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A abertura do capital de uma empresa (IPO na sigla em inglês) pode ser uma maneira de o investidor que tenha patrocinado o projeto inicial obter o retorno esperado. Contudo, o momento do IPO depende basicamente do ciclo de vida do negócio e do chamado “apetite” do mercado para comprar ações de uma empresa. Entre as vantagens que a captação de recursos via IPO representa frente a outras modalidades de obtenção de recursos, é possível elencar:
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“Se, ao realizar a análise de uma empresa, o somatório do fluxo de caixa descontado estimado atingir um valor negativo, abandone de imediato a ideia de comprá-la”. Para a metodologia de avaliação de empresas conhecida como Opções Reais, essa declaração é:
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Um modelo que pode ser usado a fim de se projetar em fluxos de caixa livres para a empresa de um projeto é aquele no qual tais fluxos são subdivididos em três componentes, proporcionando a seguinte igualdade matemática: fluxo de caixa livre para a empresa = fluxo de caixa operacional (-) variação do capital de giro operacional líquido (-) gastos líquidos de capital. Sendo assim, os fluxos de caixa negativos que mais impactam negativamente o fluxo de caixa livre para a empresa são:
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Ainda que a técnica de análise de sensibilidade seja utilizada com muita frequência em análise de projetos de investimento, uma vez que o analista escolhe um determinado cenário e fornece sua recomendação por meio da valoração via fluxo de caixa descontado, ele está abrindo mão dos outros cenários possíveis. No entanto, na prática, projetos podem ser mudados, adiados, ampliados, diminuídos; ou seja, há um leque de possibilidades que o método tradicional de fluxo de caixa descontado restringe a apenas uma, tendendo, assim, a:
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Considere que o custo médio ponderado de capital de uma empresa que possui hoje apenas capital próprio é constante e igual a 15% a.a., e que essa empresa apura seu Imposto de Renda - IR e sua Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL por meio do regime tributário conhecido como “Lucro Real” utilizando uma alíquota de 25% a.a.. Essa empresa decidiu passar a utilizar uma linha de financiamento de longo prazo, pré-aprovada em um banco, em sua estrutura de capital a partir do próximo ano. Dessa maneira, é correto afirmar que seu custo médio ponderado de capital deverá, para o próximo ano:
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Os gestores financeiros da XYZ S.A. não estavam mais confiando na estimativa existente hoje do custo de capital de sua empresa. Dessa maneira, decidiram recalcular tal estimativa, começando pelo custo de capital próprio da empresa. Para tanto, decidiram utilizar o modelo CAPM ( Capital Asset Pricing Model ou Modelo de Precificação de Ativos de Capital). A partir de dados históricos, encontrou-se que a covariância entre os retornos da ação da empresa e os retornos da carteira de mercado é 30% maior que a variância dos retornos da carteira de mercado. A expectativa para os próximos anos é que o prêmio de risco da carteira de mercado seja de 7% a.a.; e o retorno do ativo livre de risco seja de 13% a.a.. Dessa maneira, os gestores encontraram um custo de capital próprio da empresa XYZ S.A. igual a:
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O método de avaliação de empresas (valuation) conhecido como “Avaliação por Múltiplos” é direto, rápido e simplista, sendo muito utilizado no mercado por adotar menos premissas e devido à simplicidade de apresentação. Um múltiplo bastante analisado é aquele que divide o valor de mercado da ação de uma empresa pelo seu “Book Value” (valor de livro, ou seja, valor patrimonial contábil). Esse múltiplo tende a ter um resultado:
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Um analista estratégico, ao realizar a avaliação de empresas, estima o valor “justo” de sua ação trabalhando com dois diferentes métodos de valuation: “1”. fluxo de caixa descontado; e “2”. avaliação relativa por múltiplos. Baseando-se em sua experiência de mercado, ele determinou que o método “1” receberá 70% do peso de seus cálculos e que o método “2” receberá 30% do peso, sendo 20% para o múltiplo P/E e 10% para o múltiplo EV/EBITDA (também conhecido como FV/EBITDA).
A empresa apresenta as seguintes informações econômico-financeiras:
Quantidade de ações: 1 milhão;
Enterprise Value - EV (Firm Value - FV) pelo método “1”: R$ 56 milhões;
Dívida financeira: R$ 17 milhões;
Fornecedores a pagar: R$ 500 mil;
Salários a pagar: R$ 200 mil;
Caixa e Equivalentes a Caixa: R$ 1 milhão;
P/E de empresas comparáveis: 9,5;
EV/EBITDA (FV/EBITDA)de empresas comparáveis: 10;
EBITDA: R$ 5,5 milhões;
Lucro Líquido: R$ 4 milhões.
Utilizando essas informações, o valor "justo" da ação em análise será estimado pelo analista, em reais, ao valor de:
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Ao fazer o valuation de uma empresa, utilizando-se do método de fluxo de caixa descontado, analistas se deparam com um problema: a cada ano futuro projetado, maiores são as incertezas. Para tentar minimizar esse fato, um analista dividiu as projeções de fluxos de caixa livre para a empresa em um período mais detalhado de 6 (seis) anos e, em seguida, em um período de perpetuidade. Considerando que o valor operacional atual da empresa levando em conta apenas esses seis anos de operação é de R$ 97 milhões, que o fluxo de caixa livre para a empresa projetado para o sexto ano é de R$ 20 milhões, que o custo médio ponderado de capital da empresa – CMPC é de 21% a.a., que se estima uma taxa de crescimento "g" para a perpetuidade de 1% a.a., e que o fator de atualização para 6 (seis) anos de um fluxo de caixa futuro considerando o CMPC dado é de 32% (VP = 32%* VF); o percentual do valor operacional total atual da empresa que é gerado pelos fluxos de caixa projetados no período de perpetuidade é de:
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No mercado acionário, quando um investidor realiza uma ordem a mercado, isso significa que ele especificou:
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