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Foram encontradas 100 questões.

211902 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
Uma casa de shows resolveu vender ingressos para a apresentação de uma banda de rock. O valor do ingresso era R$ 100,00 e, caso houvesse desistência, o cliente poderia reaver 80% do valor do ingresso de volta. A lotação da casa de shows era de 1000 pessoas e todos os ingressos foram previamente vendidos. A casa de show obteve um faturamento líquido (compras - desistências) com a venda dos ingressos no valor total de R$ 77.600,00. Qual a porcentagem de pessoas que desistiram do show?
 

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211901 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
Sabendo que x dividido por y é igual a 8, então, o dobro de x dividido pelo dobro de y é igual a
 

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211900 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
A soma de três números consecutivos é igual a 183. Sobre o menor destes números, é correto afirmar:
 

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211899 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
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A expressão x : y = k, onde x é o dividendo e y é o divisor, pode significar que y "cabe” k vezes no x. O número de vezes que o divisor 3/6 cabe no dividendo 12 é:
 

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211898 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
Sabendo-se que os lados de um triângulo medem 4 cm, 5cm e 3 cm. Sua área é de:
 

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211897 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
Uma equação do segundo grau em x tem como raízes os números (1) e (- 2). Essa equação é:
 

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211896 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
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Um número natural é dividido pelo número natural 13. A operação tem como resultado o número natural 21 e como resto o maior número natural possível. O dividendo é:
 

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211895 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
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Uma cidade sofreu uma catástrofe natural e, para o resgate de seus moradores, foi enviada uma equipe de ajuda com 80 profissionais, formada exclusivamente por médicos e por bombeiros. Essa equipe será dividida em grupos de trabalho, a fim de realizarem a tarefa. Sabe-se que:

• o número de médicos é igual a 60% do número de bombeiros;

• cada grupo será composto apenas por profissionais da mesma categoria (grupos apenas de médicos e grupos apenas de bombeiros);

• Todos os grupos deverão ter o mesmo número de profissionais;

• O total de grupos deve ser o menor possível;

• Apenas um grupo atuará por dia e, após todos os grupos terem atuado uma vez, a equipe inteira irá embora do local.

Nessas condições, é correto afirmar que:

 

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211894 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
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Em uma obra há 72 trabalhadores com a mesma produtividade. O engenheiro responsável calcula que, com essa equipe trabalhando 8 horas por dia, a obra será finalizada em 30 dias. Uma empresa de mão de obra terceirizada, oferece uma alternativa ao engenheiro: substituir os seus trabalhadores por 100 operários da empresa, trabalhando 10 horas por dia. Porém, a produtividade desses operários é 36% menor do que a dos trabalhadores do engenheiro. O engenheiro faz os seus cálculos e verifica que, caso aceite a proposta da empresa, a obra ficará pronta em:
 

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211893 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNIFESP
Orgão: UNIFESP
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A aliança

Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim. Aconteceu com um amigo meu.

Fictício, claro.

Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu. Com dificuldade ele encostou o carro no meiofio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências... Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas sem querer a chutou. A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro. Onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa. Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.

— Você não sabe o que me aconteceu!

— O quê?

— Uma coisa incrível.

— O quê?

— Contando ninguém acredita.

— Conta!

— Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?

— Não.

— Olhe.

E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.

— O que aconteceu?

E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.

— Que coisa - diria a mulher, calmamente.

— Não é difícil de acreditar?

— Não. E perfeitamente possível.

— Pois é. Eu...

— SEU CRETINO!

— Meu bem...

— Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. E ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara-de-pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.

— Mas, meu bem...

— Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!

E ela sairia de casa, com as crianças, sem querer ouvir explicações. Ele chegou em casa sem dizer nada. Por que o atraso? Muito trânsito. Por que essa cara? Nada, nada. E, finalmente:

— Que fim levou a sua aliança? E ele disse:

— Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.

Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom-senso, a venceríam.

— O mais importante é que você não mentiu pra mim. E foi tratar do jantar.

FONTE: http://www.releituras.com/lfverissiino_alianca.asp. Acesso 20 mar 2018.

Na crônica de Luís Fernando Veríssimo, a estratégia que gera o humor é o resultado

 

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