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Foram encontradas 50 questões.

2527401 Ano: 2016
Disciplina: Meteorologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Qual a direção predominante dos ventos alísios no hemisfério Norte?
 

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2527274 Ano: 2016
Disciplina: Meteorologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Qual a duração aproximada do dia Polar?
 

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2526984 Ano: 2016
Disciplina: Meteorologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Na região semiárida, devido às condições climáticas, as perdas de água para a atmosfera por evaporação nos reservatórios são bastante elevadas, alcançando em alguns locais 3.000mm/ano. Sob que condição a evaporação é mais acentuada?
 

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Ao servidor público federal é vedado, EXCETO:
 

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Sobre o Decreto nº 1.171, de 1994, marque a alternativa CORRETA:
 

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São benefícios garantidos pela Lei nº 8.112, de 1990, aos servidores públicos federais, EXCETO:
 

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2524458 Ano: 2016
Disciplina: Meteorologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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O semiárido nordestino, devido às condições climáticas adversas, tem experimentado inúmeras secas, as quais causam enorme sofrimento à população e dizimam grande parte dos rebanhos. Por outro lado, além da grande variação temporal e espacial das chuvas, durante boa parte do ano as taxas de evaporação são elevadas, o que contribui para acentuar as perdas de água dos açudes para a atmosfera, agravando ainda mais a situação. Nos últimos 5 anos, os índices de precipitação pluviométrica foram, em geral, abaixo da média histórica, houve significativas perdas de lavouras e dos rebanhos, causando grande sofrimento principalmente para aqueles que vivem na zona rural e dependem diretamente da agricultura. Diante disso, é correto afirmar que as secas no semiárido são mais severas
 

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2523467 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Os novos teclados buscam atender às necessidades do Sistema Operacional Windows, ou seja, vem com a tecla Winkey. Em 99,9% dos teclados essa tecla fica localizada entre as teclas Ctrl e Alt. Por padrão, o Windows aceita a combinação da Winkey com outras teclas, como atalho de teclado, para poupar tempo na realização de diversas tarefas.
Assinale a alternativa que diz respeito ao atalho de teclado, com a tecla Winkey, que passeia pelos programas na barra de tarefas:
 

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2523054 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Texto para a questão abaixo.
“INTELECTUÁULICO”: ISSO EXISTE?
A figura do intelectual é francesa. Seu modelo mais luminoso talvez seja o escritor Émile Zola (1840-1902), autor de Germinal. Zola é a encarnação clássica do homem de letras que, num momento crítico da nação, tem a coragem necessária para abandonar sua biblioteca e entrar de peito aberto no combate das ideias, no meio da arena pública. No dia 13 de janeiro de 1898, ele publicou na primeira página do jornal L’Aurore, de Paris, uma carta aberta ao então presidente francês, Felix Faure, acusando-o pela farsa jurídica tramada para levar o capitão de origem judaica Alfred Dreyfus à prisão perpétua. O título desse artigo, em letras devidamente garrafais, entrou para a História: “J’accuse...!” (“Eu acuso...!”). Em poucas horas, os 300 mil exemplares do Aurore se esgotaram nas bancas. Em pouco tempo, Dreyfus seria libertado pela força da opinião pública, e a intriga corrupta de antissemitismo que perseguia o capitão estaria derrotada.
O paradigma ficou. O intelectual é alguém como Zola, dedicado ao pensamento e, ao mesmo tempo, disposto a intervir publicamente na defesa de teses difíceis, que nunca são óbvias. O intelectual precisa ser bem informado, ter cultura humanista e vasta erudição para demonstrar a veracidade de ideias que contrariam o senso comum. Do mesmo modo, precisa ter destemor para correr os riscos que a defesa de ideias controversas costuma cobrar. Com Émile Zola foi exat amente assim. Se a acusação que ele fez ao presidente se revelasse mentirosa, sua reputação estaria arruinada.
Para resumir: um estudioso que nunca dá a cara a tapa, que nunca se expõe ao risco, pode ser um bom acadêmico, mas não é um intelectual; de outr o lado, um polemista temerário que vive da polêmica sem muitos fundamentos pode ser muito vistoso, mas, por escassez de substância, também não é intelectual.
Prossigamos. Outro francês que virou um símbolo do que significa ser intelectual foi o filósofo J ean Paul Sartre (1905 1980). Em matéria de teses difíceis, Sartre exagerou um pouco na sua apologia do totalitarismo soviético, mas sua filosofia existencialista sobreviveu e influencia muita gente até hoje. No Brasil, inclusive. Uma de suas lições mais ra dicais embora ele não tenha sido o único a ensiná la é aquela que afirma que, sem liberdade, nada feito. Para bom entendedor, quem renuncia à própria liberdade simplesmente deixa de existir.
A lição vale para qualquer uma ou qualquer um, mas é especia lmente válida para jornalistas, escritores, acadêmicos, artistas e, ainda mais, é válida para os intelectuais. Um intelectual que renuncia a sua liberdade de conhecer a verdade dos fatos é um absurdo absurdíssimo. À luz dos modelos de Sartre ou de Zola e Raymond Aron, Claude Leffort e tantos mais ––, o intelectual tem compromisso com as ideias, não com a obediência a uma igreja, a um Estado, a um time de futebol ou a um... partido.
O intelectual pensa e, se pensa, pensa contra. O intelectual fala e, se fa la, fala contra. O intelectual é um indivíduo, não um “coletiv o”. Intelectual a favor é um oxí moro. O intelectual que não incomoda e não fustiga, mas adula e, por sabujice ou carência afetiva, aceita dobrar se em deferências a um líder religioso, a um pres idente da República, a um marechal, a um cacique, não é um intelectual é apenas um áulico. Mas o que vem a ser um “áulico”? A palavra vem de outras paragens. Com origens que remontam ao grego ( aulikós ), passando pelo latim aulicus ), ela ressurgiu no sé culo XVI com o sentido de “cortesão”, de “palaciano”. Hoje, designa aquele que enaltece e glorifica o poderoso. Se o poderoso em questão se encontra instalado no Estado ou aboletado no comando das legiões oposicionistas, é o de menos. Qualquer poderoso, es teja onde estiver, nutre estima por seus áulicos, aqueles amigos solícitos que riem de suas piadas, acendem seus cigarros e, quando conseguem atrair um microfone, elogiam os dotes visionários do chefe.
Logo, um áulico é o oposto de um intelectual. Para se r um áulico, o sujeito não pode querer pensar muito, pois, se muito pensar, sua lealdade ao chefe deixará de ser assim tão constante, tão canina. Não obstante, eis que começam a pipocar áulicos que se emprestam ares de intelectuais independentes. Aí é que fica engraçado. Poderia existir esse híbrido entre o áulico e o intelectual? Poderia haver o “intelectuáulico”?
Como no Brasil, em se plantando, tudo dá, nada é impossível. Fiquemos de olho na safra da estação.
BUCCI, Eugênio. Disponível em:
http://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2016/11/intelectuaulico-isso-existe.html
Acesso: 28/11/2016
Ao fazer referência a Jean-Paul Sartre (1905-1980), o enunciador:
 

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2523030 Ano: 2016
Disciplina: Meteorologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Indique entre as alternativas que seguem a sequência CORRETA de datas que marcam o início do= verão, inverno, primavera e outono para o hemisfério Norte.
 

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