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1420917 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
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enunciado 1420917-1

Acerca dos sentidos veiculados no Texto 2, analise as afirmativas a seguir.

I. O propósito da tira é dissociar a Ritalina do conceito de medicamento e, ao mesmo tempo, associá-la ao conceito de droga de uso ilegal.

II. A tirinha emprega o recurso da ironia para fazer uma crítica restrita aos jovens e aos seus maus hábitos.

III. O alvo da crítica é a sociedade atual que, na tira, está representada pela figura paterna.

IV. O humor ácido da tira é obtido, sobretudo, pela quebra da expectativa acerca do papel e do comportamento dos personagens.

Estão CORRETAS, apenas:

 

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TEXTO 1


Os fatos linguísticos sempre estiveram misturados à história dos povos, a seus esforços de expansão e dominação territorial e política, a suas lutas pela hegemonia cultural, a seus intentos proselitistas, a suas necessidades retóricas; enfim, as línguas foram recebendo tratamentos diversos, conforme as também diversas condições sociais e políticas dos grupos, que as tinham como marca de sua identidade.

Não estranha, portanto, que, historicamente, as questões linguísticas tenham servido a interesses muito diversos e, de acordo com esses interesses, tenham sido vistas em óticas bastante diferentes. “Toda língua são rastros de velhos mistérios”, lembra Guimarães Rosa.

Se isso é verdade, considerando-se a língua como um todo, é mais verdade ainda entre nós, ocidentais, em relação à gramática, em geral. De fato, herdamos dos gregos a concepção da gramática, em todas as acepções, como uma força controladora que preserva a língua contra as possíveis ameaças de desaparecimento ou até mesmo de declínio, seja pela ação de invasores, seja pela ação dos próprios membros da comunidade de falantes.

Na verdade, as pessoas sempre sentiram certa compulsão para defender a integridade de sua língua. Ou, de acordo com certas visões, sua pureza ou seu poder de argumentação. Nada mais apropriado para esses intentos do que a compilação de gramáticas, que estabelecessem paradigmas, modelos, normas, capazes de garantir a manutenção da identidade linguística.

Noutras palavras, se fez necessário, para as comunidades de falantes, um instrumento de controle – a gramática normativa – que disciplinasse o fluxo da própria língua, garantindo sua sobrevivência ou aperfeiçoando suas potencialidades de uso em função dos efeitos retóricos pretendidos.

Nesse quadro, a criação de paradigmas e modelos em gramáticas foi assumindo feições próprias e constituindo uma garantia de vida e de sucesso para as línguas, sem nunca se ter ausentado totalmente. Nem mesmo quando já não eram tão evidentes as ameaças de desaparecimento ou de descaracterização de seus usos mais modelares.

Em suma, foi sendo atribuído aos compêndios de gramática um papel de instrumento controlador da língua, ao qual caberia conduzir o comportamento verbal dos usuários, pela imposição de modelos ou de padrões. Mas não foi apenas a função de controle atribuída à gramática que fez com que os estudiosos se interessassem por ela. Sob ângulos bem diferentes, as pessoas sempre se mostraram curiosas por entenderem a suprema prerrogativa da linguagem humana, e isso também motivou o interesse pelo aparecimento de gramáticas, obras nas quais se tentasse explicitar os mecanismos subjacentes à atividade verbal.

A encruzilhada de fatores tão complexos, historicamente submetidos a interesses políticos, econômicos e sociais diferentes, resultou numa série de concepções e, com o passar dos séculos, deu ensejo à formação de alguns equívocos acerca do que é a gramática e, consequentemente, daquilo que deve constituir seu ensino.

Alguns equívocos mais recorrentes e com sérias repercussões para as atividades de ensino são as crenças de que: língua e gramática são a mesma coisa; basta saber gramática para falar, ler e escrever com sucesso; e toda atuação verbal tem que se pautar pela norma prestigiada.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007, p. 35-38. Adaptado.

Acerca de algumas relações de sentido presentes no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
 

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TEXTO 2


enunciado 1420251-1

Disponível em: https://wordsofleisure.files.wordpress.com/2014/10/img_4480.jpg.

Acesso em 03/07/17.

A adequada interpretação do Texto 2 indica que, nele, faz-se uma crítica:

 

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1413844 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
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Texto 1

O preconceito linguístico deveria ser crime

(01) Basta ser homem, estar em sociedade e estar rodeado de pessoas falantes que a língua – esse sistema de comunicação inigualável – emerge. Ela se instaura e toma conta de todos nós, de nossos pensamentos, de nossos desejos e de nossas ações. Falar faz parte do nosso cotidiano, de nossa vida. A troca por meio das formas linguísticas é a nossa dádiva maior, nossa característica básica. É por meio de uma língua que o ser humano se individualiza, em um movimento contínuo de busca de identidade e de distinção. É isso, enfim, que nos torna humanos e nos diferencia de todos os outros animais.

(02) Não existe homem sem língua. Mesmo as pessoas com deficiências diversas adotam um sistema de comunicação. Quem é surdo, por exemplo, usa a linguagem de sinais. Sendo assim, não existe razão para que tenhamos preconceito com relação a qualquer variedade linguística diferente da nossa. Preconceito linguístico é o julgamento depreciativo, desrespeitoso, jocoso e, consequentemente, humilhante da fala do outro ou da própria fala. O problema maior é que as variedades mais sujeitas a esse tipo de preconceito são, normalmente, as com características associadas a grupos de menos prestígio na escala social ou a comunidades da área rural ou do interior. Historicamente, isso ocorre pelo sentimento e pelo comportamento de superioridade dos grupos vistos como mais privilegiados, econômica e socialmente.

(03) Então, há críticas negativas em relação, por exemplo, à falta de concordância verbal ou nominal (“As coisa tá muito cara”); ao "r" no lugar do "l" (“Eu torço pelo Framengo”); à presença do gerúndio no lugar do infinitivo (“Eu vô tá verificano”); ao "r" chamado de caipira, característico da fala de amplas áreas mineiras, paulistas, goianas, mato-grossenses e paranaenses – em franca expansão, embora sua extinção tenha sido prevista por linguistas. Depreciando-se a língua, deprecia-se o indivíduo, sua identidade, sua forma de ver o mundo.

(04) O preconceito linguístico – o mais sutil de todos os preconceitos – atinge um dos mais nobres legados do homem, que é o domínio de uma língua. Exercer isso é retirar o direito de fala de milhares de pessoas que se exprimem em formas sem prestígio social. Não quero dizer com isso que não temos o direito de gostar mais, ou menos, do falar de uma região ou de outra, do falar de um grupo social ou de outro. O que afirmo e até enfatizo é que ninguém tem o direito de humilhar o outro pela forma de falar. Ninguém tem o direito de exercer assédio linguístico. Ninguém tem o direito de causar constrangimento ao seu semelhante pela forma de falar.

(05) A Constituição brasileira estabelece que “ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante”. Sendo assim, interpreto eu que qualquer pessoa que for vítima de preconceito linguístico pode buscar a lei maior da nação para se defender. Até porque, sob essa ótica, o preconceito linguístico se configura como um tratamento desumano e degradante – uma tortura moral. Se necessário for, poderíamos até propor uma lei específica contra esse tipo de preconceito, apenas para ficar mais claro que qualquer pessoa tem o direito de buscar a justiça quando for vítima de qualquer iniciativa contra o seu modo de se expressar.

(06) Sei que muitos devem achar que isso é bobagem, que todos devem deixar de falar errado. Mas todo mundo tem direito de se expressar, sem constrangimento, na forma em que é senhor, em que tem fluência, em que é capaz de expressar seus sentimentos, de persuadir, de manifestar seus conhecimentos. Enfim, de falar a sua língua ou a sua variante dela.

Marta Scherre. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110515-17774,00- O+PRECONCEITO+LINGUISTICO+DEVERIA+SER+CRIME.html. Acesso em: 17/07/17. Adaptado.

Os modos de organização das ideias de um texto são fundamentais para que seu autor alcance os propósitos comunicativos pretendidos.


Acerca da organização do Texto 1, analise as proposições abaixo.

I. Já no primeiro parágrafo, a autora especifica para o leitor o foco sob o qual vai abordar o tema geral selecionado.

II. No segundo parágrafo, o leitor encontra uma definição, o que o ajuda a compreender a argumentação desenvolvida pela autora.

III. No terceiro parágrafo, a autora opta por listar alguns exemplos, que embasam as ideias defendidas até então, no texto.

IV. No parágrafo conclusivo, especialmente no trecho: “Sei que muitos devem achar que isso é bobagem [...]”, a autora dialoga diretamente com seu leitor, o que gera envolvimento entre autor e leitor(es).

Estão CORRETAS, apenas:

 

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224659 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
Quanto à NR 8 – Edificações, no que concerne à circulação, é INCORRETO afirmar que
 

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224658 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
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Analise o trecho e assinale a alternativa que apresenta as responsabilidades do trabalhador no processo de prevenção de acidentes.

Os acidentes de trabalho ocorrem, por vezes, por irresponsabilidade das empresas que, muitas vezes, não cumprem as normas de segurança, mas, por vezes, por negligência dos funcionários que se descuidam do uso dos equipamentos de segurança fornecidos pela empresa“.

 

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224657 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
A NR 24 – Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho, instalações sanitárias – permite que os lavatórios poderão ser formados por calhas revestidas com materiais impermeáveis e laváveis, possuindo torneiras de metal, tipo comum, espaçadas de 0,60 m, devendo haver disposição de uma torneira para cada grupo de
 

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224656 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
Assinale a alternativa que representa a sigla do Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
 

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224655 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE
Considera-se trabalho em altura toda atividade, em que haja risco de queda e seja executada a uma altura do nível inferior acima de
 

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224654 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: UPE

De acordo com a NR 23 – Proteção contra incêndio, analise as seguintes afirmativas:

I. Os locais de trabalho deverão dispor em saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência.

II. As aberturas, saídas e vias de passagens devem ser claramente assinaladas por meio de placas ou sinais luminosos, indicando a direção de entrada.

III. Nenhuma saída de emergência deverá ser fechada à chave ou presa durante a jornada de trabalho.

Está CORRETO, apenas, o que se afirma em

 

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