Foram encontradas 37 questões.
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o fragmento da obra O Guarani, de José de
Alencar, para responder ao que será proposto.
"De um dos cabeços da Serra dos Órgãos desliza um fio de água que se dirige para o norte, e engrossado com os mananciais que recebe no seu curso de dez léguas, torna-se rio caudal. É o Paquequer: saltando de cascata em cascata, enroscando-se como uma serpente, vai depois se espreguiçar na várzea e embeber no Paraíba, que rola majestosamente em vasto leito. Dir-seia que vassalo e tributário desse rei das águas, o pequeno rio, altivo e sobranceiro contra os rochedos, curva-se humildemente aos pés do suserano. Perde, então, a beleza selvática; suas ondas resvalam sobre elas: escravo submisso, sofre o látego do senhor."
Acerca das descrições do rio Paquequer:
I - A linguagem utilizada é predominantemente conotativa; II- A linguagem utilizada é predominantemente denotativa; III - A figura de linguagem predominante é a personificação; IV - O narrador mostra a relação entre os rios Paraíba (como rei) e o Paquequer (como escravo).
Considerando as afirmações:
"De um dos cabeços da Serra dos Órgãos desliza um fio de água que se dirige para o norte, e engrossado com os mananciais que recebe no seu curso de dez léguas, torna-se rio caudal. É o Paquequer: saltando de cascata em cascata, enroscando-se como uma serpente, vai depois se espreguiçar na várzea e embeber no Paraíba, que rola majestosamente em vasto leito. Dir-seia que vassalo e tributário desse rei das águas, o pequeno rio, altivo e sobranceiro contra os rochedos, curva-se humildemente aos pés do suserano. Perde, então, a beleza selvática; suas ondas resvalam sobre elas: escravo submisso, sofre o látego do senhor."
Acerca das descrições do rio Paquequer:
I - A linguagem utilizada é predominantemente conotativa; II- A linguagem utilizada é predominantemente denotativa; III - A figura de linguagem predominante é a personificação; IV - O narrador mostra a relação entre os rios Paraíba (como rei) e o Paquequer (como escravo).
Considerando as afirmações:
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Índio, simplesmente índio
A mata, desmatada. Nosso povo humilhado, Nossa terra roubada, Nosso povo escravizado. Plantas medicinais, Em mãos de multinacionais, Que roubadas, de forma cínica, São exportadas e retornam A preço de ouro, cheias de química.
Somos uma sociedade milenar, Temos muito a ensinar. Para que moto-serra? Se é tão fácil cuidar da terra, Preservando a natureza. Porque assim, com certeza, Teremos ar melhor para respirar.
O homem-branco, Fez o seu próprio barranco, Que está prestes a desmoronar. O rio está secando, A temperatura do ar aumentando. Pejorativamente, dizem que somos ¨índios¨. Mas não somos nós Que, com a natureza, estamos acabando.
Somos ÍNDIOS, sim!! Um povo CIVILIZADO, Que trata a natureza, a terra, com cuidado, Para não morrermos de maneira vulgar, Como vai morrer esse homem branco marginalizado!!! Somos ÍNDIOS, simplesmente, ÍNDIOS somos!!!
Paulo Odair Silva. paulocruzpoeta@hotmail.com
A partir da leitura do poema, depreende-se que:
A mata, desmatada. Nosso povo humilhado, Nossa terra roubada, Nosso povo escravizado. Plantas medicinais, Em mãos de multinacionais, Que roubadas, de forma cínica, São exportadas e retornam A preço de ouro, cheias de química.
Somos uma sociedade milenar, Temos muito a ensinar. Para que moto-serra? Se é tão fácil cuidar da terra, Preservando a natureza. Porque assim, com certeza, Teremos ar melhor para respirar.
O homem-branco, Fez o seu próprio barranco, Que está prestes a desmoronar. O rio está secando, A temperatura do ar aumentando. Pejorativamente, dizem que somos ¨índios¨. Mas não somos nós Que, com a natureza, estamos acabando.
Somos ÍNDIOS, sim!! Um povo CIVILIZADO, Que trata a natureza, a terra, com cuidado, Para não morrermos de maneira vulgar, Como vai morrer esse homem branco marginalizado!!! Somos ÍNDIOS, simplesmente, ÍNDIOS somos!!!
Paulo Odair Silva. paulocruzpoeta@hotmail.com
A partir da leitura do poema, depreende-se que:
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Leia o fragmento a seguir:
“Quem é pobre, pouco se apega, é um giro-ogiro no vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho e habilidoso.”[...]
ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).
De acordo com o contexto, as palavras destacadas são classificadas como:
“Quem é pobre, pouco se apega, é um giro-ogiro no vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho e habilidoso.”[...]
ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).
De acordo com o contexto, as palavras destacadas são classificadas como:
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De acordo com Decreto 4887/2003 e em conformidade com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR, as comunidades quilombolas no Brasil ficaram reconhecidas a partir da compreensão de “grupos étnico-raciais segundo critérios de autoatribuição,
com trajetória histórica própria, dotados de
relações territoriais específicas, com presunção
de ancestralidade negra relacionada com a
resistência à opressão histórica sofrida”.
Fonte: Guia de Políticas Públicas para comunidades Quilombolas: Programa Brasil quilombola. Brasília, 2013. p.14.).
A respeito dos Quilombos no Brasil Colonial, é correto afirmar que estes ficaram definidos pela historiografia brasileira como se ilustra a seguir:
Fonte: Guia de Políticas Públicas para comunidades Quilombolas: Programa Brasil quilombola. Brasília, 2013. p.14.).
A respeito dos Quilombos no Brasil Colonial, é correto afirmar que estes ficaram definidos pela historiografia brasileira como se ilustra a seguir:
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Sobre a Demarcação da Terra Indígena denominada Raposa Serra do Sol, que durou 30 anos,
houve a participação de diversos povos indígenas, tais como: Macuxi, Ingarikó, Patamona,
Taurepang e Wapichana, entre essas lideranças
indígenas, temos a fala da advogada Joênia
Batista de Carvalho, no Supremo Tribunal Federal – STF, feita em 27/08/2008 sobre a defesa de
regularização fundiária da terra indígena, na
qual diz:
“Em 1977, quando se iniciou o procedimento de demarcação da Terra indígena, vivíamos um grande conflito na região, pois muitas áreas foram invadidas e as comunidades indígenas que ali viviam foram expulsas [...] causando impacto à nossa cultura, à nossa sociedade e acabando com nossa terra” (Edição Especial TI. Julgamento da Demarcação TI Raposa Serra do Sol. Comitê Nacional em Defesa da TI Raposa Serra do Sol. 2009, p. 4).
Deste modo, dos conflitos vivenciados pelos indígenas na demarcação da Terra Raposa Serra do Sol, a advogada Joênia Batista apresenta a situação do conflito ocasionado pelas invasões dos não índios. Portanto, de acordo com o texto, é correto afirmar que:
“Em 1977, quando se iniciou o procedimento de demarcação da Terra indígena, vivíamos um grande conflito na região, pois muitas áreas foram invadidas e as comunidades indígenas que ali viviam foram expulsas [...] causando impacto à nossa cultura, à nossa sociedade e acabando com nossa terra” (Edição Especial TI. Julgamento da Demarcação TI Raposa Serra do Sol. Comitê Nacional em Defesa da TI Raposa Serra do Sol. 2009, p. 4).
Deste modo, dos conflitos vivenciados pelos indígenas na demarcação da Terra Raposa Serra do Sol, a advogada Joênia Batista apresenta a situação do conflito ocasionado pelas invasões dos não índios. Portanto, de acordo com o texto, é correto afirmar que:
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O processo de demarcação de terras indígenas
no Estado brasileiro é marcado por lutas, confliitos e mortes. Nos territórios indígenas, a compreensão sobre a utilização dos recursos da terra, para os diversos povos indígenas, inclusive,
em Roraima, não é a mesma, que predomina no
sistema capitalista atual. Isso se comprova na
fala do líder Xucuru, assassinado em 1998, no
agreste pernambucano.
"A gente tem a terra como nossa mãe. Então, se ela é nossa mãe, é ela quem nos dá todo fruto de sobrevivência, e deve ser zelada e preservada, a partir das pedras, das águas e das matas”.
Fonte: (CIMI, Revista Coleção Fraternidade viva N.° 08. São Paulo, 2001. Pág. 21. In.: VIEIRA, J. G. Missionários, fazendeiros e índios em Roraima: a disputa pela terra – 1777 a 1980. Boa Vista: Editora UFRR, 2007).
Com base nessas informações, assinale a alternativa INCORRETA, a partir do que se depreende do texto:
"A gente tem a terra como nossa mãe. Então, se ela é nossa mãe, é ela quem nos dá todo fruto de sobrevivência, e deve ser zelada e preservada, a partir das pedras, das águas e das matas”.
Fonte: (CIMI, Revista Coleção Fraternidade viva N.° 08. São Paulo, 2001. Pág. 21. In.: VIEIRA, J. G. Missionários, fazendeiros e índios em Roraima: a disputa pela terra – 1777 a 1980. Boa Vista: Editora UFRR, 2007).
Com base nessas informações, assinale a alternativa INCORRETA, a partir do que se depreende do texto:
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Segundo reportagem do jornal FolhaWeb de 02
de abril de 2016, populações da Terra Indígena
Yanomami têm enfrentado problemas de contaminação. Assim, segundo a reportagem, “o líder
da etnia Yanomami, Davi Kopenawa, denunciou
a contaminação causada por mercúrio em índios
das etnias Yanomami e Ye'kwana, que ocupam a
Terra Indígena Yanomami (TIY), na região Norte
de Roraima. De acordo com pesquisa realizada
pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o nível
de contaminação em algumas aldeias chega a
92%”.
Disponível em:http://www.folhabv.com.br/noticia/Indigenasestao-morrendo-contaminados-por-mercurio--denuncia-liderYanomami/15219>
Sobre a contaminação por mercúrio é correto afirmar que:
Disponível em:http://www.folhabv.com.br/noticia/Indigenasestao-morrendo-contaminados-por-mercurio--denuncia-liderYanomami/15219>
Sobre a contaminação por mercúrio é correto afirmar que:
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