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Um paciente de 66 anos procura atendimento médico para avaliação de sintomas de dispneia progressiva há 9 meses, tosse com expectoração mucoide de caráter recorrente. É ex-fumante (40 maços/ano). No exame físico, verifica-se redução do murmúrio vesicular bilateralmente, com discretos sibilos ao final da expiração, além de tiragem intercostal. Qual exame complementar é essencial para o diagnóstico e estadiamento da doença?
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TEXTO
Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies!$ ^{(C)} !$ animais e!$ ^{(A)} !$ plantas!$ ^{(B)} !$, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
O uso do plural em “animais” :
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Um paciente do sexo masculino, de 28 anos, apresentou quadro de hepatite pelo vírus B. Seus testes sorológicos mostram: HBsAg -, anti-HBc IgG +, anti-HBe +, anti-HBs +. Qual a interpretação correta ante o perfil sorológico desse paciente?
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Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
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Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
A inversão da ordem sintática em “Vários são os interesses de poder que estão em jogo” se deve à:
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Um paciente de 55 anos, portador de neoplasia de pulmão, é atendido por rebaixamento do nível de consciência, torporoso, PA:125x75mmHg, P:96ppm, f: 14 irpm. Os exames laboratoriais mostram um Na+ sérico de 119mEq/l. Qual a conduta terapêutica recomendável dentre as alternativas abaixo?
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Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Assinale a alternativa em que o número de fonemas é maior do que o número de letras.
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Um homem de 55 anos, hipertenso, chega ao hospital com hipotensão, palpitações e dispneia de início há 12h. Traz ECG feito há 2 dias, em avaliação de rotina que mostra ritmo sinusal. Verifica-se uma PA:95x65mmHg, FC:135 a 150 ppm, ritmo irregular. Na ausculta pulmonar, há crepitações em bases bilateralmente. O ECG mostra fibrilação atrial. Qual a recomendação imediata para tratamento deste quadro?
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Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Assinale a alternativa cuja palavra contém sufixo com o mesmo valor semântico do presente em “positivismo” .
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Qual das drogas abaixo relacionadas é classificada como inibidor da glicoproteína IIb/IIIA?
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Um paciente de 45 anos, hipertenso leve, pesando 70kg, é atendido no pronto socorro com febre (39ºC) e dores no corpo há 5 dias. Ao exame físico: PA:95X65mmHg. P:105 ppm, Prova do laço positiva. O hemograma mostra Hb:15g/dl, Ht:46%, Plaquetas:45.000/!$ mm^3 !$, Leucócitos:1400/!$ mm^3 !$ (1% bastões, 46% segmentados, 50% de linfócitos, 2% eosinófilos). Qual a conduta terapêutica imediata recomendada?
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