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Texto C
Missão Eclipse
Na manhã do dia 29 de maio de 1919, o céu de Sobral, no Ceará, estava coberto por nuvens. A torcida era tanta, porém, que o tempo nublado foi embora e o Sol apareceu! Ali, várias pessoas observavam o astro, quando, por pouco mais de cinco minutos, o dia “virou noite”. Aconteceu um eclipse solar total. A Lua, devagarinho, passou à frente do Astro-rei. Então, tapou-o completamente. Depois, continuou sua trajetória, e as luzes reapareceram – brilhantes, como sempre!
(Adaptado de: LAGES, L. Missão Eclipse. Minas Faz Ciência, Belo Horizonte: Fapemig, p. 22, dez. 2019. Edição Especial.)
Na frase “A lua, devagarinho, passou à frente do Astro-rei”, o termo grifado exerce função sintática de:
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Texto C
Missão Eclipse
Na manhã do dia 29 de maio de 1919, o céu de Sobral, no Ceará, estava coberto por nuvens. A torcida era tanta, porém, que o tempo nublado foi embora e o Sol apareceu! Ali, várias pessoas observavam o astro, quando, por pouco mais de cinco minutos, o dia “virou noite”. Aconteceu um eclipse solar total. A Lua, devagarinho, passou à frente do Astro-rei. Então, tapou-o completamente. Depois, continuou sua trajetória, e as luzes reapareceram – brilhantes, como sempre!
(Adaptado de: LAGES, L. Missão Eclipse. Minas Faz Ciência, Belo Horizonte: Fapemig, p. 22, dez. 2019. Edição Especial.)
Em: “Depois, continuou sua trajetória, e as luzes reapareceram – brilhantes, como sempre!”, o uso do travessão justifica-se:
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Em todas as alternativas, o uso da vírgula não poderia ocorrer, exceto em:
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Considerando os períodos a seguir, assinale a alternativa que apresenta oração subordinada adverbial condicional:
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No período “Agora não se vira mais cidadão do mundo: já se nasce sendo um”, a relação entre as orações pode ser estabelecida por meio da conjunção:
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Assinale a alternativa que apresenta a sequência de palavras que completa corretamente as lacunas do texto a seguir:
Na de vendas da empresa, houve o crime de . A polícia participou da das 14h com todos os funcionários e a delação dos criminosos.
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Texto B
Curiosidade
CURIOSIDADE é palavra xereta,
cheia de ouvidos em pé,
olhos cortantes
e uma vontade de saber de tudo
o que é ou não da sua conta.
Se for positiva, sorte do mundo.
Se for só maldade, sai de baixo
que vem chumbo grosso.
(JOSÉ, E. A poesia pede passagem. São Paulo: Paulus, 2003.)
No último verso, o autor utiliza a expressão “chumbo grosso”. Sobre essa utilização, é correto afirmar que:
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Mirábile
Há muitos anos, numa terra que só a imaginação da gente sabe onde fica, surgiu uma cidade chamada Mirábile. As pessoas que a habitavam eram bastante felizes e, na maioria das vezes, viviam festejando. Tanto que as palavras que falavam eram coloridas.
No entanto, a felicidade daquela cidade vivia sob as ameaças de Elibarim, um lugar de moradores agressivos, cujos domínios ficavam para muito além das cercanias de Mirábile. Esta outra cidade fora erguida num lugar castigado pelas brasas do sol. Os que nasciam em Elibarim tinham que se esforçar para sobreviver, transformando-se em criaturas belicosas, arredias e briguentas. Os elibarenses viviam por conta de saques a outras cidades e eram temidos por todos em todos os lugares por onde passavam.
Uma noite, a cidade estremeceu com um chamado para que toda a população se reunisse na praça central, pois algo de muito grave estava acontecendo e todos precisavam ajudar na procura de uma solução. Nessas horas é que se percebe o quanto as cidades podem ser realmente grandes ou pequenas. Num instante, Quiseré e sua família já estavam reunidos na roda do chafariz que adornava o centro da praça principal. […]
A questão era como aquela gente pacífica e cordial faria para se defender dos exércitos de Elibarim. Acostumada a tomar decisões em conjunto, a população começou a imaginar soluções para aquela ameaça tão próxima. Alguém sugeriu a contratação de um exército externo, que pudesse enfrentar a chusma de invasores. Outros, pouco afeitos à violência, optaram logo por abandonar a cidade à sorte daquela gente má. A maioria não sabia mesmo o que fazer. Apesar do susto, os moradores tinham alguns dias para pensar numa saída. Assim, a reunião foi desfeita e cada um dos mirabilenses voltou para casa com a missão de pensar numa forma de evitar o ataque dos adversários. Verdade é que nesse dia as palavras ficaram menos coloridas, pareciam desbotadas, por causa da preocupação que havia se instalado no coração de cada uma.
(Adaptado de: PEREIRA, E. A. Contos de Mirábile. 2. ed. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.)
Assinale a alternativa correta considerando o texto:
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Mirábile
Há muitos anos, numa terra que só a imaginação da gente sabe onde fica, surgiu uma cidade chamada Mirábile. As pessoas que a habitavam eram bastante felizes e, na maioria das vezes, viviam festejando. Tanto que as palavras que falavam eram coloridas.
No entanto, a felicidade daquela cidade vivia sob as ameaças de Elibarim, um lugar de moradores agressivos, cujos domínios ficavam para muito além das cercanias de Mirábile. Esta outra cidade fora erguida num lugar castigado pelas brasas do sol. Os que nasciam em Elibarim tinham que se esforçar para sobreviver, transformando-se em criaturas belicosas, arredias e briguentas. Os elibarenses viviam por conta de saques a outras cidades e eram temidos por todos em todos os lugares por onde passavam.
Uma noite, a cidade estremeceu com um chamado para que toda a população se reunisse na praça central, pois algo de muito grave estava acontecendo e todos precisavam ajudar na procura de uma solução. Nessas horas é que se percebe o quanto as cidades podem ser realmente grandes ou pequenas. Num instante, Quiseré e sua família já estavam reunidos na roda do chafariz que adornava o centro da praça principal. […]
A questão era como aquela gente pacífica e cordial faria para se defender dos exércitos de Elibarim. Acostumada a tomar decisões em conjunto, a população começou a imaginar soluções para aquela ameaça tão próxima. Alguém sugeriu a contratação de um exército externo, que pudesse enfrentar a chusma de invasores. Outros, pouco afeitos à violência, optaram logo por abandonar a cidade à sorte daquela gente má. A maioria não sabia mesmo o que fazer. Apesar do susto, os moradores tinham alguns dias para pensar numa saída. Assim, a reunião foi desfeita e cada um dos mirabilenses voltou para casa com a missão de pensar numa forma de evitar o ataque dos adversários. Verdade é que nesse dia as palavras ficaram menos coloridas, pareciam desbotadas, por causa da preocupação que havia se instalado no coração de cada uma.
(Adaptado de: PEREIRA, E. A. Contos de Mirábile. 2. ed. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.)
Assinale a alternativa em que os verbos, apresentados no texto, estão conjugados no Pretérito Imperfeito do Indicativo.
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Mirábile
Há muitos anos, numa terra que só a imaginação da gente sabe onde fica, surgiu uma cidade chamada Mirábile. As pessoas que a habitavam eram bastante felizes e, na maioria das vezes, viviam festejando. Tanto que as palavras que falavam eram coloridas.
No entanto, a felicidade daquela cidade vivia sob as ameaças de Elibarim, um lugar de moradores agressivos, cujos domínios ficavam para muito além das cercanias de Mirábile. Esta outra cidade fora erguida num lugar castigado pelas brasas do sol. Os que nasciam em Elibarim tinham que se esforçar para sobreviver, transformando-se em criaturas belicosas, arredias e briguentas. Os elibarenses viviam por conta de saques a outras cidades e eram temidos por todos em todos os lugares por onde passavam.
Uma noite, a cidade estremeceu com um chamado para que toda a população se reunisse na praça central, pois algo de muito grave estava acontecendo e todos precisavam ajudar na procura de uma solução. Nessas horas é que se percebe o quanto as cidades podem ser realmente grandes ou pequenas. Num instante, Quiseré e sua família já estavam reunidos na roda do chafariz que adornava o centro da praça principal. […]
A questão era como aquela gente pacífica e cordial faria para se defender dos exércitos de Elibarim. Acostumada a tomar decisões em conjunto, a população começou a imaginar soluções para aquela ameaça tão próxima. Alguém sugeriu a contratação de um exército externo, que pudesse enfrentar a chusma de invasores. Outros, pouco afeitos à violência, optaram logo por abandonar a cidade à sorte daquela gente má. A maioria não sabia mesmo o que fazer. Apesar do susto, os moradores tinham alguns dias para pensar numa saída. Assim, a reunião foi desfeita e cada um dos mirabilenses voltou para casa com a missão de pensar numa forma de evitar o ataque dos adversários. Verdade é que nesse dia as palavras ficaram menos coloridas, pareciam desbotadas, por causa da preocupação que havia se instalado no coração de cada uma.
(Adaptado de: PEREIRA, E. A. Contos de Mirábile. 2. ed. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.)
Considerando o período: “Os que nasciam em Elibarim tinham que se esforçar para sobreviver, transformando-se em criaturas belicosas, arredias e briguentas”, assinale a alternativa que apresenta sinônimos para os adjetivos grifados, na mesma ordem em que aparecem, sem alteração de sentido.
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