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Antes do advento da filosofia, como é concebida na historiografia tradicional, os poetas tinham uma grande importância na educação e na formação espiritual do homem grego. Algumas peculiaridades dos poemas homéricos, como o grande senso de harmonia, de proporção, de limite e de medida, foram fundamentais para o surgimento da filosofia como conhecemo-la no Ocidente.
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Direito à vida; respeito à dignidade da pessoa; direito à liberdade de pensamento e de expressão; à segurança alimentar; direito à moradia; direito à assistência à saúde; direito à liberdade religiosa; direito de não sofrer violência física, psíquica e moral; direito de não ser discriminado por qualquer razão; direito ao trabalho e ao trabalho em condições dignas e outros, são mencionados em diversos textos e documentos legais.
(ARANHA, Maria Lúcia de Arruda & MARTINS,
Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Editora Moderna, 4.ed., 2009, pp. 275-283)
De acordo com o texto, trata-se da denominação genérica de
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Visível-vidente, táctil-tocante, sonoro-ouvinte/falante, meu corpo se vê vendo, se toca tocando, se escuta escutando e falando. Meu corpo não é coisa, não é máquina, não é feixe de ossos, músculos e sangue, não é uma rede de causas e efeitos, não é um receptáculo para uma alma ou para uma consciência: é meu modo fundamental de ser e de estar no mundo, de me relacionar com ele e de ele se relacionar comigo. Meu corpo é um sensível que sente e se sente, que se sabe sentir e se sentindo. É uma interioridade exteriorizada e uma exterioridade interiorizada. É esse o ser ou a essência do meu corpo [...].
(CHAUÍ, 2003)
Segundo o texto considere:
I. O corpo é o modo fundamental de o ser humano estar no mundo.
II. O ser humano só se coloca adequadamente no mundo através de sua alma.
III. Nosso corpo não pode ser reduzido a uma coisa qualquer, nem a uma máquina e nem a um conjunto de ossos, músculos e sangue.
IV. O corpo humano é apenas receptor do que vem da realidade exterior a ele.
V. O corpo é o meio de interação com o mundo, pois é uma exterioridade interiorizada e vice-versa.
Está correto o que se afirma APENAS em
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[...] relaciona a liberdade à compreensão do corpo, entendido como condição de nossa experiência no mundo. [...] não tenho um corpo, mas sou meu corpo, ou seja, meu corpo não é um objeto no mundo, mas é aquilo pelo qual o mundo existe para mim. Por isso, o corpo não é uma coisa que está no espaço e no tempo, porque ele habita o espaço e o tempo.
(ARANHA & MARTINS. Filosofando. 2009)
A afirmação é do filósofo:
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Filosofia não é religião, mas o tema da religiosidade nem sempre foi indiferente à filosofia. Para alguns pensadores há distinções substanciais entre ambas como, por exemplo, as que aponta CHAUÍ (2003). Considere:
I. Para o religioso, há um Deus; para a filosofia, é preciso provar sua existência.
II. Para a religião tudo depende de Deus; para a filosofia, nada depende de Deus, pois ele nem existe.
III. Para o religioso, a espiritualidade divina não é incompatível com a possibilidade de sua atuação material sobre o mundo; para a filosofa, é preciso provar racionalmente que é possível uma ação do espírito sobre a matéria.
IV. Para a religião, o que importa é o espírito; para a filosofia, o espírito não existe e nem importa.
V. Para a religião, a alma é imortal e destinada a uma vida futura; para a filosofia cabe oferecer provas que demonstrem essa imortalidade.
São distinções apontadas pela autora as que constam APENAS em
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A arte é entendida como uma manifestação especial da sensibilidade humana em relação à realidade e ela pode ser tanto imitação como representação da realidade e expressão dos sentimentos do artista.
Segundo Sonia Maria R. de Souza, a partir de ideias da obra Ensaios filosóficos (1985) de Suzane Langer, considere:
I. De um modo geral, a arte é a maneira exótica e nada habitual de o ser humano apreender a natureza e a realidade existencial que o cerca.
II. A arte é uma atividade prática do ser humano por meio da qual ele cria, produz, constrói formas expressivas que desvelam e revelam a própria realidade.
III. Uma obra de arte é sempre a expressão de sentimentos, isto é, de tudo o que pode ser sentido como apreensão direta do estar-no-mundo.
IV. A arte não objetiva sentimentos, pois eles podem ser comunicados facilmente pela linguagem discursiva e conceitual.
V. Uma obra de arte se manifesta, se faz presente, aparece aos sentidos humanos com uma forma permanente, dinâmica ou imaginária.
Está de acordo com o pensamento da autora o que se afirma APENAS em
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As seguintes obras: O príncipe, Segundo tratado sobre o governo, Contrato social e Política são, correta e respectivamente, dos seguintes filósofos:
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Danilo Marcondes (2004, p. 199), afirma que, para Locke, a sociedade resulta da reunião de indivíduos buscando a garantia de suas vidas, da liberdade e da propriedade de cada um, considerados direitos naturais. Ao governo desta sociedade cabe garantir esses direitos. O poder é delegado a uma assembleia, ou a um soberano para esta garantia. A legitimidade desse poder reside, em sua origem, no consentimento dos indivíduos que o constituíram e que podem, portanto, retirá-lo daqueles que não governam no interesse da maioria ou que ameaçam a liberdade e os direitos dos indivíduos.
Pode-se afirmar que as ideias políticas de Locke:
I. Contrapõem-se às ideias de Thomas Hobbes que propõe um governo exercido por um poder soberano absoluto e às teorias do direito divino dos reis ainda presentes em sua época.
II. Estavam ligadas a interesses políticos específicos dos reinos da Áustria e da Itália naquele momento histórico.
III. Tiveram grande influência no desenvolvimento das ideias liberais no Século XVIII com repercussões até os dias de hoje.
IV. Situam-se no contexto de lutas com vistas à construção de uma nova ordem social que se opunha às concepções feudais, ao poder teocrático e ao absolutismo monárquico.
V. Formaram a base das ideias socialistas pelo fato de tomarem a natureza humana como ponto de partida das liberdades individuais e dos direitos das pessoas.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Ao discorrer sobre a moral e a ética na contemporaneidade, afirma a autora que, atualmente, numa mesma sociedade coexistem diversas morais, gerando, como consequência da perda de referências, uma crise de valores, referindo-se à crise de valores morais.
(Adaptado de: SPÍNOLA, Siomara Sodré. Filosofia: leituras, conceitos e interação, 2013)
O texto aponta alguns possíveis aspectos geradores desta crise, tais como:
I. Inversão dos valores, nos tempos modernos, que fundamentam a ética.
II. Negação total dos valores cristãos medievais por falta de estudo da história da Idade Média.
III. Excesso do individualismo com perda do sentido da ação individual no âmbito da coletividade.
IV. Valores humanos substituídos pelo lucro.
V. Ausência de aulas com educação em valores nas escolas.
De acordo com a autora, está correto o que se afirma APENAS em
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Sobre cidadania, diz SEVERINO (1994) que o ser humano só é plenamente cidadão se compartilha efetivamente dos bens que constituem os resultados do seu trabalho, de sua participação social e de suas produções simbólicas, dentre elas, o conhecimento e as artes. Segundo a afirmação do autor, o ser humano é cidadão efetivamente se puder usufruir dos bens
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