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Uma das máximas da química é “semelhantes dissolvem semelhante”. Esta afirmação se baseia na afinidade que as moléculas apresentam uma em relação a outra através das forças intermoleculares, ou seja moléculas polares tem boa afinidade por outras moléculas polares enquanto que moléculas apolares tem boa afinidade por outras moléculas apolares. Marque a opção onde somente existem moléculas apolares.
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Texto 1:
La mayoría de los alumnos aún piensa que el estudio es una tarea que debe realizarse de forma individual. Cada estudiante diseña su plan de trabajo, se estructura su tiempo, organiza su contenido y escoge el lugar, normalmente la propia habitación o la biblioteca.
Es importante que sepas que, aunque esta es una posibilidad totalmente válida, también puedes estudiar en grupo y lograr igualmente tus objetivos. Además de conocer los pros y contras de estudiar acompañado, debes tener en cuenta una serie de consejos:
Es muy importante escoger unos compañeros de estudio adecuados. Lo ideal es que seáis personas afines y responsables, aunque quizás juntarse con buenos amigos no sea muy buena opción, ya que puede que os distraigáis, comencéis a hablar de vuestras vidas, etc.
No es recomendable abarcar demasiado volumen de trabajo, ya que puede que perdáis la concentración. Trabajar bien, de forma activa y eficiente, pero sin pasaros.
También es necesario pensar en el lugar adecuado. Intentar que el sitio que escojáis os venga bien a todos los participantes, y no se sigan las órdenes de uno de los miembros. Ya sea en la biblioteca, la cafetería de la uni o en una casa, tiene que ser un lugar tranquilo, cómodo y amplio. ¿No os ponéis de acuerdo? ¿Por qué no estudiáis cada uno en vuestro cuarto mientras tenéis al resto de compañeros en una videollamada?
Es igualmente útil presentarse a la cita con un plan establecido, sabiendo qué temas vais a estudiar, con qué contenido necesitáis ayuda, cuánto tiempo estaréis y los descansos a tomar. Tampoco olvidéis el material que podáis necesitar.
Cuando todos los miembros del grupo estáis más o menos al mismo nivel, podéis realizar un juego de rol. Una persona escoge una temática concreta, mientras que el resto de compañeros tienen que hacer baterías de preguntas relacionadas con este mismo campo. Así ponéis a prueba vuestros conocimientos y valoráis vuestro nivel de cara al examen.
El estudio en grupo puede ser para muchos el perfecto complemento. Si aún prefieres continuar con la tradición y estudiar de forma individual, no olvides que puedes utilizar este método días antes del examen para afianzar tus conocimientos.
Disponible en: http://noticias.universia.es/educacion/noticia/2017/04/04/1151216/claves-estudiogrupo- exito.html
A partir de las informaciones que trae el texto, podemos afirmar que:
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“O ex-deputado federal Diógenes Arruda Câmara denunciou, em seu depoimento, em 1970, o que ocorreu à filha de seu companheiro de cárcere, o advogado Antônio Expedito Carvalho: (...) ameaçaram torturar a única filha de nome Cristina, com dez anos de idade, na presença do pai; ainda assim, não intimidaram o advogado, mas, de qualquer maneira, foram ouvir a menor e, evidentemente, esta nada tinha a dizer, embora as ameaças feitas – inúteis, por se tratar de uma inocente que, jamais, é obvio, poderia saber de alguma coisa” (Depoimento retirado do Livro Brasil Nunca mais: relato para a História, organizado pela arquidiocese de São Paulo, publicado em 1986, pela Editora Vozes, p. 44).
Considerando o texto acima, assinale a alternativa correta sobre o Regime Militar brasileiro entre 1964 e 1985.
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Um dos fatores pelo qual as angiospermas tiveram maior capacidade de dispersão que outros grupos vegetais e ocupam atualmente quase todos os biomas da Terra é o caso de possuírem:
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Text I – Question

https://goo.gl/dxAsVG. Accessed on 11/19/17
The goal of the text is:
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A diferença entre as variedades alotrópicas pode ocorrer por dois motivos principais, sendo que o primeiro motivo remete à quantidade de átomos e o segundo motivo é o arranjo espacial dos átomos. São exemplos de substâncias alótropas:
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“Para muitos, a rede urbana existente e a rede de serviços correspondente são apenas reais para os outros. Por isso são cidadãos diminuídos, incompletos”. (SANTOS, Milton. Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987). Tendo como referência texto acima, assinale a alternativa falsa.
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A velha e gloriosa corveta – que pena! – já nem sequer lembrava o mesmo navio d’outrora, sugestivamente pitoresco, idealmente festivo, como um galera de lenda, branca e leve no mar alto, grimpando serena o corcovo das ondas!...
Estava outra, muito outra com o seu casco negro, com as suas velas encardidas de mofo, sem aquele esplêndido aspecto guerreiro que entusiasmava a gente nos bons tempos de “patescaria”. Vista ao longe, na infinita extensão azul, dir-se-ia, agora, a sombra fantástica de um barco aventureiro. Toda ela mudada, a velha carcaça flutuante, desde a brancura límpida e triunfal das velas até a primitiva pintura do bojo.
No entanto ela aí vinha – esquife agourento – singrando águas da pátria, quase lúgubre na sua marcha vagarosa; ela aí vinha, não já como uma enorme garça branca flechando a líquida planície, mas lenta, pesada, como se fora um grande morcego apocalíptico de asas abertas sobre o mar...
Havia pouco entrara na região das calmarias: o pano começava a bater frouxo, mole, inchando cada solavanco, para recair depois, com uma pancada surda e igual, no mesmo abandono sonolento; a viagem tornava-se monótona; a larga superfície do oceano estendia-se muito polida e imóvel sob a irradiação meridional do sol, e a corveta deslizava apenas, tão de leve, tão de leve que mal se lhe percebia o movimento.
Nem sinal de vela na linha azul do horizonte, indício algum de criatura humana fora daquele estreito convés: água, somente água em derredor, como se o mundo houvesse desaparecido num dilúvio medonho..., e no alto, lá em cima, o silêncio infinito das esferas obumbradas pela chuva de ouro do dia.
Triste e nostálgica paisagem, onde as cores desmaiavam à força de luz e a voz humana perdia-se numa desolação imensa!
Marinheiros conversavam à proa, sentados uns no castelo, outros em pé, colhendo cabos ou estendendo roupa ao sol, tranqüilamente, esquecidos da faina. As chapas dos mastros, a culatra das peças, varais de escotilha, tudo quanto é aço e metal amarelo reluz fortemente, encandeando a vista.
De vez em quando há um grande rebuliço: a mastreação geme, como se fora desprender-se toda, o pano bate com força de encontro às vergas, chocam-se cabos com um ruidozinho seco, e ouve-se o cachoeirar da água no bojo da velha nau.
— Agüenta! diz uma voz.
E volta o sossego e continua a pasmaceira, o tédio, a calmaria sem fim...
Já os primeiros sintomas de indolência refletiam-se no semblante da gente, convertendo-se em bocejos e espreguiçamentos de sesta, e ainda ficavam tão longe as montanhas da costa e os carinhos da família!...
Escasseavam os gêneros, e o regimen de carne-seca e das conservas em lata aproximava-se ameaçadoramente, causando apreensões à marinhagem.
Tinham dado onze horas na sineta de proa.
O tenente que estava de quarto no passadiço conferiu o relógio d’algibeira, um belo cronômetro de ouro comprado em Toulon, torceu o bigode, passou uma vista d’olhos no aparelho, e, dirigindo-se para a espada que descansava junto ao mastro, numa voz clara um pouco, metálica:
— Corneta!
Era um oficial distinto, moço, moreno, os olhos vivos e inteligentes, grande calculista, jogador da sueca e autor de um Tratado elementar de navegação prática.
Ninguém a bordo o excedia na procura dos logaritmos. Calculava d’olhos fechados, e senos e cosenos acudiam-lhe à ponta do lápis de um modo admirável. Era, invariavelmente, o primeiro que achava a hora meridiana. Tornara-se conhecido logo ao sair da escola pelo sei entranhado amor às matemáticas e à vida naval. Como guarda-marinha deixava-se ficar a bordo nos dias de folga, somente “para não perder o hábito”. Inimigo de terra, preferia o farniente de seu camarote, ali ao pé dos livros e das fotografias marítimas, ao movimento esterilizador e absorvente dos cafés e dos teatros.
— Corneta! repetiu, carregando o semblante numa sombria expressão de constrangimento.
Outras bocas foram transmitindo a ordem até que surgiu, correndo, a figura exótica de um marinheiro negro, d’olhos muito brancos, lábios enormemente grossos, abrindo-se num vago sorriso idiota, e em cuja fisionomia acentuavam-se linhas características de estupidez e subserviência
— Pronto! disse levando a mão ao boné com um jeito marcial.
— Toca mostra, ordenou o tenente.
s primeiras notas da corneta, límpidas e sem eco no silêncio do mar alto, houve logo um estranho bulício em todos os recantos da corveta. – Agora os marinheiros que descansavam à proa, olhavam-se por cima dos ombros com ar desconfiado. Na tolda e pelas cobertas o movimento foi-se acelerando à proporção que o toque finalizava, sobressaindo no atropelo a voz dos guardiões: — Sobe, sobe, – tudo para cima! – de envolta com um barulho de ferros que vinha dos porões.
O “mestre d’armas”, cabrocha pedante, muito cheio de si e de seus galões reluzentes, ia enfileirando a marinhagem por alturas, num exagero metódico de instrutor de colégio, arredando uns para colocar outros, advertindo estes porque não tinham a camisa abotoada e aqueles porque não tinham “fita” no boné, ameaçando estoutro de levá-lo à presença de “seu” tenente porque recusavase a perfilar...
Oficiais começavam a aparecer em segundo uniforme – boné e dragonas –, arrastando as espadas, mirando-se d’alto a baixo, apertados no talim de pano azul, por cima da farda.
Com pouco estava tudo pronto, marinheiros e oficiais – aqueles alinhados a dois de fundo, num e noutro bordo, estes a ré, perto do mastro grande, em atitude respeitosa de quem vai assistir a um ato solene.
Tinha-se feito silêncio. Uma ou outra voz segredava baixinho, timidamente. E agora, no silêncio da mostra, é que se ouvia bem o cachoeira de água no bojo da corveta caturrando...
— Agüenta!
Por fim apareceu o comandante abotoando a luva branca de camurça, teso na sua farda nova, o ar autoritário, solta a espada num abandono elegante, as dragonas tremulando sobre os ombros em cachos de ouro, todo ele comunicando respeito.
Era homem robusto de feições e presença nobre, olhar enérgico, muito moreno, desse moreno carregado, cor de bronze, que o sol imprime nos homens do mar, bigode largo e compacto, levemente grisalho, com uma ponta de arrogância convencional.
Dado o fragmento do texto: Triste e nostálgica paisagem, onde as cores desmaiavam à força de luz e a voz humana perdia-se numa desolação imensa! Podemos inferir que:
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O fruto amadurece, as paredes celulares se alongam e as células vegetais se dividem, e o caule cresce para cima e as raízes crescem para baixo. Essas ações fisiológicas que ocorrem nas plantas são direcionadas respectivamente pelas substâncias:
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Certa quantidade de gás ideal ocupa um volume V0 quando sua temperatura é T0 e sua pressão é P0. Expande-se o gás, isotermicamente, até duplicar o seu volume. A seguir, mantendo o seu volume constante sua pressão é restabelecida ao valor original P0. Podemos afirmar que a temperatura final do gás neste último estado de equilibro é:
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