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Foram encontradas 50 questões.

1358992 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

Como toda ferramenta inovadora de comunicação deve ser utilizada com cuidado, com a ética e com as orientações da boa educação no uso da Internet. Mensagens de novidades, principalmente relacionadas a prestações de serviços, por meio de sites ou incentivos de ações de relações públicas, tais como campanhas sociais e culturais, segundo Vasconcelos, costumam gerar

 

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1355742 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

Em relação a comunicação organizacional, para Kunsch, as barreiras gerais são os problemas que interferem na comunicação e a dificultam. São “ruídos” que prejudicam a eficácia comunicativa. As barreiras gerais ou comuns podem ser de natureza mecânica ou física, fisiológica, semântica ou psicológica. Nesse sentido, analise as seguintes afirmações, assinalando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas, em relação às naturezas das barreiras.

( ) As barreiras mecânicas ou físicas tem a ver com os códigos e signos empregados que não fazem parte do repertório do conhecimento em determinado ambiente profissional.

( ) As barreiras fisiológicas dizem respeito aos problemas genéticos ou de malformação dos órgãos vitais da fala, como a surdez e a gagueira.

( ) As barreiras psicológicas são percepções equivocadas de acordo com determinadas experiências e distintos marcos de referência.

( ) As barreiras semânticas estão relacionadas com o barulho, ambientes e equipamentos inadequados que podem dificultar ou impedir que a comunicação ocorra.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Conforme dispõe a Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estrutura do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, o Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação está estruturado em:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que têm tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre .............. . O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que tinha medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em ............... às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de .............. interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas do texto.

 

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No Google Chrome (Versão 34.0.1788.0 dev-m), a combinação de teclas Ctrl+H permite:

 

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1300172 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

A comunicação institucional é formada por instrumentos que convergem para formar uma comunicação da organização em si, como sujeito institucional, perante seus públicos, a opinião pública e a sociedade em geral. Esses instrumentos são: as relações públicas, o jornalismo empresarial, a assessoria de imprensa, a publicidade e propaganda institucional, a imagem e a identidade coorporativa, o marketing social e cultural e a editoração de multimídia. Desse modo, segundo Kusnch, em relação aos instrumentos, analise as seguintes assertivas.

I. As relações públicas são responsáveis, em conjunto com as demais subáreas pela construção da credibilidade e pela fixação de um posicionamento institucional coerente e duradouro das organizações.

II. A assessoria de imprensa é uma das ferramentas essenciais nas mediações das organizações com o grande público, a opinião pública e a sociedade, via mídia impressa, eletrônica e internet.

III. O termo imagem, assim como identidade, faz parte do repertório do mundo corporativo, sendo que a imagem é como a organização deseja ser percebida e a identidade é como tal organização é percebida por todos seus públicos.

IV. O marketing cultural é uma estratégia de comunicação institucional que visa promover, defender, valorizar a cultura e os bens simbólicos de uma sociedade.

Quais estão corretas?

 

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1267142 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

Podemos dizer que, por meio de um(a) ___________, se preveem graficamente o início e o meio das diversas fases de um planejamento operacional.

Para Kunsch, o instrumento imprescindível para controle de toda a operação das ações planejadas que preenche corretamente a lacuna do trecho acima é:

 

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Os atos da Administração Pública estão sujeitos a formas de controle interno e externo. Neste contexto, o controle exercido pelo Poder Judiciário:

 

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No Microsoft Excel 2007, a fórmula “=MÉDIA(10;14)” retorna:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Analise as propostas de substituição de palavras do texto e assinale M, para as que mantêm o sentido, ou A, para as que alteram.

( ) ‘instância’ por instituição.

( ) ‘tendência’ por propensão.

( ) ‘lamentáveis’ por bizarras.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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