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Choose the correct a lternative to fill in the blanks respectively.
Several years ago, Walter R. Wheeler, an architectural historian, began to notice a pattern. Many of _______ elderly colleagues - contractors, carpenters, historians - told _______ that, while renovating or dismantling older houses in the region, they had found strange, unsettling things hidden in the walls: dead animals, dismembered dolls, children’s shoes, broken knife blades, and also bottles filled _______ human hair, bent nails, or pins. Some of these objects _______ secreted behind old planks and floorboards. Others were concealed in nooks and voids that would have been inaccessible if not _______ the intrusive work of restoration - suggesting that they had been placed there deliberately, _______ permanent parts of the building.
Source: https://www.newyorker.com/culture/culture-desk/witch-houses-of-the-hudson-valley
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Sobre as colonizações na América, pode-se afirmar que:
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A canção abaixo é de Juca Chaves e chama-se “Presidente Bossa Nova”.
Mandar parente a jato pro dentista,
Almoçar com tenista campeão,
Também poder ser um bom artista exclusivista
Tomando com Dilermando umas aulinhas de violão.
Isto é viver como se aprova,
É ser um presidente bossa nova.
Bossa nova, muito nova,
Nova mesmo, ultra nova!
A canção refere-se ao presidente:
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Trying to Plant a Trillion Trees Won’t Solve Anything
Only a monster would say no to this pitch: The best way to beat climate change - the warming of Earth caused by gases like carbo dioxide emitted by human industry, leading to rising sea levels, worsening fires and storms, drought and disease – is simple. Plant a trillion trees. It’d be “one of the most effective carbon drawdowns to date,” said an article on the idea in the journal Science this past summer. And who doesn’t love trees, right?
Except the math turned out to be a little shady. Last month a bunch of climate scientists and ecologists piled onto that tree research in the same journal, calling out numerous errors in the first team’s calculations. At about the same time, a whole other bunch of ecologists started pushing back on the agriculture - tech startup Indigo for pitching a similar land-based carbon sequestration strategy, the “Terraton Initiative”, paying farmers to use new methods that could suck down a trillion metric tons (a teraton) of carbon. These goals are critical and the ideals are noble - who doesn’t want to stop climate change? Pretty much everyone except the US government agrees on that. It’s the numbers that are the problem. Take the trees thing. The scientists who proposed it made careful maps of where trees grow today, all over the planet. They had a census of how many were there, combined with satellite data, all used to estimate how many potential trees could grow - and how much carbon those trees would slurp out of the atmosphere, a nontrivial calculation. There’s room for 0.9 billion hectares of new trees, they said - 2.2 billion acres of tree cover, which draws down 205 metric gigatons of carbon, or 225 billion tons in US non-metric. That’s in line with the goal of keeping warming at or below 1.5 degrees, per the Intergovernmental Panel on Climate Change. World: saved! But then the bills started coming due. The team forgot that 55 percent of all historically emitted carbon got absorbed by the oceans, not the land, and so underestimated the total amount of carbon by about one half. They overestimated carbon uptake by trees, and suggested putting trees where they’ve never been, or where they’d actually make the planet hotter (by darkening planetary albedo over icy, more reflective terrain). They didn’t take into account that the ecosystems where they wanted to plant trees already sequestered carbon. And so on. “We’re not talking about small errors here. We’re talking about a huge difference in the total amount of carbon you could sequester,” says Carla Staver, an ecologist at Yale University.
(Adam Rogers, www.wired.com, 25/10/2019)
A tradução mais adequada para o trecho do último parágrafo: “the bills started coming due” é:
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[...] o poder supremo está nas mãos de um restrito grupo de pessoas propensamente fechado, ligadas entre si por vínculo de sangue, de interesse ou outros, e que gozam de privilégios particulares, servindo-se de todos os meios que o poder pôs ao seu alcance para os conservar. (BOBBIO, 2007, p.835).
Sobre este tema, é correto afirmar que:
I. Os grandes proprietários de terra exerciam o monopólio do poder local, e tudo girava em torno do interesse deles. Os grupos oligárquicos dominam a política no país, através do coronelismo, do voto de cabresto, da política dos governadores, e da política de valorização do café.
II. Os coronéis manipulavam os resultados, a modo que não havia fiscalização eleitoral, e eram criados “eleitores fantasmas”, e pessoas que já haviam morrido nos votos. O uso da força também era utilizado, a medida que os eleitores eram ameaçados com violência.
III. O período a que se refere o texto é conhecido como República do Café com Leite, devido a alternância de Paulistas, produtores de café, e Gaúchos, criadores de gado, no poder, graças a um bem articulado esquema de fraudes eleitorais.
IV. Governadores estaduais e federais selavam um “pacto”, em que aqueles prometiam eleger o maior número de deputados e senadores fiéis a estes, e assim, o Presidente da República apoiava esses candidatos ao governo estadual nas próximas eleições. Desta forma, o governador teria controle sobre o poder estadual e o presidente não teria oposição no Congresso Nacional.
As alternativas corretas são:
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Choose the correct a lternative to fill in the blanks respectively.
The spark that _______ the flame was a 3% hike in subway fares, but after 12 days of mass protests and street violence, Chile’s worst unrest in decades has transformed into a nationwide uprising _______ dramatic changes to the country’s economic and political system. Eighteen people _______ in the violence and 7,000 have been arrested amid widespread outbreaks of violence and arson, and credible allegations of human rights abuses by the security forces. The leaderless movement has forced the billionaire president, Sebastián Piñera, on the defensive, _______ him to replace eight ministers and announce a string of emergency measures including a small increase in the minimum wage and higher taxes on wealthy Chileans.
Source: https://www.theguardian.com/world/2019/oct/30/chile-protests-portraits-protesters-sebastian-pinera
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Separei e mudei
A coleção do Eça é minha. Você me deu. Lembrei-me do Neruda, que você nunca leu. Separação é assim mesmo. A gente divide o passado, relembra os presentes e acha que o futuro vai ser uma festa. Deve ter sido a tal crise dos cinco anos. Já que a outra parte não saía, tomei eu a iniciativa. Mudei. Comprei o apartamento da frente, atravessei o corredor sem entrar no elevador da vida, arrastando minhas toalhas, meus cobertores, meus projetos, minhas cuecas. Nos anos 60, o sonho de todo jovem era se mandar. Woodstock era ali mesmo, bem mais perto que Trancoso. A gente queria distância dos pais. Para ficar sozinho e fazer coisas que perto deles não podia. Hoje a gente deixa tudo. Pra que ir embora se a namorada vem e dá um tapinha na nossa cara?
Mas a sabedoria da separação está em cometê-la antes que a situação se deteriore de vez. A gente sabe quando está na hora certa. Sabe quando você vai com ele no restaurante e parece que não tem mais nada para conversar? Sabe quando um fica no quarto e o outro na sala? Sabe quando aquele chinelo esquecido na sala é motivo pra cara feia? Sabe como é? Entro em obras. Além das do Eça, no apartamento novo. Ele pouco vai olhar as evoluções. Faz cara feia para o piso. Pergunta que cor é aquela, meu Deus. Sente que o pai está saindo de casa. Um dia isso tinha de acontecer. Os pais crescem e um dia têm que ir embora. Tentar a vida sozinhos. Dizem que é assim desde que o mundo é mundo. – O quê? A coleção completa do Caetano? Não vem, não. A mamãe que me deu. Até que ele foi compreensivo. Ajudou-me a carregar os quadros, a geladeira e a cama com o colchão novo. Colchão novo que, pasmem!, ele quem inaugurou meses atrás. Deixo ele sentado no chão vendo o Boris Casoy, já que os sofás eu levei. Tranco a porta do meu (dele) apartamento, atravesso o corredor. Entro no meu. Fecho a porta. Enfim sós. Eu comigo. Enfim livre. Sento-me na cadeira de balanço. Balanço a cabeça e a vida. Quando percebo, já voltei umas cinco vezes para o apartamento dele que, a essa altura, já está a bagunça que ele sempre sonhou. Tinha esquecido o chinelo. Tinha esquecido a pasta de dentes. Tinha esquecido um endereço. Tinha esquecido um pouco (muito) de mim lá dentro. Numa das voltas, já está a Fefa com ele, rolando pelo velho colchão na sala que virou improvisado sofá. Peço licença, desculpas, pego o pequeno abajur para ler o meu Neruda. Volto para meu ninho. Estou estranho ali. Aquela sensação do que é que eu vou fazer agora? Uma sensação mais ou menos igual a quando cheguei em São Paulo e fui morar sozinho, aos 20 anos, lá perto do campo do Corinthians. Livre dos meus pais e preso ao futuro. Presente para mim mesmo. Estou ali, na cadeira de balanço, olhando pela janela. Vejo as torres da Paulista, penso no Natal, no ano-novo. E agora, o que é que eu vou fazer? Jingle Bell. Não tá legal aqui, sozinho. Chamo a Lucila que sempre me anestesia nessas horas. Ligo para os amigos, todos eles cuidando dos filhos pequenos. Eles não podem abandonar o Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara, o Joaquim. Não podem, por enquanto. Mas o dia deles vai chegar, eu sei. O Lucas, o Vicente, a Dorinha, a Clara e o Joaquim também não vão sair de casa. Eles é que vão. E não vai demorar muito, não. Duas da manhã, volto para o apartamento velho. Ver se ele está dormindo, se está coberto. Estava acordado, lendo Eça, como se nada estivesse acontecendo. Como se fosse a coisa mais normal do mundo um pai, depois de crescidinho, sair de casa, ir tentar a vida-solo. – Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Época. Você fica com a Net e eu com a TVA. Você fica com a Uol e eu com o Terra. Você fica com o 486, eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E o cortador de unhas, aquele bom? São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele me deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan? Cuidado com a gastrite. Combino de ir ao jogo, logo mais, com ele. Você fica com o Corinthians, que eu fico com o meu mineiro Cruzeiro. – E, por falar em cruzeiro, você tem aí uns reais? É duro cara, cair na real, separar e mudar. Principalmente quando a gente ama, e como ama, a pessoa separada.
Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/separei-e-mudei/. Acesso em 15/10/19. Texto adaptado.
Considerando a posição do eu lírico e a sua experiência com a separação, julgue V, para verdadeiro; F, para falso e assinale a alternativa correta:
( ) O processo de separação é indolor e não causa dúvidas.
( ) O processo de divisão de bens é desgastante e nem sempre é harmônico.
( ) Os bens do casal carregam lembranças da vida conjugal.
( ) Não é fácil acostumar-se com a situação de separado.
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Considere charge abaixo:

Considerando o gênero charge, julgue V, para verdadeiro; F, para falso e assinale a alternativa correta:
( ) Apenas o texto verbal é importante para a interpretação da charge.
( ) A personagem que consulta o médico representa uma pessoa comum.
( ) O contexto histórico-social em que a charge é escrita é importante para a compreensão de seu conteúdo.
( ) A expressão “fora do ar” deve ser entendida como a proibição judicial ao Whatsapp.
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A primeira constituição brasileira data de 1824 e traz um modelo muito específico de organização política que deu ao Imperador grandes poderes, através:
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O grafico abaixo mostra como varia a força de atrito em função da força aplicada em um bloco de 5 kg que se encontra em uma superfície horizontal. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s², o coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície vale:

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