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TEXTO I
CONTRA O BOM SENSO
Há uma espécie de vício de origem na proposta do Ministério do Esporte de criar uma carteirinha para o
orcedor frequentar os estádios. Trata-se, antes de tudo, de desrespeito ao direito de locomoção do cidadão ?
que, por aval da Constituição, é livre para ir a qualquer lugar. Mas, ainda que não esbarrasse nesse pressuposto,
a idéia de burocratizar o saudável hábito de acompanhar o time do coração deveria ser arquivada sob a rubrica de
providências infelizes.
A proposta do ministério é adoçada pela palatável intenção de implantar no país uma política de
segurança e prevenção da violência nos estádios de futebol. A ideia seria cadastrar os torcedores para,
adicionalmente, desenhar o perfil de quem vai aos estádios e, dessa forma, municiar os clubes com informações
que ajudariam na elaboração de políticas para atrair mais público aos jogos.
No entanto, se o intento, por princípio, é correto, a ferramenta fere o bom senso. Garantir a segurança
dos torcedores, e por extensão dos cidadãos, é dever constitucional do estado, seja em estádios ou em qualquer
outro local do país. No caso específico da violência no futebol, é salutar que o poder público se preocupe com as
condições em que o contribuinte vá exercer seu direito ao entretenimento. Mas é inconcebível que o ônus de uma
política de segurança caia sobre quem deve ser preservado de selvagerias, o que, em última análise, aconteceria
com a implantação da carteirinha.
Tal papel cabe às autoridades constituídas. Não há de ser com ações burocráticas ?ademais de
afrontarem direitos constituídos ? que se erradicará a violência nos estádios. Isso se faz, entre outras
providências, com uma política séria de segurança coletiva, com programas que envolvam o torcedor nessa
preocupação comum, com uma legislação que puna exemplarmente os bagunceiros e com outros exemplos que
propugnem pela paz nos campos, em vez de estapafúrdios projetos de controle do cidadão.
Além disso, a proposta ministerial embute um ataque ao bolso do contribuinte: se, como se cogita, o
governo tiver de arcar com o custo das carteiras, eis aí outro exemplo de malversação de idéia. É justo o torcedor
pagar pelo espetáculo do seu time, mas não é correto levá-lo a compulsoriamente financiar a leniência do poder
público e delírios burocráticos.
O título do texto ? Contra o Bom senso ? é justificado porque o locutor julga a medidaCONTRA O BOM SENSO
Há uma espécie de vício de origem na proposta do Ministério do Esporte de criar uma carteirinha para o
orcedor frequentar os estádios. Trata-se, antes de tudo, de desrespeito ao direito de locomoção do cidadão ?
que, por aval da Constituição, é livre para ir a qualquer lugar. Mas, ainda que não esbarrasse nesse pressuposto,
a idéia de burocratizar o saudável hábito de acompanhar o time do coração deveria ser arquivada sob a rubrica de
providências infelizes.
A proposta do ministério é adoçada pela palatável intenção de implantar no país uma política de
segurança e prevenção da violência nos estádios de futebol. A ideia seria cadastrar os torcedores para,
adicionalmente, desenhar o perfil de quem vai aos estádios e, dessa forma, municiar os clubes com informações
que ajudariam na elaboração de políticas para atrair mais público aos jogos.
No entanto, se o intento, por princípio, é correto, a ferramenta fere o bom senso. Garantir a segurança
dos torcedores, e por extensão dos cidadãos, é dever constitucional do estado, seja em estádios ou em qualquer
outro local do país. No caso específico da violência no futebol, é salutar que o poder público se preocupe com as
condições em que o contribuinte vá exercer seu direito ao entretenimento. Mas é inconcebível que o ônus de uma
política de segurança caia sobre quem deve ser preservado de selvagerias, o que, em última análise, aconteceria
com a implantação da carteirinha.
Tal papel cabe às autoridades constituídas. Não há de ser com ações burocráticas ?ademais de
afrontarem direitos constituídos ? que se erradicará a violência nos estádios. Isso se faz, entre outras
providências, com uma política séria de segurança coletiva, com programas que envolvam o torcedor nessa
preocupação comum, com uma legislação que puna exemplarmente os bagunceiros e com outros exemplos que
propugnem pela paz nos campos, em vez de estapafúrdios projetos de controle do cidadão.
Além disso, a proposta ministerial embute um ataque ao bolso do contribuinte: se, como se cogita, o
governo tiver de arcar com o custo das carteiras, eis aí outro exemplo de malversação de idéia. É justo o torcedor
pagar pelo espetáculo do seu time, mas não é correto levá-lo a compulsoriamente financiar a leniência do poder
público e delírios burocráticos.
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Considere duas tabelas em um banco de dados, CURSOS e ALUNOS, relacionadas por chave estrangeira em ALUNOS que referencia a tabela CURSOS. A operação que será realizada pelo comando SQL é SELECT * FROM CURSOS, ALUNOS
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Seja um banco de dados contendo: a relação FABRICANTE com um atributo NOME (nome do fabricante) e a chave primária CODF (código do fabricante); a relação PECA com chave primária NUMP (número da peça) e o atributo COR; e a relação PF implementando o relacionamento de fabricação entre fabricantes e peças. Que outra consulta é equivalente à seguinte consulta SQL?
SELECT DISTINCT F.NOME
FROM FABRICANTE F, PF, PECA P
WHERE F.CODF = PF.NUMF
AND P.NUMP = PF.NUMP
AND COR = 'Azul'
SELECT DISTINCT F.NOME
FROM FABRICANTE F, PF, PECA P
WHERE F.CODF = PF.NUMF
AND P.NUMP = PF.NUMP
AND COR = 'Azul'
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Uma relação está na primeira forma normal
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Na sintaxe do comando SQL SELECT, como em
SELECT *
FROM Clientes, Pedidos
WHERE Clientes.CodigoCliente=Pedidos.CodigoCliente;
o significado do símbolo * (asterisco) é
SELECT *
FROM Clientes, Pedidos
WHERE Clientes.CodigoCliente=Pedidos.CodigoCliente;
o significado do símbolo * (asterisco) é
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O comando ps dos sistemas operacionais Unix e Linux tem como função
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- LinuxRedes no LinuxFerramentas de Rede (Linux)netstat (Linux)
- WindowsLinha de Comando (Windows)netstat (Windows)
O comando que pode ser usado, tanto em sistemas operacionais Windows e UNIX-like, para exibir o estado das conexões TCP ativas num computador é denominado
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Segundo o ITIL, são boas práticas na gestão de serviços de Tecnologia da Informação que devem estar presentes no suporte a serviços (ITIL versão 2), como também na operação de serviços (ITIL versão 3). Os processos de gerenciamento de
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Ao pressionar a combinação de teclas Ctrl+Esc no sistema operacional Windows, o efeito resultante é equivalente a
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POP3 (Post Office Protocol) é um protocolo de comunicação utilizado por programas de correio eletrônico para
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