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Foram encontradas 135 questões.

3039213 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: URCA
Orgão: URCA
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Marching towards starvation: UN warns of hell on earth if Ukraine war goes on (Continuation)

Beasley added that the number of people experiencing "shock hunger" had increased from 80 million to 325 million over the same period. They are classified as living in crisis levels of food insecurity, a term he described as "marching towards starvation and you don’t know where your next meal is coming from". Beasley said that after the economic crash of 2007-09, riots and other unrest erupted in 48 countries around the world as commodity prices and inflation rose.

"The economic factors we have today are much worse than those we saw 15 years ago," he said, adding that if the crisis was not addressed, it would result in "famine, destabilisation of nations and mass migration". "We are already seeing riots in Sri Lanka and protests in Tunisia, Pakistan and Peru, and we’ve had destabilisation take place in places like Burkina Faso, Mali, Chad," said Beasley. "This is only a sign of things to come."

Ukraine’s agriculture ministry says more than 20m tonnes of grain that would normally be exported is trapped in the country because of Russia’s blockade of its Black Sea ports. European leaders, including the French president, Emmanuel Macron, have urged Russia to ease its blockade of Odesa, Ukraine’s main port, to allow exports of grain.

In the long term, Beasley called on the world’s richest people to commit more of their wealth to tackling global hunger, while also urging Vladimir Putin to open up Odesa. "It is a very, very frightening time," said Beasley. "We are facing hell on earth if we do not respond immediately. The best thing we can do right now is end that damn war in Russia and Ukraine and get the port open."

Adapted from: https://www.theguardian.com/global-development/2022/jun/17/united-nations-wfp-hell-on-earth-ukraine-war-russia. Accessed on 07/10/2022

O texto diz que

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3039199 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: URCA
Orgão: URCA
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O lado !$ \overline{BC} !$ do triângulo abaixo mede

Enunciado 3354854-1

Questão Anulada

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3039197 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: URCA
Orgão: URCA
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As raízes da equação !$ 2x^2+|4x-3|=2-5x !$ são

Questão Anulada

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3039188 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: URCA
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De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)

Na frase "Para certos pesquisadores, os FÓSSEIS DEVEM ser considerados BENS minerais e, DESSA forma, poderiam ser minerados e comercializados.", as palavras têm, respectivamente, esta quantidade de fonemas:

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3039180 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: URCA
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De volta pra casa: decolonização na paleontologia

A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)

Sobre os adjetivos pátrios "alemão" e "austríaca", afirma-se que:

I. São palavras variáveis em gênero, número e grau.

II. Somente 'austríaca‘ é adjetivo formado por sufixação.

III. Nenhum dos dois adjetivos é formado por prefixação.

O raciocínio está:

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