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Em relação aos tumores hepáticos malignos da infância, analise as assertivas abaixo
e assinale a alternativa correta.
I. O hepatoblastoma é o tumor hepático maligno mais frequente na infância e predominante em crianças menores de 5 anos.
II. A ressecção cirúrgica completa é o principal pilar para cura.
III. A elevação de alfa-fetoproteína (AFP) é comum no hepatoblastoma e auxilia tanto no diagnóstico quanto no seguimento.
IV. O carcinoma hepatocelular pediátrico pode estar associado à hepatite B crônica.
I. O hepatoblastoma é o tumor hepático maligno mais frequente na infância e predominante em crianças menores de 5 anos.
II. A ressecção cirúrgica completa é o principal pilar para cura.
III. A elevação de alfa-fetoproteína (AFP) é comum no hepatoblastoma e auxilia tanto no diagnóstico quanto no seguimento.
IV. O carcinoma hepatocelular pediátrico pode estar associado à hepatite B crônica.
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Um adolescente de 16 anos apresenta-se com linfadenopatia cervical e supraclavicular
indolor notada há 3 meses e prurido importante, particularmente à noite, e que melhora pouco com
medicamentos sintomáticos. O exame físico mostra as adenomegalias de até 4 cm cervicais e
supraclaviculares, além de dois linfonodos aumentados com cerca de 3 cm em região inguinal
esquerda. A biópsia de um linfonodo cervical mostra células de Reed-Sternberg em um infiltrado
inflamatório misto, compatível com linfoma de Hodgkin clássico. O PET/CT revela linfonodos com SUV
acima de 10 em regiões cervical, supraclavicular, mediastinal, para-aórtico e inguinal bilateral.
Nenhum dos linfonodos ou grupamento de linfonodos tem mais do que 7 cm e não há outras alterações.
Considerando as informações apresentadas, o estadiamento do paciente é:
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Uma criança de 1 ano é encaminhada ao oftalmologista após o pediatra notar, em
exame de rotina com oftalmoscópio indireto, uma pequena lesão esbranquiçada na retina do olho
direito. Os pais não referem estrabismo, leucocoria ou queixas visuais. Sob sedação, identifica-se, no
olho direito, tumor único, intrarretiniano, esbranquiçado, medindo 2 mm no maior diâmetro e 1 mm
de espessura, localizado na retina periférica nasal, a mais de 3 mm da fóvea e do disco óptico, sem
descolamento de retina, sem seeding vítreo ou sub-retiniano. O olho esquerdo é normal. Ultrassom
ocular confirma pequena massa calcificada intrarretiniana, sem extensão vítrea ou escleral. RM de
encéfalo e órbitas mostra tumor único restrito à retina do olho direito, sem invasão de nervo óptico
ou estruturas extraoculares. Qual é a melhor conduta inicial para o tratamento do tumor do olho
direito?
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Para responder à questão, considere o caso a seguir:
Um menino de 7 anos, previamente hígido, apresenta-se com dor abdominal aguda, distensão e
vômitos há 5 dias. Há duas semanas, esteve em férias em Campo Grande (MS). O exame físico revelou
massa abdominal palpável no quadrante inferior direito. A tomografia computadorizada abdominal
mostrou uma grande massa intraluminal no íleo terminal, causando intussuscepção, e linfadenopatia
mesentérica.
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Para responder à questão, considere o caso a seguir:
Um menino de 7 anos, previamente hígido, apresenta-se com dor abdominal aguda, distensão e
vômitos há 5 dias. Há duas semanas, esteve em férias em Campo Grande (MS). O exame físico revelou
massa abdominal palpável no quadrante inferior direito. A tomografia computadorizada abdominal
mostrou uma grande massa intraluminal no íleo terminal, causando intussuscepção, e linfadenopatia
mesentérica.
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Sobre os tipos de linfomas, analise as assertivas a seguir:
I. O linfoma anaplásico de grandes células ALK-positivo apresenta tipicamente CD30 (Ki-1) negativo e CD 20 positivo.
II. O linfoma folicular do tipo pediátrico caracteriza-se, em geral, por doença localizada em cabeça e pescoço, curso indolente e excelente prognóstico, diferindo biologicamente do linfoma folicular clássico do adulto.
III. Linfomas de baixo grau (indolentes), como o linfoma linfocítico de pequenas células/LLC e o linfoma da zona marginal esplênico, são excepcionalmente raros em crianças.
IV. Doenças linfoproliferativas pós-transplante (PTLD) associadas ao vírus Epstein-Barr têm tratamento diferente conforme a histologia.
Quais estão corretas?
I. O linfoma anaplásico de grandes células ALK-positivo apresenta tipicamente CD30 (Ki-1) negativo e CD 20 positivo.
II. O linfoma folicular do tipo pediátrico caracteriza-se, em geral, por doença localizada em cabeça e pescoço, curso indolente e excelente prognóstico, diferindo biologicamente do linfoma folicular clássico do adulto.
III. Linfomas de baixo grau (indolentes), como o linfoma linfocítico de pequenas células/LLC e o linfoma da zona marginal esplênico, são excepcionalmente raros em crianças.
IV. Doenças linfoproliferativas pós-transplante (PTLD) associadas ao vírus Epstein-Barr têm tratamento diferente conforme a histologia.
Quais estão corretas?
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No contexto do tratamento do câncer na infância com suas respectivas toxicidades
precoces ou tardias, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada condição ao respectivo
tratamento.
Coluna 1
1. Surdez neurossensorial bilateral cumulativa.
2. Deficiência de GH com baixa estatura definitiva.
3. Doença veno-oclusiva hepática (sinusoidal obstruction syndrome).
4. Síndrome de Fanconi com nefropatia túbulo-proximal crônica.
Coluna 2
( ) Condicionamento mieloablativo com busulfano + ciclofosfamida.
( ) Radioterapia craniana (18–24 Gy) para profilaxia de SNC na LLA infantil.
( ) Ifosfamida em altas doses em idade <5 anos.
( ) Cisplatina em altas doses.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Surdez neurossensorial bilateral cumulativa.
2. Deficiência de GH com baixa estatura definitiva.
3. Doença veno-oclusiva hepática (sinusoidal obstruction syndrome).
4. Síndrome de Fanconi com nefropatia túbulo-proximal crônica.
Coluna 2
( ) Condicionamento mieloablativo com busulfano + ciclofosfamida.
( ) Radioterapia craniana (18–24 Gy) para profilaxia de SNC na LLA infantil.
( ) Ifosfamida em altas doses em idade <5 anos.
( ) Cisplatina em altas doses.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Uma menina de 6 anos com LLA de alto risco, em primeira remissão, encontra-se em
manutenção. Apresenta dor neuropática importante por infiltração prévia do plexo lombossacro,
insônia e ansiedade. A equipe discute se já seria o caso de envolver o serviço de cuidados paliativos,
visto que a paciente “está em tratamento curativo”. Considerando o quadro apresentado, qual das
seguintes condutas está mais alinhada aos princípios contemporâneos de cuidados paliativos
pediátricos?
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Em relação ao sarcoma de Ewing, assinale a alternativa INCORRETA.
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Considerando casos de pacientes com LLA que atingiram a segunda remissão após
recidiva, são situações em que, em geral, o transplante alogênico de células progenitoras
hematopoiéticas é recomendado como parte do tratamento curativo:
I. LLA T, com recidiva isolada em sistema nervoso central 36 meses após a remissão.
II. LLA T, com recidiva combinada (medular + SNC) 24 meses após a remissão.
III. LLA B Ph- negativa em primeira recidiva isolada de SNC, 28 meses após a remissão.
IV. LLA B Ph- negativa em primeira recidiva combinada (medular + SNC), 30 meses após a remissão.
Quais estão corretas?
I. LLA T, com recidiva isolada em sistema nervoso central 36 meses após a remissão.
II. LLA T, com recidiva combinada (medular + SNC) 24 meses após a remissão.
III. LLA B Ph- negativa em primeira recidiva isolada de SNC, 28 meses após a remissão.
IV. LLA B Ph- negativa em primeira recidiva combinada (medular + SNC), 30 meses após a remissão.
Quais estão corretas?
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