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Sobre as autarquias, marque a alternativa correta.
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Assinale a alternativa correta em relação à aplicação dos procedimentos de auditoria. Deve ser realizada em razão
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A NBCTA 265 trata da responsabilidade do auditor de comunicar, apropriadamente, aos responsáveis pela governança e à administração, as deficiências de controle interno que foram identificadas na auditoria das demonstrações contábeis. Para fins das normas de auditoria, as deficiências apresentadas podem ser caracterizadas como deficiência de controle interno ou deficiência significativa de controle interno. Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos indicadores de deficiência significativa do controle interno.
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O planejamento deve considerar todos os fatores relevantes na execução dos trabalhos. Analise as afirmações referentes aos fatores relevantes a serem considerados no planejamento de auditoria.
I. O conhecimento detalhado das práticas contábeis adotadas pela entidade e as alterações procedidas em relação ao exercício anterior.
II. O uso dos trabalhos de outros auditores independentes, especialistas e auditores internos.
III. A natureza, conteúdo e oportunidade dos pareceres, relatórios e outros informes a serem entregues à entidade.
IV. O conhecimento detalhado do sistema contábil e de controles internos e externos da entidade e seu grau de exigibilidade.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
Conforme dispõe a Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estrutura do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, a liberação do servidor para a realização de cursos de mestrado e doutorado:
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A análise dos riscos de Auditoria Interna deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos e estão relacionados à possibilidade de não se atingir, de forma satisfatória, o objetivo dos trabalhos. Nesse sentido, um dos aspectos a ser considerado é
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
Em junho de 2013, as ruas brasileiras foram tomadas por milhares de pessoas, em sua maioria jovens, manifestando um profundo descontentamento com os rumos do país. Essas manifestações tiveram origem em protestos contra o aumento das passagens de ônibus urbanos, mas logo outras causas foram incorporadas às manifestações, dentre elas a rejeição dirigida à votação da Proposta de Emenda Constitucional nº 37 – PEC 37 que pretendia:
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Dentre as correlações existentes entre a Lei de Sarbanes-Oxley e as normas brasileiras de auditoria, destacam-se os dispositivos relacionados à independência dos auditores. A Lei de Sarbanes-Oxley proíbe os auditores independentes de prestarem, concomitante à mesma companhia, trabalhos auditoriais e serviços não auditoriais (serviços de consultoria). Dentre as normas brasileiras de auditoria, apresentam-se algumas das normas relacionadas à independência dos auditores, no que tange à prestação de serviços não auditoriais pelos auditores independentes:
I. Instrução CVM nº308/1999 - As empresas de auditoria não podem prestar serviços de consultoria ou outros que possam caracterizar a perda de sua objetividade e independência.
II. Instrução CVM nº 381/2003 - Impõe à entidade auditada a obrigação de divulgar informações relacionadas à prestação, pelos auditores ou partes relacionadas, de qualquer serviço que não seja de auditoria independente.
III. Resolução CFC nº 965/2003 - A CVM recomenda a instituição do Comitê de Auditoria, composto por membros do conselho de Administração ou conselho fiscal com experiência em finanças, devendo incluir pelo menos um conselheiro que represente os sócios minoritários.
IV. Resolução CFC nº 961/2003 - As empresas devem fazer rodízio das firmas privadas de auditoria independente contratadas para lhes prestar serviços a cada cinco anos.
Quais estão corretas?
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Para responder a questão, considere a frase abaixo, retirada do texto.
Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Em relação à frase acima, considere as assertivas abaixo.
I. A frase é formada por três orações.
II. Há apenas dois verbos na forma nominal: ‘monitorando’ e ‘fazendo’.
III. A oração principal é formada apenas pelo segmento ‘Segundo essa teoria’.
Quais estão INCORRETAS?
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Considerando o regramento previsto na Lei nº 8.112/90, que institui regime jurídico para os servidores públicos civis da União, em relação às gratificações e adicionais, é correto afirmar que:
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