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Segundo Sousa, Piza, Alvarenga e Cóser (2008), a utilização adequada das Emissões Otoacústicas (EOA) na rotina clínica segue algumas recomendações, dentre as quais se encontram:
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Segundo Alvarenga e Corteletti (2006), na prática clínica, o som utilizado para o mascaramento é o ruído. Neste contexto, é correto afirmar:
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Em Odontopediatria, a pulpotomia é a
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19
Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia
O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.
Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.
Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.
Felipe Betim, El País, 28/05/2017.
Sobre as medidas de internação dirigidas às pessoas portadoras de transtornos mentais, a Lei nº 10.216/01 define:
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Entende-se por tratamento pulpar indireto, em pacientes pediátricos, a
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19
Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia
O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.
Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.
Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.
Felipe Betim, El País, 28/05/2017.
A referida “lei antimanicomial”, a Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Sobre a lei, é correto afirmar:
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Durante a técnica anestésica de bloqueio do nervo alveolar superoanterior (bloqueio do nervo infraorbitário), temos como áreas anestesiadas, entre outras:
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A indicação do implante coclear consiste em um processo complexo e multidimensional, envolvendo critérios multifatoriais e a necessidade de avaliação dos candidatos em equipe interdisciplinar. Tanto adultos como crianças usuários de implante coclear unilateral apresentam resultados impressionantes quanto às habilidades auditivas de percepção da fala, com uso mínimo da leitura orofacial em situações de comunicação, e muitos alcançam a habilidade máxima de compreensão auditiva
São consideradosfatores para a indicação do implante coclear em adultos:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 16 A 19
Justiça suspende autorização a Doria de apreender usuários na cracolândia
O prefeito de São Paulo, João Doria, sofreu um revés neste domingo. A Justiça da segunda instância suspendeu a liminar que autorizava o Executivo municipal a levar dependentes químicos à força para uma avaliação médica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público e pela Prefeitura. De acordo com a sentença do desembargador Reinaldo Miluzzi, do Tribunal de Justiça de SP, que acatou o recurso do MP e da Defensoria Pública, o pedido do Executivo municipal era "impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a pessoa em estado de drogadição vagando pelas ruas da cidade de São Paulo". A decisão deste domingo também derrubou o segredo de Justiça do processo.
Em nota enviada ao EL PAÍS, a Prefeitura da capital disse que irá recorrer da decisão. Assegurou também que "o trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito". O pedido da Prefeitura havia sido feito às pressas na última terça-feira e acatado na última sexta-feira pelo juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública. Em concreto, a gestão Doria pedia autorização para "a busca e apreensão de pessoas em situação de drogadição com a finalidade de avaliação pelas equipes multidisciplinares (social, médica, assistencial) e, preenchidos os requisitos legais, internação compulsória". O juiz deu aval para esta "busca e apreensão" durante 30 dias na região da cracolândia, mas ressaltou em sua decisão que o Executivo municipal, para internar uma pessoa de forma compulsória, ainda deveria ter uma autorização judicial caso a caso, como determina a lei federal 10.216/01. Desmentindo declarações de secretários, a gestão Doria assegurou por meio de sua assessoria na sexta, depois de sair a decisão, que nunca teve a intenção de internar compulsoriamente uma pessoa, mas apenas de levá-la à força para um exame médico.
Arthur Pinto Filho, promotor da área da Saúde, chegou a dizer que o pedido "era genérico para levar pessoas que estão vagando pelas ruas à força". Explicou ainda que a petição era uma "afronta a lei antimanicomial aprovada 2001". "É o pedido mais esdrúxulo que eu vi em toda minha vida. É uma caçada humana que não tem paralelo no mundo", opinou. Neste domingo, o promotor afirmou que a nova decisão "vai permitir que o programa Redenção seja colocado em prática como foi concebido", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. A operação policial do último domingo fez com que os dependentes químicos se espalhassem por outros 23 pontos da cidade, segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM). A maioria, cerca de 600 pessoas, está aglomerada na praça Princesa Isabel, a 400 metros da antiga cracolândia. Desde então, ações improvisadas e apressadas da prefeitura expuseram uma série de contradições da Administração Doria e de seu plano para tratar os dependentes químicos, batizado de Redenção.
Felipe Betim, El País, 28/05/2017.
É uma estratégia de saúde pública pautada no princípio da ética do cuidado, que visa diminuir as vulnerabilidades de risco social, individual e comunitário, decorrentes do uso, abuso e dependência de drogas (Brasil, 2015:39).
Esse texto refere-se à definição de
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É característico do abuso de metanfetamina:
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