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A mandioca é uma maleiteira. Em seus tubos leitosos, a planta toda contém o glicosídeo de ácido cianídrico linamarina, bem como um pouco de lotaustralina. Estas cindem ácidos prússicos quando o látex dos tubos leitosos é machucado e as linamarases armazenadas nos tecidos restantes se juntam. A ingestão de 200 gramas a 500 gramas de tubérculo fresco já seria letal. Contudo, essa planta é o alimento básico de quase todos os grupos indígenas das terras baixas da América do Sul. E bem mais: atualmente, a mandioca é o alimento básico de mais de 400 milhões de pessoas nos trópicos. A mandioca-brava, embora tenha uma quantidade muito maior de ácido cianídrico que a mandioca-doce, ainda assim é o alimento preferido das populações indígenas sul-americanas, pois tem um rendimento maior.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto anterior e as fórmulas estruturais da linamarina e da lotaustralina apresentadas, julgue o item a seguir.
Sabendo-se que o leite de magnésia contém hidróxido de magnésio, é correto afirmar que esse leite pode ser utilizado para neutralizar o ácido cianídrico eventualmente presente em um caldo de mandioca, por meio da seguinte reação química.
2 HCN + Mg(OH)2 → Mg(CN)2 + 2 H2O
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A mandioca é uma maleiteira. Em seus tubos leitosos, a planta toda contém o glicosídeo de ácido cianídrico linamarina, bem como um pouco de lotaustralina. Estas cindem ácidos prússicos quando o látex dos tubos leitosos é machucado e as linamarases armazenadas nos tecidos restantes se juntam. A ingestão de 200 gramas a 500 gramas de tubérculo fresco já seria letal. Contudo, essa planta é o alimento básico de quase todos os grupos indígenas das terras baixas da América do Sul. E bem mais: atualmente, a mandioca é o alimento básico de mais de 400 milhões de pessoas nos trópicos. A mandioca-brava, embora tenha uma quantidade muito maior de ácido cianídrico que a mandioca-doce, ainda assim é o alimento preferido das populações indígenas sul-americanas, pois tem um rendimento maior.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto anterior e as fórmulas estruturais da linamarina e da lotaustralina apresentadas, julgue o item a seguir.
O ácido cianídrico (HCN) se dissolve em água conforme a equação química HCN (aq) ⇌ H+ (aq) + CN− (aq).
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A mandioca é uma maleiteira. Em seus tubos leitosos, a planta toda contém o glicosídeo de ácido cianídrico linamarina, bem como um pouco de lotaustralina. Estas cindem ácidos prússicos quando o látex dos tubos leitosos é machucado e as linamarases armazenadas nos tecidos restantes se juntam. A ingestão de 200 gramas a 500 gramas de tubérculo fresco já seria letal. Contudo, essa planta é o alimento básico de quase todos os grupos indígenas das terras baixas da América do Sul. E bem mais: atualmente, a mandioca é o alimento básico de mais de 400 milhões de pessoas nos trópicos. A mandioca-brava, embora tenha uma quantidade muito maior de ácido cianídrico que a mandioca-doce, ainda assim é o alimento preferido das populações indígenas sul-americanas, pois tem um rendimento maior.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto anterior e as fórmulas estruturais da linamarina e da lotaustralina apresentadas, julgue o item a seguir.
A lotaustralina difere da linamarina unicamente por apresentar um grupo etila ligado a um grupo metila.
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A mandioca é uma maleiteira. Em seus tubos leitosos, a planta toda contém o glicosídeo de ácido cianídrico linamarina, bem como um pouco de lotaustralina. Estas cindem ácidos prússicos quando o látex dos tubos leitosos é machucado e as linamarases armazenadas nos tecidos restantes se juntam. A ingestão de 200 gramas a 500 gramas de tubérculo fresco já seria letal. Contudo, essa planta é o alimento básico de quase todos os grupos indígenas das terras baixas da América do Sul. E bem mais: atualmente, a mandioca é o alimento básico de mais de 400 milhões de pessoas nos trópicos. A mandioca-brava, embora tenha uma quantidade muito maior de ácido cianídrico que a mandioca-doce, ainda assim é o alimento preferido das populações indígenas sul-americanas, pois tem um rendimento maior.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto anterior e as fórmulas estruturais da linamarina e da lotaustralina apresentadas, julgue o item a seguir.
O texto cita substâncias iônicas e moleculares.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
Considerando-se que o curare seja uma solução aquosa saturada em estricnina a 25 °C, é correto afirmar que, se aplicada a quantidade de 10 mL de curare sobre a ponta de uma flecha, a quantidade de matéria de estricnina presente na ponta dessa flecha será superior a !$ 4 \times 10^{-3} !$ mol.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
O curare é uma substância química.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
Uma molécula de estricnina possui as funções orgânicas cetona, éter e amina.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A estricnina possui um anel benzênico em sua estrutura molecular.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A estricnina possui vários grupos metila em sua estrutura molecular.
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Curare é um termo coletivo que designa venenos para flechas que os indígenas das áreas da bacia hidrográfica do Orinoco e do Amazonas obtêm, na maioria das vezes, a partir das cascas de certas espécies de cipós (Strychnos spp.). A utilização de flechas envenenadas, provavelmente de curare, é mencionada pela primeira vez por Pedro Mártir de Anglería no ano de 1530. O cronista e médico da corte espanhola, nascido em Milão, relatou que, em 1502, durante a quarta viagem de Colombo à América, um dos soldados foi ferido por uma flecha envenenada e acabou morrendo. Pedro Mártir não mencionou outros detalhes, pois não foi testemunha ocular direta, apenas registrando e transmitindo narrativas de outros.
Jens Soentgen e Klaus Hilbert. A química dos povos indígenas da América do Sul.
In: Química Nova, n.º 39(09), nov./ 2016. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
O curare é extraído de plantas da América do Sul, dos gêneros Chondrodendron e Strychnos. Esse veneno possui vários compostos orgânicos com intensa ação paralisante, podendo ser letal, destacando-se a estricnina (C21H22N2O2), cuja estrutura molecular é mostrada a seguir e cuja solubilidade em água a 25 °C é de 160 mg/L.

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item a seguir.
A massa molar da estricnina é de 334,0 g/mol.
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