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Texto B (para as questões de 7, 8, 9, 10 e 11)
Uma viagem às avessas
Estava um breu naquela manhã. Afinal até quando vai o horário de verão? Nem a natureza sabe, já que ela está sendo obrigada a se adaptar também a essas ordens.
Tomamos café, nos arrumamos e saímos para a aula, o trabalho, o comércio…
Já no caminho, meus pés reclamam: errei de roupa e de sapato. Esqueci a sombrinha, vem chuva, faltou o protetor solar hoje. Ufa! Esse é meu dia a dia. […]
(GOUVÊA, A. A. de. Uma viagem às avessas. In: LOPES, L. (org.). Poertextos. Rio de Janeiro: AMCguedes editora, 2016. p. 19-21)
No período: “Já no caminho, meus pés reclamam: errei de roupa e de sapato”, a expressão ‘já no caminho’ exerce a função de:
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Texto B (para as questões de 7, 8, 9, 10 e 11)
Uma viagem às avessas
Estava um breu naquela manhã. Afinal até quando vai o horário de verão? Nem a natureza sabe, já que ela está sendo obrigada a se adaptar também a essas ordens.
Tomamos café, nos arrumamos e saímos para a aula, o trabalho, o comércio…
Já no caminho, meus pés reclamam: errei de roupa e de sapato. Esqueci a sombrinha, vem chuva, faltou o protetor solar hoje. Ufa! Esse é meu dia a dia. […]
(GOUVÊA, A. A. de. Uma viagem às avessas. In: LOPES, L. (org.). Poertextos. Rio de Janeiro: AMCguedes editora, 2016. p. 19-21)
Em: “Tomamos café, nos arrumamos e saímos para a aula, o trabalho, o comércio…”, tem-se:
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
O Texto A reproduz parte de uma “reportagem”. Acerca desse gênero textual, é incorreto afirmar que:
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
Relativamente ao texto, é correto afirmar que:
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
Assinale a alternativa correta considerando o período: “Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!)”.
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
No trecho: “Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano […]”, a expressão ‘no entanto’ pode ser substituída, sem alteração do sentido da frase, por:
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: Em ‘Psicologia’, ‘Neurologia’, ‘Neurobiologia’ e ‘Neurofisiologia’
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Texto A (para as questões de 1, 2, 3, 4, 5 e 6)
Das infinitudes do cérebro
O estudo do corpo humano é algo que fascina e desafia os homens desde remotas eras. Os avanços das tecnologias ampliaram muito as possibilidades de compreender um pouco mais tal funcionamento, tendo em vista, principalmente, o uso de técnicas não invasivas, in vivo. Dentre os vários sistemas e órgãos que se dão a conhecer, o cérebro tem concentrado grande esforço de pesquisa – e com foco inicial não apenas na Biologia e nas áreas de saúde. Nesse contexto, destaca-se o surgimento e a consolidação das chamadas Neurociências (Sim, no plural!).
Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos, no que tange a efeitos disciplinares e acadêmicos, considera-se a década de 1970 como marco do surgimento de tal campo do conhecimento. A datação deve-se em grande medida, aos já mencionados avanços tecnológicos do século XX, que permitiram a criação, por exemplo, da primeira máquina de tomografia, cujo uso ampliado, para além dos ambientes de pesquisa, deu-se somente na década de 1990, devido aos altos custos. […]
Para além da dimensão técnica, no entanto, as Neurociências revelam-se um campo de conhecimento que busca compreender o comportamento humano, a partir do funcionamento do sistema nervoso e de suas interações com o corpo – a mediação principal para relacionamento dos indivíduos com o mundo à sua volta. […] “No cerne das Neurociências há interações com a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Neurobiologia e a Neurofisiologia”, afirma a professora Angela Maria Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais. […] Pode-se perceber, portanto, que a premissa – e, por conseguinte, o diferencial – dos estudos em Neurociências está no fato de que qualquer aspecto do comportamento (motor, emocional, cognitivo) tem bases biológicas ou físicas e que, para os especialistas da área, isso não envolve apenas o sistema nervoso. Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico. […]
(Adaptado de: RIBEIRO, A.; MANTOVANI, C. A. Das infinitudes do cérebro. Revista Minas Faz Ciência, no 65, p. 6-11, mar-maio 2016)
Sobre o uso do verbo ‘haver’ nos trechos: “Apesar de o estudo do cérebro remontar há séculos e séculos […]” e “Há, também, questões relativas aos sistemas endócrino e imunológico”, é incorreto afirmar:
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Planilha eletrônica é um programa de computador que utiliza tabelas para realização de cálculos ou apresentação de dados. A figura a seguir apresenta componentes de uma planilha eletrônica.

Esse componentes são:
I. Cabeçalho da coluna.
II. Alça de preenchimento.
III. Célula.
IV. Cabeçalho da linha.
V. Seleciona toda a planilha ao clicar no local apontado pela seta.
Relacionando os componentes descritos com os itens apontados pelas setas na planilha, assinale a alternativa que a apresenta a correspondência correta:
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No meio profissional, precisamos que os mecanismos de segurança sejam capazes de garantir a autenticidade, a confiabilidade e a integridade das informações. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
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