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Foram encontradas 235 questões.

3620640 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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Uma indústria fabrica canetas. Cada caneta tem dois materiais principais: a carga de tinta e o corpo de plástico. O custo da carga de tinta é 7 vezes o custo do corpo de plástico. Se um lote de 20 canetas tem um custo total de R$ 80,00, qual o custo da carga de tinta em cada caneta?
 

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3620639 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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A figura abaixo mostra inicialmente um quadrado ABCD de lado 6 cm, que foi cortado a partir de um de seus vértices:

Enunciado 4310893-1

Sabe-se que o valor de x representa 2/3 do lado do quadrado original. Qual a razão entre a área restante (sombreada) após o corte e a área do quadrado original?
 

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3620638 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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Uma fábrica de doces produz balas de morango, laranja e uva. Da produção total, 40% são de morango, 35% de laranja e 25% de uva. Em um determinado dia, uma falha na linha de produção causou defeitos em 15% das balas de morango, 10% das de laranja e 20% das de uva. Qual a porcentagem do total da produção diária que apresentou defeito?
 

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3620637 Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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A média das idades das 9 pessoas de uma determinada turma é 32 anos. Suponha que nessa turma entrarão N pessoas onde todas têm a mesma idade: 25 anos. Com base nessa situação, a respeito da nova média das idades da turma após a entrada das N pessoas, é correto afirmar que:
 

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3620636 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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Mariana desenhou dois quadrados, ABCD e EFGH. O lado do quadrado ABCD é 4 vezes o lado do quadrado EFGH. Portanto, pode-se dizer que a razão entre as diagonais dos quadrados ABCD e EFGH é:
 

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3620635 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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A figura de linguagem denominada sinestesia ocorre quando há transferência de sentido de um plano sensorial, como a audição, para outro, como o paladar, causando um misto de sensações. É o que se verifica na sentença:
 

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3620634 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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Dentre os conjuntos de palavras a seguir, aquele em que todas as palavras dadas apresentam sufixos é:
 

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3620633 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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O acento indicativo de crase está empregado corretamente apenas em:
 

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3620632 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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As sentenças a seguir apresentam lacunas que devem ser preenchidas por um dos termos parônimos dados entre parênteses, ao final de cada uma. Analise-as e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente essas lacunas.

I. Não sabia …. o que fazer. (mais/ mas)
II. Escolheu um …. momento para dar a notícia. (mal/ mau)
III. Ela se preocupa …. considera o amigo inconsequente. (porque/ porquê/ por que/ por quê).
IV. Não trouxe nada para casa …. a decepção da derrota. (senão/ se não)
 

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3620631 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: UNITAU
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Medo da eternidade


Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.

Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

LISPECTOR, C. Medo da eternidade. In: LISPECTOR, C.

A descoberta do mundo. 1984, p. 446-448. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5889/medo-daeternidade>.

Observe a relação de concordância nominal no trecho “Disse eu em fingidos espanto e tristeza”. Verifica-se exatamente o mesmo tipo de concordância na sentença:
 

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