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Foram encontradas 35.574 questões.

3078704 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: CGE-PB
Com base nos conceitos de déficit público e dívida pública, ao somarmos a variação da dívida líquida do setor público com as privatizações e expurgarmos outros ajustes patrimoniais, encontramos o(a):
 

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3078703 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: CGE-PB
Em relação aos tributos sobre patrimônio, bens e serviços e suas relações com as propriedades desejáveis de um sistema tributário, é correto afirmar que:
 

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3078701 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: CGE-PB
Dentre as ações governamentais, é correto afirmar que, ao buscar os objetivos almejados no exercício da função alocativa, o governo:
 

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3077101 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Enunciado 3328963-1

Fonte: WGI (2020). Disponível em: <https://bit.ly/3NsOYip>.

ROCHA, K. Risco regulatório e estimativa do impacto financeiro potencial do PDL no 94/2022 nos investimentos em infraestrutura. Nota técnica n. 99. Brasília, DF: Ipea, 2022. p. 7. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/220805_218772_ nt_diset_n99_web.pdf (ipea.gov.br). Acesso em: 28 nov. 2023. Adaptado.

O gráfico apresentado sobre a evolução do indicador “qualidade regulatória percentil rank”, revela que o indicador

 

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3077055 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

A bioeconomia representa o uso sustentável de recursos biológicos para produzir bens e serviços. Ela estimula a inovação e o desenvolvimento de tecnologias que exploram a diversidade biológica para atender às necessidades humanas de forma eficiente e responsável.

Exemplifica-se como aplicação do conceito de bioeconomia a(o)

 

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3077054 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Os modelos econômicos representam estruturas conceituais que descrevem como uma economia funciona e como os recursos são alocados e distribuídos. Nesse contexto, a Economia Circular emergiu como um modelo alternativo fundamental.

Na Economia Circular,

 

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3077035 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Considere o texto sobre desigualdade de renda no Brasil.

Uma das características mais marcantes da economia brasileira é o seu elevado grau de desigualdade de renda, embora de comportamento variável. De fato, é possível identificar, durante o último quarto de século, três períodos com dinâmicas inteiramente distintas: (a) de 1981 a 1989, em que houve um contínuo crescimento do grau de desigualdade; (b) de 1989 a 1993, caracterizado por uma alta volatilidade e por um pico da desigualdade; e (c) de 1993 a 2005, marcado por um persistente declínio do grau de desigualdade. Nesse último longo período é possível destacar, ainda, o último quinquênio (2001-2005) como um período de nítida aceleração na queda de desigualdade de renda, como mostram pesquisas do Ipea.

FERREIRA, F. et al. Ascensão e queda da desigualdade de renda
no Brasil: uma atualização para 2005. In: BARROS, L. et al. (org.).
Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente.

Brasília, DF: Ipea, v. 1, 2006, p. 359. Adaptado.

No terceiro período mencionado no texto, identifica-se como um fator responsável pela redução da desigualdade de renda a(o)

 

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3077034 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

o Texto I e o Texto II sobre a agenda urbana.

Texto I

O modelo de desenvolvimento urbano atual tem promovido a mercantilização da cidade que privilegia os grupos financeiros e de investidores em detrimento dos interesses e das necessidades da maioria da população urbana. Os efeitos do padrão de urbanização, tais como a privatização dos espaços públicos e dos serviços básicos, a segregação urbana, a precarização dos bairros da população pobre, o aumento dos assentamentos informais, a utilização de investimentos públicos para promover projetos de infraestrutura que atendem aos interesses econômicos dos negócios imobiliários, apontam que novos caminhos de vida e desenvolvimento nas cidades precisam ser adotados na nova agenda urbana. Por essa razão, a nova agenda urbana deve abraçar uma mudança no padrão predominante, a fim de aumentar a equidade, a inclusão social, a participação política e dar uma vida digna para a população urbana.

SAULE JR., N. O direito à cidade como centro da nova agenda
urbana. In: IPEA. Boletim Regional, Urbano e Ambiental. Brasília,
DF: Ipea, n. 15, jul.-dez. 2016, p. 73. Adaptado.

Texto II

No contexto específico das áreas centrais das cidades, ao renovar o conjunto da vizinhança e concretizar uma demanda que anteriormente estava reprimida, os novos usos e/ou os novos moradores substituem os moradores anteriores. Para esses antigos moradores valerá mais a pena vender seus imóveis e realizar o lucro com a valorização do bairro, e morar em outra vizinhança que lhes atendam as preferências por amenidades urbanas. Parte do lucro da venda do imóvel valorizado é utilizado na compra de imóvel de menor valor, parte utilizada em outras compras, ou poupança. Ambos os movimentos são mais valorizados pelo antigo morador do que permanecer no centro e usufruir das amenidades urbanas do centro renovado. No caso de moradores de aluguel, a situação é mais precária, pois não conseguirão arcar com os custos dos aluguéis mais altos e não se beneficiarão em nada com a valorização do imóvel.

NADALIN, V. Revitalização das áreas centrais nas cidades brasileiras
por meio da mobilização de investimentos privados.
Brasília, DF: Ipea, mar. 2023 (Textos para Discussão, n. 2862).
Adaptado.

Considerando-se os efeitos do padrão de urbanização, na comparação entre os Textos I e II, conclui-se que

 

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3077033 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Considere o texto sobre a teoria dos polos de crescimento.

François Perroux desenvolve o conceito de polos de crescimento em 1955, partindo do pressuposto de que o crescimento econômico não é observado em todos os pontos do espaço econômico, mas sim em espaços específicos. Para ele, “o fato, rude, mas verdadeiro, é o seguinte: o crescimento não aparece simultaneamente em toda parte. Ao contrário, manifesta-se em pontos ou polos de crescimento, com intensidades variáveis, expande-se por diversos canais e com efeitos finais variáveis sobre toda a economia”. Em sua teoria, um dos conceitos fundamentais é o de indústria motriz, um dos fatores indutores da polarização do crescimento.

JESUS, J.; SPINOLA, N. Seis décadas da teoria dos polos de crescimento: revisitando Perroux. Revista de Desenvolvimento Econômico, Salvador, ano XVII, n. 2, dez. 2015, p. 939. Adaptado.

Nessa teoria, o conceito de indústria motriz é definido como

 

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3077032 Ano: 2024
Disciplina: Economia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Considere o texto sobre a teoria locacional de Christaller.

O alemão Walter Christaller (1893-1969) almejou responder a questões que ainda hoje desafiam os pesquisadores: o que explica o tamanho, a distribuição e o número de cidades? Em seu livro Die zentralen Örte in Süddeutschland, Christaller seguiu a tradição geométrica alemã para esboçar as simples regras que permitiriam responder a essa pergunta e chegou à teoria dos lugares centrais. Ele buscou determinar o formato das áreas de mercado em que todos os consumidores são atendidos e, ao mesmo tempo, a distância em relação às firmas é minimizada. Para se chegar à distribuição espacial dos lugares centrais, são necessários três princípios, sendo que um deles é o da minimização das distâncias entre os centros, que faz com que os ofertantes de bens de ordem imediatamente inferior se localizem no ponto médio da linha que une os centros de ordem superior.

MONASTERIO, L.; CAVALCANTE, L. Fundamentos do pensamento econômico regional. In: CRUZ, B. et al. (org.). Economia regional e urbana. Teorias e métodos com ênfase no Brasil. Brasília, DF: Ipea, 2011, p.56. Adaptado.

Nesse texto sobre a teoria dos lugares centrais, é descrito o princípio

 

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