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Texto-base para a questão a seguir.
Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui
O Estado de S. Paulo – 11/07/12
Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.
Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.
Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.
E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.
[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.
[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."
Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]
Tendo em vista as informações do texto lido, sobre a pesquisa da FIPE, é correto afirmar:
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Texto-base para a questão a seguir.
Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui
O Estado de S. Paulo – 11/07/12
Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.
Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.
Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.
E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.
[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.
[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."
Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]
Em relação aos diferentes segmentos editoriais, é correto afirmar com base no texto que:
1. em 2011 foram vendidos mais livros científicos, técnicos e profissionais do que obras gerais.
2. o crescimento do público universitário contribuiu para o incremento nas vendas de livros científicos, técnicos e profissionais.
3. o faturamento relativo a e-books em 2011 foi muito reduzido em comparação com o de outros segmentos.
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Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui
O Estado de S. Paulo – 11/07/12
Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% - já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.
Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.
Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. "Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado." Mas ela ressalta que o mercado está seguro. "Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis", comenta Pansa.
E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento - caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.
[...] Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.
[...] Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: "Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão."
Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. "Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo", comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais - de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil. [...]
Com base no texto sobre o mercado editorial brasileiro, é correto afirmar:
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Numere os parênteses a fim de ordenar corretamente as etapas da produção editorial de um livro impresso por uma editora universitária (do início para o fim do processo):
( ) Decisão de publicação pelo Conselho Editorial.
( ) Copidesque / Revisão de texto.
( ) Diagramação / Composição / Projeto gráfico.
( ) Avaliação dos originais por pareceristas.
( ) Revisão de prova.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Leia o texto a seguir:
Com efeito, a Associação Nacional dos Designers, em seu livro O Valor do Design (2003), indica que o projeto gráfico de livros auxiliou a atividade de design gráfico a popularizar-se. Mesmo reconhecendo que hoje esse é um dos setores que mais emprega designers no país, a ADG também avalia que até pouco tempo atrás muitos profissionais eram contratados apenas para conceber as capas, ficando o miolo a cargo da própria editora – atitude que refletia um layout mais mecânico e padronizado. No entanto, recentemente a iniciativa de pensar o projeto de forma a integrar capa e miolo sob um mesmo conceito, isto é, incorporando elementos com a mesma linguagem visual, marcam a passagem para a presença integral do designer no projeto da publicação. Sendo o design editorial uma área de atuação específica do design gráfico que se dedica à elaboração de projetos para publicações – edições como livros, jornais e revistas –, sua concepção apoia-se num vocabulário que é visual (Esterson, 2004).
(DAMASCENO, P. L Design de Jornais: projeto gráfico, diagramação e seus elementos. Disponível em: www.bocc.ubi.pt. Acesso em 11 mar 2014)
Com base nos conhecimentos sobre o design e no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O designer editorial é responsável pelas imagens de um livro, enquanto o editor é responsável pelos textos.
2. A participação do designer editorial na produção de livros foi ampliada com a concepção integrada de capa e miolo.
3. A produção editorial de livros impressos deixou de ser campo de trabalho para designers gráficos.
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Leia os excertos abaixo:
Foi já em meados dos anos oitenta e princípios dos anos noventa, a partir, principalmente, dos Estados Unidos, que alguns jornais começaram a enveredar por um design pós-moderno. O USA Today foi, provavelmente, o jornal precursor, propondo um grafismo arrojadamente experimental e inovador. Embora influenciado pela visualidade televisiva, o que o levou a disseminar a cor e a inserir bastantes infográficos e fotografias tipo fast food, o USA Today não desdenhou de recuperar elementos gráficos da imprensa vitoriana, como a paginação vertical, as colunas estreitas e a proliferação de temas na primeira página, cujo espaço é aproveitado até à exaustão.
(SOUSA, 2005, citado por FREIRE, E.N. Do tipográfico ao digital. As fases evolutivas do discurso jornalístico pelo design. Disponível em: http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/7o-encontro-2009-1/Do%20tipografico%20ao%20digital.pdf. Acesso em 10 mar.2014)
O jornalismo impresso atual sofre pressões por mudanças. Tais pressões são decorrentes das adaptações ao modo de leitura atual, do crescimento da oferta de suportes de informação, e também em função do próprio ritmo de vida dos leitores de hoje. Uma das formas encontradas pelos jornais impressos para responder a tais demandas tem sido a revisão dos seus modos de dizer, e o design é hoje uma das principais estratégias nesta mudança.
(FREIRE, E.N. Do tipográfico ao digital. As fases evolutivas do discurso jornalístico pelo design. Disponível em: http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/7o-encontro-2009-1/Do%20tipografico%20ao%20digital.pdf. Acesso em 10 mar.2014)
Com base nos trechos acima, e nos conhecimentos sobre o design do jornal, considere as seguintes afirmativas:
1. A concepção gráfica do jornal é, em diferentes períodos, impactada pelos demais meios de informação.
2. O discurso jornalístico se torna, progressivamente, mais independente do design.
3. A evolução do design tornou o jornal mais isento em relação aos conteúdos abordados.
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Cada vez mais a universidade brasileira se dá conta de que a atividade editorial acadêmica é, antes de mais nada, parte constitutiva da maturidade intelectual da instituição. Este pensamento, que se fortaleceu nos últimos anos, também evidencia que não basta publicar, mas divulgar e fazer chegar o livro às mãos do leitor, disseminando conhecimento, fazendo do livro e da revista produzidos pela Universidade parte integrante da vida do profissional que mais do que nunca precisa de formação contínua e abrangente. A Editora Universitária no Brasil está tomando cada vez mais o lugar já ocupado por centenárias experiências de universidades europeias: ser um forte elo entre a produção acadêmica e a sociedade. Não estamos mais dialogando apenas entre pares acadêmicos, até porque não é necessário, em tempos em que impera a comunicação virtual, a universidade ter uma editora para isso. Além da circulação de ideias entre a comunidade científica, a editora universitária hoje dialoga com uma imensa gama de leitores que buscam no saber acadêmico a fonte para suas profissões e, porque não, para entender melhor o mundo contemporâneo.
(MARQUES NETO, J.C. A editora universitária, os livros do século XXI e seus leitores. Interface, vol.4 n.7 Botucatu. Ago.2000. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832000000200025. Acesso em 15 mar. 2014)
Com base nos conhecimentos sobre o trabalho das editoras universitárias e no texto acima, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir:
Adoro ensinar aos alunos o que é . Primeiro, porque como parece engraçado, desperta a curiosidade, e geralmente, eles não se esquecem mais. Segundo, porque toda a relação que consigo estabelecer com a tradição editorial, vale a pena. é o último elemento impresso no miolo do livro, é o remate da obra. Figura na página par, sem o fólio, e deve contemplar, basicamente: qualidade do papel usado (tipo, fabricante, peso) e tipografia da composição dos textos. Mas, pode incluir também os créditos dos envolvidos, o tipo de processo gráfico, a gráfica que produziu e a tiragem realizada naquela edição. É portanto, uma informação preciosa para designers, tipógrafos e impressores. Como designers, devemos garantir essa informação para os todos interessados, compartilhando nossas escolhas. é uma tradição da prática manuscritora, observada em papiros egípcios, mantidas pelos escribas medievais e nos incunábulos até chegar no livro impresso.
(DE CHIRICO, M. O que é _______. Disponível em: http://www.estacaodesign.com.br/. Acesso em 11 mar 2014.)
O termo que preenche adequadamente todas as lacunas deixadas no texto é:
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Em relação à nomenclatura tipográfica, numere a 2ª coluna com base na informação da 1ª coluna.
1. Haste.
2. Serifa.
3. Fonte
4. Kerning ou tracking.
( ) Coleção completa de caracteres tipográficos.
( ) Traço principal das letras.
( ) Filete que dá acabamento no final da haste da letra.
( ) Espaçamento entre caracteres.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na coluna, de cima para baixo.
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A ideia de que a invenção da impressão gráfica marcou época é antiga, seja a nova técnica discutida isoladamente, seja em conjunto com a invenção da pólvora ou como parte do trio prensa-pólvora-bússola. Para o filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626), foi este trio que “mudou o estado e a face das coisas em todo o mundo”, embora o ensaísta francês Michel de Montaigne (1533-92), escrevendo uma geração antes, tenha lembrado a seus leitores que os chineses usufruíam os benefícios da impressão há “mil anos”. Samuel Hartlib – um exilado do Leste europeu na Grã-Bretanha que apoiou diversas iniciativas de reformas sociais e culturais – escreveu em 1641 que “a arte da impressão disseminará tanto conhecimento que as pessoas comuns, sabedoras de seus direitos e liberdades, não serão governadas de forma opressora”.
[...]
No entanto, alguns comentaristas desejaram que a nova época jamais tivesse chegado. As loas triunfais da invenção foram contrariadas pelo que se pode chamar de narrativas catastróficas. Os escribas, cujos negócio era ameaçado pela nova tecnologia, deploraram desde o início a chegada da impressão gráfica. Para os homens da Igreja, o problema básico era que os impressos permitiam aos leitores que ocupavam uma posição baixa na hierarquia social e cultural estudar os textos religiosos por conta própria, em vez de confiar no que as autoridades contavam. Para os governos, essas consequências mencionadas por Hartlib não deviam ser celebradas.
(BRIGGS, A.; BURKE, P. Uma história social da mídia – De Gutenberg à internet. Trad. M. C. Pádua Dias; 2ª. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 26)
Sobre a invenção da impressão gráfica e seu impacto, assinale a alternativa que corresponde à análise de Briggs e Burke no excerto acima.
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