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A identificação das desordens do processamento auditivo central (DPAC) implica em avaliação das habilidades envolvidas nesse processamento. Acerca dos objetivos e resultados obtidos nos testes especiais para avaliação de DPAC, julgue os próximos itens.
Resultados normais no teste dicótico de dígitos indicam que o paciente tem boa habilidade para agrupar componentes do sinal acústico em figura-fundo e identificá-los verbalmente, além de direcionar a atenção para cada orelha separadamente.
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A identificação das desordens do processamento auditivo central (DPAC) implica em avaliação das habilidades envolvidas nesse processamento. Acerca dos objetivos e resultados obtidos nos testes especiais para avaliação de DPAC, julgue os próximos itens.
O teste não verbal de escuta direcionada tem por objetivo verificar a atenção seletiva por meio de uma tarefa de separação biaural.
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Com relação aos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio de emissões otoacústicas (EOA) e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) de pacientes com história clínica de perdas auditivas condutivas, julgue os itens subsequentes.
Na avaliação do PEATE em portadores de perda auditiva condutiva, ocorre o desvio em monobloco, ou seja quando a onda I tem sua latência aumentada, levando consigo as demais.
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Com relação aos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio de emissões otoacústicas (EOA) e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) de pacientes com história clínica de perdas auditivas condutivas, julgue os itens subsequentes.
Na obtenção da atividade eletrofisiológica do sistema auditivo, por meio da avaliação do PEATE, em pacientes com perda auditiva condutiva e com integridade funcional no nervo coclear e via auditiva de tronco encefálico, estão presentes ondas I, III e V em resposta ao clique de 80 dBNA, com latências absolutas e valores dos intervalos interpicos normais.
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Com relação aos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio de emissões otoacústicas (EOA) e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) de pacientes com história clínica de perdas auditivas condutivas, julgue os itens subsequentes.
As características do registro das emissões otoacústicas fornecem informações que permitem diferenciar a alteração de orelha externa e(ou) média da alteração das células ciliadas externas.
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Com relação aos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio de emissões otoacústicas (EOA) e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) de pacientes com história clínica de perdas auditivas condutivas, julgue os itens subsequentes.
Na ausência de registro das emissões otoacústicas, deve-se considerar, inicialmente, a possibilidade de alteração condutiva.
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Com relação aos achados obtidos na avaliação eletrofisiológica da audição, por meio de emissões otoacústicas (EOA) e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) de pacientes com história clínica de perdas auditivas condutivas, julgue os itens subsequentes.
Quando há alteração funcional das estruturas das orelhas externa e média, pode-se observar ausência ou alteração no registro de qualquer tipo de EOA, mesmo que as células ciliadas externas (CCE) funcionem normalmente.
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Acerca da avaliação audiológica infantil, julgue os itens que se seguem.
Na audiometria com reforço visual, uma virada de cabeça eliciada por um estímulo sonoro é reforçada visualmente por meio da ativação e iluminação de um brinquedo animado tridimensional. Este procedimento é válido e confiável para ser utilizado em bebês desde os 5 ou 6 meses até 2 anos de idade.
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Acerca da avaliação audiológica infantil, julgue os itens que se seguem.
O potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) é instrumento útil para estimar a função auditiva de cada cóclea separadamente em crianças e bebês, que não podem fornecer respostas confiáveis nos procedimentos de audiometria comportamental.
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Acerca da avaliação audiológica infantil, julgue os itens que se seguem.
A presença de emissão otoacústica nos bebês submetidos a triagem auditiva neonatal evidencia o funcionamento normal de células ciliadas externas. Em caso de ausência de EOA (emissão otoacústica) os parâmetros de estímulo podem ser manipulados para obter mais informações sobre as condições cocleares do bebê.
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