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O transporte de rouparia de um hospital tem seu preço de frete pago separadamente, sendo que o frete é constituído por um valor inicial Q0 fixo, acrescido de um valor que varia proporcionalmente à distância D percorrida nessa corrida. Sabe-se que a distância da empresa que leva a rouparia até o hospital é de 66km e que a quantia cobrada por este percurso é de R$ 197,60. Também sabe-se que passa em outro hospital antes de chegar ao destino final que é de 98km, nesse percurso, o valor cobrado é de R$ 232,80.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o valor inicial de Q0.
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Profissional da gerência financeira de um hospital acabou de receber uma fatura no valor de R$ 2.260,00 e precisa dividi-lo entre 3 médicos prestadores de serviços do hospital. A divisão deve ser feita em partes inversamente proporcionais a 5, 2 e 10.
Considerando essas premissas, assinale a alternativa que apresenta o valor CORRETO, que cada médico receberá, respectivamente.
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Dois trabalhadores, João e Francisco, receberam o salário de mesmo valor. No final do mês, João havia gasto 4/5 do total de seu salário, e Francisco havia gasto 5/6 do total de seu salário, sendo que João ficou com R$100,00 a mais que Francisco.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o valor do salário de João e de Francisco.
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
É preciso prever o imprevisível
Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
Em relação à oração destacada no trecho “Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos.” NÃO é correto dizer que:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
É preciso prever o imprevisível
Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
A função sintática, exercida pelo vocábulo espaço, no trecho “Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos.”, é a mesma exercida pelo termo destacado em:
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É preciso prever o imprevisível
Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
O vocábulo, destacado em “Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais [...]”, em relação à intenção do articulista, foi MELHOR interpretado em:
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É preciso prever o imprevisível
Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
Leia o que afirma o gramático Rocha Lima, ao discorrer sobre concordância verbal, em sua Gramática Normativa da Língua Portuguesa:
“Se a um nome ou pronome no plural antepomos uma expressão quantitativa [...], o verbo fica no singular ou no plural.” (p.394).
Essa regra só pode ser aplicada ao verbo destacado no trecho:
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Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
Na construção da linha argumentativa de seu texto, o autor rebate um aparente paradoxo. Esse aparente paradoxo só NÃO aparece em:
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É preciso prever o imprevisível
Gustavo Cerbasi
Orçamento doméstico? Para muitos, é o conjunto de previsões de uso de nosso dinheiro que, por mais que nos esforcemos, sempre dá errado! Parece incrível, mas, na prática, fazer um orçamento é relacionar os gastos com os quais nos comprometemos, somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos. É matemática simples, não deveria falhar.
Sempre temos um culpado para o erro: o tal do imprevisto. Quando falta dinheiro, é porque ocorreu algo que não estava nos planos. Às vezes, um incidente. Às vezes, um aumento ou correção de preço. Muitas outras vezes, um esquecimento. A maioria das situações de erro no orçamento tem a ver com a insistência em acreditar que imprevistos não ocorrem.
Isso poderia ser chamado de otimismo, quando se trata de acidentes e problemas de saúde. Mas, na verdade, os maiores erros ao planejar um orçamento acontecem por puro pessimismo. Se você perguntar, hoje, por que as pessoas fecharam o mês de março no vermelho, a maioria dirá que a causa foi o gasto excessivo no Carnaval. No próximo mês, dirão que os ovos de Páscoa estavam muito caros. No mês seguinte, culpa do presente de Dia das Mães, depois do Dia dos Namorados. Em agosto, choradeira por causa das férias escolares. O tal do imprevisto não é tão imprevisível assim. O Carnaval foi inventado agora? Não. Jura que não está pensando em presentear sua mãe ou a pessoa que você ama? É pessimismo, pois o brasileiro acredita que celebrar não faz parte de seus planos.
Se houvesse o hábito de planejar o orçamento não com base no que queremos gastar, mas sim com base no que gastamos no ano anterior, menos brasileiros estariam no vermelho. É errado ocupar todo nosso orçamento com prestações de alimentação, saúde, transporte e moradia, sem margem para imprevistos. É natural que ocorram gastos fora do padrão, todos os meses. Se não acontecerem, é porque sua vida está burocrática demais, sem margens para novas experiências, sem convívio social ou planos de última hora.
Acredite: imprevistos acontecerão, para o bem ou para o mal. Você terá de cancelar gastos planejados para poder cobrir os imprevistos. Aparecerão convites de última hora para uma festa, um bom amigo pode convidá-lo para ser seu padrinho, você desejará pagar uma atração não planejada nas próximas férias.
Esse tipo de gasto é tratado de duas maneiras: com boas reservas para emergências ou com um orçamento que tenha menos prestações acumuladas. Compre menos a prazo, poupe mais, reserve verbas regulares para imprevistos. Se eles não acontecerem, use esse dinheiro para celebrar com sua família.
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2015/05/epreciso- prever-o-imprevisivel.html> Acesso em: 20 out. 2015
O principal objetivo do articulista, ao escrever o texto, é
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Maria emprestou R$ 1.000,00 à Rosa por 10 meses, no sistema de juros simples, a uma taxa de juros fixa e mensal. Se, ao final dos 10 meses, Maria recebeu um total de R$ 1.200,00, então, a taxa fixa mensal aplicada foi de:
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