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Livro explica necessidade do pensamento científico
A bibliografia brasileira sobre pensamento científico e
racional, que busca explicar ao público que a ciência não é
apenas “mais uma narrativa”, ou um “modo de saber” igual
entre pares, mas um olhar disciplinado, um conjunto de
métodos e precauções que oferece uma via privilegiada de
acesso ao melhor conhecimento possível sobre o mundo
empírico, é lamentavelmente pobre – não em qualidade,
mas em número de obras.
[...]
É um alento, portanto, quando uma nova obra vem
se somar às fileiras do lado de cá, caso de “Nossas
Falhas de Raciocínio: ferramentas para pensar melhor”,
lançamento recente do professor da Escola de Artes,
Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
André C. R. Martins, pela Editora Contexto.
[...]
Um dos capítulos finais do livro envereda pelo tema
da filosofia moral, e ali creio que o autor se descuida.
O problema da objetividade/subjetividade dos princípios
éticos é mais complicado do que a mera questão
da inexistência de “fatos morais” tão reais quanto,
digamos, a lei da gravidade. Irrealismo moral – a negação
desses supostos “fatos” – não necessariamente implica
que as escolhas éticas são mera questão de gosto e
sentimento, como Martins parece acreditar.
[...]
ORSI, Carlos. Livro explica necessidade do pensamento
científico. Revista Questão de Ciência. Disponível em: https://
www.revistaquestaodeciencia.com.br/resenha/2023/05/09/
livro-explica-necessidade-do-pensamento-cientifico.
Acesso em: 31 jan. 2024. [Fragmento adaptado]
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Livro explica necessidade do pensamento científico
A bibliografia brasileira sobre pensamento científico e
racional, que busca explicar ao público que a ciência não é
apenas “mais uma narrativa”, ou um “modo de saber” igual
entre pares, mas um olhar disciplinado, um conjunto de
métodos e precauções que oferece uma via privilegiada de
acesso ao melhor conhecimento possível sobre o mundo
empírico, é lamentavelmente pobre – não em qualidade,
mas em número de obras.
[...]
É um alento, portanto, quando uma nova obra vem
se somar às fileiras do lado de cá, caso de “Nossas
Falhas de Raciocínio: ferramentas para pensar melhor”,
lançamento recente do professor da Escola de Artes,
Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo
André C. R. Martins, pela Editora Contexto.
[...]
Um dos capítulos finais do livro envereda pelo tema
da filosofia moral, e ali creio que o autor se descuida.
O problema da objetividade/subjetividade dos princípios
éticos é mais complicado do que a mera questão
da inexistência de “fatos morais” tão reais quanto,
digamos, a lei da gravidade. Irrealismo moral – a negação
desses supostos “fatos” – não necessariamente implica
que as escolhas éticas são mera questão de gosto e
sentimento, como Martins parece acreditar.
[...]
ORSI, Carlos. Livro explica necessidade do pensamento
científico. Revista Questão de Ciência. Disponível em: https://
www.revistaquestaodeciencia.com.br/resenha/2023/05/09/
livro-explica-necessidade-do-pensamento-cientifico.
Acesso em: 31 jan. 2024. [Fragmento adaptado]
“Irrealismo moral – a negação desses supostos ‘fatos’ – não necessariamente implica que as escolhas éticas são mera questão de gosto e sentimento, como Martins parece acreditar.”
Qual dos verbos a seguir pode ser utilizado como substituto adequado para o verbo “implicar” no trecho apresentado, sem provocar mudança de sentido?
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Assinale a alternativa cuja palavra recebe acento gráfico
pela mesma regra de acentuação da palavra “silêncio”.
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Era madrugada quando a porta abriu:
– Acorda, acorda, Chiquinho... É tu que vai levar o recado
pra Zé Barbatão!
O menino esfregou os olhos cheios de remela.
Para satisfação da mãe, não hesitou. Pulou da cama
como um soldado em miniatura. Chiquinho ouviu o
cantar do galo, latidos distantes e o rádio, som baixo,
ligado no quarto dos pais, “... prevista para esta manhã
a extraordinária passagem do...”. Reconheceu os cheiros.
Ovo mexido, café prontinho. O lampião trazido pela mãe,
postado no chão, iluminava todos os pés do quarto.
Comeu apressado. A mãe tentava sorrir. Parecia alerta,
com medo de alguma coisa?
– O que tem no bilhete, mainha?
– E eu vou saber, menino? É coisa de Doutor Quincas.
Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade
a família de Chiquinho vivia e trabalhava. Mas quem
garantia que não tinha ali também coisa dela? Afinal,
o envelope soltava um perfume.
AGUIAR, Cristhiano. Anda-luz. Alfaguara, 2022.
“Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade a família de Chiquinho vivia e trabalhava.”
Analise as afirmativas a seguir a respeito desse trecho:
I. A palavra “cuja” é um elemento de coesão textual que indica uma relação de posse. II. Os verbos “vivia” e “trabalhava” concordam com o sujeito implícito “Chiquinho”. III. A palavra “cuja” indica que a propriedade pertencia ao Coronel Quincas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Era madrugada quando a porta abriu:
– Acorda, acorda, Chiquinho... É tu que vai levar o recado
pra Zé Barbatão!
O menino esfregou os olhos cheios de remela.
Para satisfação da mãe, não hesitou. Pulou da cama
como um soldado em miniatura. Chiquinho ouviu o
cantar do galo, latidos distantes e o rádio, som baixo,
ligado no quarto dos pais, “... prevista para esta manhã
a extraordinária passagem do...”. Reconheceu os cheiros.
Ovo mexido, café prontinho. O lampião trazido pela mãe,
postado no chão, iluminava todos os pés do quarto.
Comeu apressado. A mãe tentava sorrir. Parecia alerta,
com medo de alguma coisa?
– O que tem no bilhete, mainha?
– E eu vou saber, menino? É coisa de Doutor Quincas.
Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade
a família de Chiquinho vivia e trabalhava. Mas quem
garantia que não tinha ali também coisa dela? Afinal,
o envelope soltava um perfume.
AGUIAR, Cristhiano. Anda-luz. Alfaguara, 2022.
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Analise o trecho a seguir:
A jovem artista estava completamente apaixonada ___seu trabalho, dedicando longas horas diárias ___pintura de suas obras. Porém, seu talento não se limitava ___quadros; ela também se dedicava ___esculturas.
Tendo em vista as regras de regência nominal e verbal, assinale a alternativa cujos termos preencham correta e respectivamente as lacunas, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e o contexto apresentado.
A jovem artista estava completamente apaixonada ___seu trabalho, dedicando longas horas diárias ___pintura de suas obras. Porém, seu talento não se limitava ___quadros; ela também se dedicava ___esculturas.
Tendo em vista as regras de regência nominal e verbal, assinale a alternativa cujos termos preencham correta e respectivamente as lacunas, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e o contexto apresentado.
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Saia da cadeira! Caminhar por 15 minutos já reduz
risco de infarto e AVC
Passar muitas horas do dia sentado é prejudicial à saúde
e aumenta o risco de morte, em especial por doenças
cardiovasculares (como infarto e AVC). No entanto,
movimentar-se por ao menos 15 minutos diariamente
parece reduzir os prejuízos que a “cadeira” traz para
a saúde.
É o que afirma um grande estudo realizado em Taiwan com
quase meio milhão de pessoas e publicado na semana
passada no «JAMA Network Open».
VARELLA, Mariana. Disponível em: https://www.uol.com.
br/vivabem/colunas/mariana-varella/2024/01/25/saia-dacadeira-caminhar-por-15-minutos-ja-reduz-risco-de-infartoe-avc.htm. Acesso em: 25 jan. 2024. [Fragmento]
“Passar muitas horas do dia sentado é prejudicial à saúde e aumenta o risco de morte, em especial por doenças cardiovasculares [...].”
Assinale a alternativa cujas palavras pertençam à mesma classe gramatical da palavra em destaque no trecho apresentado.
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Saia da cadeira! Caminhar por 15 minutos já reduz
risco de infarto e AVC
Passar muitas horas do dia sentado é prejudicial à saúde
e aumenta o risco de morte, em especial por doenças
cardiovasculares (como infarto e AVC). No entanto,
movimentar-se por ao menos 15 minutos diariamente
parece reduzir os prejuízos que a “cadeira” traz para
a saúde.
É o que afirma um grande estudo realizado em Taiwan com
quase meio milhão de pessoas e publicado na semana
passada no «JAMA Network Open».
VARELLA, Mariana. Disponível em: https://www.uol.com.
br/vivabem/colunas/mariana-varella/2024/01/25/saia-dacadeira-caminhar-por-15-minutos-ja-reduz-risco-de-infartoe-avc.htm. Acesso em: 25 jan. 2024. [Fragmento]
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A vida em Roma ter-me-ia certamente corrompido,
gasto e amargurado caso se prolongasse por mais
tempo. O retorno ao exército salvou-me. A vida militar tem
também os seus compromissos, conquanto infinitamente
mais simples. Partir significava viajar, e eu o fiz com
grande entusiasmo.
YOURCENAR, Marguerite. Memórias de Adriano. Tradução de Martha Calderaro. Círculo do Livro, 1974.
O que justifica a colocação pronominal no trecho destacado?
YOURCENAR, Marguerite. Memórias de Adriano. Tradução de Martha Calderaro. Círculo do Livro, 1974.
O que justifica a colocação pronominal no trecho destacado?
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Analise o texto a seguir:
Sentou na minha frente e pôs-se ______ ler um livro ______ luz do abajur. Já está preparada para dormir: o macio roupão azul sobre a camisola, a chinela de rosinhas azuis, o frouxo laçarote de fita prendendo os cabelos alourados, a pele tão limpa, tão brilhante, cheirando ______ sabonete provavelmente azul, tudo tão vago, tão imaterial. Celestial.
TELLES, Lygia Fagundes. Eu era mudo e só. Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/eu-era-mudo-e-so-conto-de-lygiafagundes-telles/. Acesso em: 23 jan. 2024. [Fragmento]
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os espaços do texto anterior.
Sentou na minha frente e pôs-se ______ ler um livro ______ luz do abajur. Já está preparada para dormir: o macio roupão azul sobre a camisola, a chinela de rosinhas azuis, o frouxo laçarote de fita prendendo os cabelos alourados, a pele tão limpa, tão brilhante, cheirando ______ sabonete provavelmente azul, tudo tão vago, tão imaterial. Celestial.
TELLES, Lygia Fagundes. Eu era mudo e só. Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/eu-era-mudo-e-so-conto-de-lygiafagundes-telles/. Acesso em: 23 jan. 2024. [Fragmento]
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os espaços do texto anterior.
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