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Foram encontradas 140 questões.

942184 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Considere a proposição: Marcelo é juiz e Mariane é advogada. A alternativa que apresenta a negação dessa proposição é:
 

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942183 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Considerando o Decreto nº 7.983/2013 da Presidência da República, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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942182 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Ana convidou 9 amigas para dormir em sua casa, porém há somente 4 camas. Assinale a alternativa que indica de quantas maneiras Ana pode escolher 4 amigas para dormir nas camas entre as 9.
 

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942181 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Um pedreiro construiu 2/5 de um muro no primeiro dia; 3/5 do restante do muro no segundo dia; e finalizou o trabalho no terceiro dia construindo 12m de muro. Assinale a alternativa que indica quantos metros de muro o pedreiro construiu no segundo dia.
 

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942180 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Um dado de 6 faces, numeradas de 1 a 6, é viciado, e a chance de sair 5 é três vezes maior do que a dos demais números. Nessas condições, assinale a probabilidade de sair 3, quando o dado é jogado uma vez.
 

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942179 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Numa região de preservação ambiental, há 80 animais, entre leões e leoas. Desse total 15% são leões. Um desastre ambiental matou algumas leoas. Após esse fato, verificou-se que os leões agora representam 20% do total de animais, entre leões e leoas. Assinale a alternativa que apresenta o número de leoas que foram mortas no desastre.
 

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942178 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Um código de barras UPC, que em inglês significa Universal Product Code, é uma representação de uma sequência de 13 algarismos na forma gráfica (barras). As barras são reconhecidas por aparelhos decodificadores e identificam o produto. A sequência numérica correspondente às barras também pode ser digitada manualmente. O último algarismo do código é o dígito verificador. Para encontrar esse dígito realiza-se um cálculo com os 12 algarismos anteriores, da seguinte forma:
1) Somam-se os algarismos das posições ímpares; 2) Somam-se os algarismos das posições pares e multiplica-se o resultado por 3; 3) Somam-se os resultados das etapas anteriores (1) e (2); 4) O dígito verificador será o algarismo que adicionado ao resultado da etapa (3) gere um múltiplo de 10.
Observe o seguinte código que está incompleto: 5025232658_78. Assinale a alternativa que indica corretamente o dígito que completa o código.
 

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942177 Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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A respeito da criptografia assimétrica, é correto afirmar que:

 

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942176 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Argumentos falaciosos - Pequeno compêndio para evitar a compra de gato por lebre

Fredric M. Litto

Todo mundo sabe o que é uma mentira. Feita de uma pessoa para outra, ou para muitas outras, é uma afirmação cujos fatos enunciados não correspondem à verdade. Mentiras são maneiras de evitar uma possível punição ou de encobrir uma situação ridícula; pode ser também uma estratégia para não comprometer outras pessoas injustamente. Afinal, ninguém gosta de ser, ou merece ser, vítima de mentiras no que elas têm de condenável porque escondem a verdade. (...) A vítima de uma mentira sempre está em desvantagem porque não sabe a verdade, não tem a informação correta para tomar uma decisão acertada, podendo ainda se sentir em dúvida, num ceticismo perturbador, até que a verdade se imponha. A vítima de uma mentira age sob a influência de um ardil verbal. Acredita naquilo que supõe ser verdadeiro quando não o é.

Podemos ser vitimados também por um outro tipo de desvio de pensamento, que é tão perigoso e enganador quanto a mentira: a falácia. Enquanto a mentira é uma informação falsa, uma falácia é um argumento falso, ou uma falha num argumento, ou ainda, um argumento mal direcionado ou conduzido. A origem da palavra “falaz” remete à ideia do deceptivo, do fraudulento, do ardiloso, do enganador, do quimérico. Para entender bem isso, é preciso lembrar que quando pessoas esclarecidas tentam convencer outras também esclarecidas a acreditar em suas afirmações, precisam usar argumentos, isto é, exemplos, evidências ou casos ilustrativos que confirmem a veracidade do enunciado. Como se vê, estamos falando de discursos, de enunciados, de declarações feitas com o fim de persuadir, levando alguém ou um grupo a acreditar numa coisa ou outra. (...) A diferença entre uma pessoa esclarecida e uma não esclarecida é a maneira como ambas lidam com discursos: a primeira tem critérios para aceitar ou rejeitar argumentos; a segunda ainda não aprendeu os critérios para distinguir argumentos que carecem de fundamentação. Note bem: não confunda mentiras com falácias. Mentiras são desvios ou erros propositais sobre fatos reais; falácias, por outro lado, são discursos, ou tentativas de persuadir o ouvinte ou leitor; promovendo um engano ou desvio, porque suas estruturas de apresentação de informação não respeitam uma lógica correta ou honesta, pois foram manipuladas certas evidências ou há insuficiência de prova concreta e convincente. Uma afirmação falaciosa pode ser composta de fatos verdadeiros, mas sua forma de apresentação conduz a conclusões erradas. Toda pessoa esclarecida, instada a elaborar argumentos, por força do trabalho que executa ou de situações cotidianas, deve reconhecer nos próprios argumentos o uso proposital do raciocínio falacioso (intenção de ludibriar) e a imperícia de raciocínio (lógica acidentalmente comprometida). (...) Uma vez sabendo identificar falácias, você vai começar a vê-las por todo lado.

Nos discursos de candidatos a cargos políticos, nas notícias de jornal (tanto impresso quanto televisivo), nas reuniões de condomínio, nas frases de vendedores (de imóveis, de carros e planos de saúde, de cartões de crédito). Há quem cometa falácias sem malícia, meramente como resultado de raciocínio apressado ou ingênuo. Mas é mais frequente encontrar falácias em argumentos de pessoas ou instituições que querem enganar o ouvinte, querem convencê-lo a concordar com o enunciado. Assim, uma falácia não é apenas um erro; é um erro de um certo tipo, que resulta do raciocínio impróprio ou fraudulento. A falácia tem todo o aspecto de um argumento correto e válido, embora não o seja. Esse é seu grande perigo: parece correto, mas não é, além do que, leva a outros erros de pensamento, como conclusões erradas. (...)

Texto acessado em 12/02/2019 e adaptado de

https://educacao.estadao.com.br/blogs/rolando-narede/ tecnologia-ensinando-pensamento-critico

Segundo o texto, é correto afirmar que:

 

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942175 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Assinale a alternativa cujo texto apresenta erro ortográfico.
 

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