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“Quanto ao 2º argumento, deve-se afirmar que talvez aquele que
ouve o nome de Deus não entenda que ele designa algo que não
se possa cogitar maior; pois alguns acreditaram que Deus é um
corpo. Mas admitido que todos deem ao nome de Deus a
significação que se pretende: maior que Ele não se pode cogitar,
não se segue daí que cada um entenda que aquilo que é
significado pelo nome exista na realidade, mas apenas na
apreensão do intelecto. Nem se pode deduzir que exista na
realidade, a não ser que se pressuponha que na realidade exista
algo que não se possa cogitar maior, o que recusam os que
negam a existência de Deus.”
AQUINO, Tomás de. Suma Teológica. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
O trecho citado mostra a refutação, por Tomás de Aquino, do argumento celebrizado por Anselmo de Cantuária. Assinale a opção que descreve corretamente este argumento.
AQUINO, Tomás de. Suma Teológica. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
O trecho citado mostra a refutação, por Tomás de Aquino, do argumento celebrizado por Anselmo de Cantuária. Assinale a opção que descreve corretamente este argumento.
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Leia os trechos a seguir.
“Ora, é pelo sucesso desses combates que cada um pode conhecer a força ou a fraqueza de sua alma, pois aqueles em quem naturalmente a vontade pode vencer com mais facilidade as paixões e interromper os movimentos do corpo que as acompanham têm provavelmente as almas mais fortes”.
DESCARTES. As paixões da alma. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
“Quanto mais um corpo é capaz, em comparação com outros, de agir simultaneamente sobre um número maior de coisas, ou de padecer simultaneamente de um número maior de coisas, tanto mais sua mente é capaz, em comparação com outras, de perceber, simultaneamente, um número maior de coisas. É por esses critérios que podemos reconhecer a superioridade de uma mente sobre as outras”.
ESPINOSA, Bento de. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
Com base nos trechos dos autores acima, é correto afirmar que
“Ora, é pelo sucesso desses combates que cada um pode conhecer a força ou a fraqueza de sua alma, pois aqueles em quem naturalmente a vontade pode vencer com mais facilidade as paixões e interromper os movimentos do corpo que as acompanham têm provavelmente as almas mais fortes”.
DESCARTES. As paixões da alma. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
“Quanto mais um corpo é capaz, em comparação com outros, de agir simultaneamente sobre um número maior de coisas, ou de padecer simultaneamente de um número maior de coisas, tanto mais sua mente é capaz, em comparação com outras, de perceber, simultaneamente, um número maior de coisas. É por esses critérios que podemos reconhecer a superioridade de uma mente sobre as outras”.
ESPINOSA, Bento de. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
Com base nos trechos dos autores acima, é correto afirmar que
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“Devido ao peso é que os átomos, num momento inicial, são
imaginados por Epicuro como ‘caindo’; mas, situados dentro do
vazio, teriam que desenvolver, nessa ‘queda’, trajetórias
necessariamente paralelas. Isso significa que os átomos jamais se
chocariam – dando origem aos engates e aos torvelinhos
indispensáveis à constituição das coisas e dos mundos.”
Adaptado de EPICURO, col. Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988.
Assinale a opção que descreve a solução conceitual de Lucrécio para o problema da teoria atomista apresentado acima.
Adaptado de EPICURO, col. Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1988.
Assinale a opção que descreve a solução conceitual de Lucrécio para o problema da teoria atomista apresentado acima.
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“Há filósofos que imaginam estarmos, em todos os momentos,
intimamente conscientes daquilo que denominamos nosso EU
[our SELF]; que sentimos sua existência e a continuidade de sua
existência; e que estamos certos de sua perfeita identidade e
simplicidade, com uma evidência que ultrapassa a de uma
demonstração.”
HUME, David. Tratado sobre a natureza humana. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
Assinale a opção que identifica corretamente a posição de Hume quanto à existência do eu.
HUME, David. Tratado sobre a natureza humana. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
Assinale a opção que identifica corretamente a posição de Hume quanto à existência do eu.
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Leia o fragmento a seguir.
“Parece impossível que a substância exista separadamente daquilo de que é substância; consequentemente, como podem as Ideias, se são substâncias das coisas, existir separadamente das coisas? Mas no Fédon é afirmado justamente isso: que as Formas são causa do ser e do devir das coisas. Existem muitas outras coisas que se produzem – por exemplo uma casa ou um anel –, das quais os platônicos não admitem a existência de Ideias. Por conseguinte, é claro que todas as outras coisas podem ser e gerar-se por obra de causas do mesmo tipo daquelas que produzem os objetos acima mencionados, e não por obra das Formas.”
Adaptado de ARISTÓTELES. Metafísica, São Paulo: Edições Loyola. Vol. II. 2015.
Assinale a opção que descreve corretamente a posição de Aristóteles relativamente à doutrina platônica das Formas.
“Parece impossível que a substância exista separadamente daquilo de que é substância; consequentemente, como podem as Ideias, se são substâncias das coisas, existir separadamente das coisas? Mas no Fédon é afirmado justamente isso: que as Formas são causa do ser e do devir das coisas. Existem muitas outras coisas que se produzem – por exemplo uma casa ou um anel –, das quais os platônicos não admitem a existência de Ideias. Por conseguinte, é claro que todas as outras coisas podem ser e gerar-se por obra de causas do mesmo tipo daquelas que produzem os objetos acima mencionados, e não por obra das Formas.”
Adaptado de ARISTÓTELES. Metafísica, São Paulo: Edições Loyola. Vol. II. 2015.
Assinale a opção que descreve corretamente a posição de Aristóteles relativamente à doutrina platônica das Formas.
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“O livro trata dos problemas filosóficos e mostra – creio eu – que
a formulação desses problemas repousa sobre o mau
entendimento da lógica de nossa linguagem. Poder-se-ia talvez
apanhar todo o sentido do livro com estas palavras: o que se pode
em geral dizer, pode-se dizer claramente; e sobre aquilo de que
não se pode falar, deve-se calar.”
WITTGENSTEIN, Ludwig. Tractatus Logico-Philosophicus. São Paulo: Edusp, 2001.
“A filosofia não deve, de modo algum, tocar no uso efetivo da linguagem; em último caso, pode apenas descrevê-lo. Pois também não pode fundamentá-lo. A filosofia deixa tudo como está.”
WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
De acordo com a segunda fase do pensamento de Wittgenstein, a linguagem
WITTGENSTEIN, Ludwig. Tractatus Logico-Philosophicus. São Paulo: Edusp, 2001.
“A filosofia não deve, de modo algum, tocar no uso efetivo da linguagem; em último caso, pode apenas descrevê-lo. Pois também não pode fundamentá-lo. A filosofia deixa tudo como está.”
WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
De acordo com a segunda fase do pensamento de Wittgenstein, a linguagem
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“Após ter pensado bastante nisto e de ter examinado
cuidadosamente todas as coisas, cumpre enfim concluir e ter por
constante que esta proposição, eu sou, eu existo, é
necessariamente verdadeira, todas as vezes que a enuncio ou que
a concebo em meu espírito”.
Adaptado de DESCARTES, René. Meditações. São Paulo: Abril, 1973.
Assinale a opção que identifica corretamente a instância com base na qual é possível inferir a certeza enunciada, para Descartes.
Adaptado de DESCARTES, René. Meditações. São Paulo: Abril, 1973.
Assinale a opção que identifica corretamente a instância com base na qual é possível inferir a certeza enunciada, para Descartes.
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Leia o trecho a seguir.
“Ora, isto não o dizem os livros platônicos. Suas páginas não encerram a fisionomia daquela piedade, nem as lágrimas da compunção, nem ‘o vosso sacrifício nem o espírito compungido, nem o coração contrito e humilhado’, nem a salvação do povo, nem a cidade desposada, nem o penhor do Espírito Santo, nem o cálice do nosso resgate. Lá ninguém canta: Porventura a minha alma não há de estar sujeita a Deus? ‘Depende d'Ele a minha salvação, porquanto Ele é o meu Deus e Salvador. Ele me recebe e d'Ele não me apartarei mais.’ Nos livros platônicos ninguém ouve Aquele que exclama ‘Vinde a Mim, vós, os que trabalhais’. Desdenham em aprender d’Ele, que é manso e humilde de coração. ‘Escondestes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos humildes’.”
DE HIPONA, Agostinho. Confissões. São Paulo: Abril Cultural, 1980
No trecho citado, é correto afirmar que, para Agostinho de Hipona, a doutrina platônica é
“Ora, isto não o dizem os livros platônicos. Suas páginas não encerram a fisionomia daquela piedade, nem as lágrimas da compunção, nem ‘o vosso sacrifício nem o espírito compungido, nem o coração contrito e humilhado’, nem a salvação do povo, nem a cidade desposada, nem o penhor do Espírito Santo, nem o cálice do nosso resgate. Lá ninguém canta: Porventura a minha alma não há de estar sujeita a Deus? ‘Depende d'Ele a minha salvação, porquanto Ele é o meu Deus e Salvador. Ele me recebe e d'Ele não me apartarei mais.’ Nos livros platônicos ninguém ouve Aquele que exclama ‘Vinde a Mim, vós, os que trabalhais’. Desdenham em aprender d’Ele, que é manso e humilde de coração. ‘Escondestes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos humildes’.”
DE HIPONA, Agostinho. Confissões. São Paulo: Abril Cultural, 1980
No trecho citado, é correto afirmar que, para Agostinho de Hipona, a doutrina platônica é
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A informação a seguir contextualiza a questão. Leia-a
atentamente.
Para KUHN os conceitos velhos, usados, de esquema e referência e teoria são substituídos pelo constructo dinâmico de paradigma, conceituado por um modelo dinâmico de partes principais de conhecimentos, que demonstra como eles se desenvolvem, existem e orientam os esforços de profissionais. O autor
institui dois modelos principais, que são: o transversal e o longitudinal. A análise longitudinal demonstra que o método analítico para a perspectiva longitudinal envolve o padrão de aceitação e rejeição de paradigma, formando o processo cíclico que
KUHN denomina como revolução.
(KEILHOFNER & BURKE, 1977.)
1. Pré-paradigma. 2. Paradigma. 3. Crise. 4. Retorno ao paradigma.
( ) Rejeição do velho paradigma; o aparecimento de escolas concorrentes. ( ) Consenso quanto à natureza dos fenômenos, problemas a serem tratados, e métodos de solução. ( ) Escolas concorrentes de pensamento, confrontando a mesma amplitude de fenômenos. ( ) A revolução científica completa quando uma das escolas concorrentes consegue tratar, com sucesso, os problemas.
A sequência está correta em
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O livro de Ester foi escrito evidentemente para encorajar judeus dispersos por todo o império com a história do contínuo interesse e presença do Senhor, mesmo que Ele não fosse visto e os judeus estivessem longe do templo de Deus em Jerusalém. De acordo com o comentário de Ellisen (2007) a respeito do livro de Ester, assinale a opção correta.
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