao que ela apresenta no seguinte verso: “Mas o bom, mesmo, são os adjetivos”.

 

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