Foram encontradas 50 questões.
Pressionar crianças para que sejam bons alunos
resulta em desânimo
Rosely Sayão
Pesquisas apontam aumento na taxa de
suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
Acesso em 10 de março de 2016.
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Rosely Sayão
Pesquisas apontam aumento na taxa de
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é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
Acesso em 10 de março de 2016.
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se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
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Pesquisas apontam aumento na taxa de
suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
Acesso em 10 de março de 2016.
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- Morfologia
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suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
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suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
Acesso em 10 de março de 2016.
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Rosely Sayão
Pesquisas apontam aumento na taxa de
suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
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Pressionar crianças para que sejam bons alunos
resulta em desânimo
Rosely Sayão
Pesquisas apontam aumento na taxa de
suicídio entre os jovens brasileiros, e o fenômeno
é mundial. Por esse motivo, alguns países têm
se preocupado com a depressão em crianças e
jovens. A Academia Americana de Pediatria, por
exemplo, recomendou que os médicos devem
sempre procurar sinais dessa doença nos mais
novos. Sinal amarelo piscando.
Precisamos pensar com atenção na saúde
mental de nossas crianças e de nossos jovens.
Mas parece que nem as famílias e nem as escolas
têm essa questão como importante: ambas são
criadoras de muitas causas que podem afetar
negativamente a qualidade de vida emocional de
quem elas deveriam cuidar. Vamos levantar alguns
pontos que podem provocar pressão em demasia,
ansiedade e medos de fracasso nas crianças e nos
jovens.
Primeiramente, a pressão sobre a vida escolar.
Nunca, nunca antes tivemos famílias e escolas
tão empenhadas em fazer com que filhos e alunos
tenham alta performance escolar, o que significa,
é claro, boas notas, aprovação com destaque em
exames e provas etc. Mas por quê?
Porque, de repente, decidimos que o bom
rendimento escolar da criança é pré-requisito
fundamental para um futuro profissional promissor.
Posso assegurar-lhe que não é, por dois motivos
bem simples. Primeiro: bom rendimento escolar
não significa, necessariamente, bom aprendizado.
Segundo: estamos um pouco atrasados
nessa premissa, já que, hoje, ter estudos não
garante nada, absolutamente nada em termos
profissionais, e não apenas em nosso país. Agora,
imagine crianças – inclusive as mais novas – e
jovens pressionados até o limite para que sejam
bons alunos. Só pode resultar em ansiedade,
desânimo, receios etc. Junte a isso as acirradas
competições às quais eles são submetidos, o
bullying – que eu reputo à ausência de adultos na
tutela dos mais novos –, as agendas lotadas de
compromissos, as intermináveis lições de casa
(muitas vezes motivos para brigas entre pais e
filhos), a erotização precoce que promove busca
infantil por um determinado tipo de beleza etc.
Uau! Se para um adulto essa mistura já pode
ser explosiva para a sanidade mental, imagine,
caro leitor, para crianças e adolescentes! E o que
podemos fazer? Muita coisa! Deixar de confundir
cobrança com pressão já pode ser um grande passo. Nossos filhos e alunos precisam ser
cobrados a levar sempre adiante sua vida escolar.
Mas precisamos ser mais compreensivos quando
eles não conseguem, e ajudá-los no esforço
que precisam investir para aprender, em vez de
pressioná-los mais ainda.
As famílias podem e devem também ensinar
os filhos a lidar com suas emoções. Sabe quando
uma criança pequena pega algum objeto de vidro e
os pais o ensinam a tomar cuidado porque é frágil
e ela pode quebrar, mesmo sem querer? Podemos
fazer a mesma coisa com os sentimentos que
ela experimenta. Posso ilustrar isso que acabei
de dizer com o seguinte exemplo: quando uma
criança manifesta raiva, devemos ensiná-la que
essa emoção e suas manifestações podem machucá-la e também os outros.
E a escola precisa se dar conta de que o
ambiente escolar pode ser – e em geral é –
neurotizante para muitas crianças! E não é por
falta de conhecimento que não mudamos esse
panorama.
Vamos cuidar da saúde mental de nossas
crianças e jovens tanto quanto cuidamos de sua
saúde física!
Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1747467-pressionar-criancas-ate-o-limite-para-que-sejam-bons-alunos-so-pode-resultar-em-ansiedade-edesanimo.shtml
Acesso em 10 de março de 2016.
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Questão presente nas seguintes provas
559759
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Valença-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Valença-BA
Provas:
Qual instituição ministrava aulas de ensino
superior e foi reconhecida, por méritos,
como a primeira universidade do Brasil,
funcionando em Salvador no século 17, para
a formação de sacerdotes e bacharéis em
Artes, seguindo os estatutos da Universidade
de Évora, de Portugal?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Prefeita de Valença, Jucélia Nascimento, e
seu vice, Joailton de Jesus, foram eleitos em
2012 através da coligação “Um Novo Nome,
um Novo Tempo”, reunindo os partidos PPS,
PTN, PPL, PHS, PSD, PSDC e PRP. A quais
partidos são filiados, respectivamente, a
prefeita e o vice prefeito?
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