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A frase que se perpetuou, na qual sintetiza as suas afirmações, é:
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Napoleão era americano
Todos os americanos são louros
Napoleão era louro
A dedução está:
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O existencialismo ateu, que eu represento, afirma que, se Deus não existe, há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito: este ser é o homem, ou, como diz Heidegger, a realidade humana. O que significa, aqui, dizer que a existência precede a essência? Significa que, em primeira instância, o homem existe, encontra a si mesmo, surge no mundo e só posteriormente se define. O homem, tal como o existencialista o concebe, só não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo.
SARTRE, Jean-Paul. Existencialismo é um Humanismo
Com base no trecho, pode-se afirmar que, para o existencialismo
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Quadrado da Oposição. Na lógica tradicional, o quadrado da oposição apresenta as relações lógicas que ocorrem entre as quatro formas de proposições da forma sujeito-predicado, conhecidas por A, E, I, O, respectivamente: todo A é B; nenhum A é B; algum A é B; algum A não é B.

As afirmativas a seguir estão de acordo com o diagrama, exceto uma. Assinale-a.
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O fim último, causa final e desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. A instituição de um poder suficientemente grande para nossa segurança deriva do desejo de sair da mísera condição de guerra que é a consequência necessária das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis de natureza (como a justiça, a equidade, a modéstia, a piedade, ou, em resumo, fazer aos outros o que queremos que nos façam) que são contrárias a nossas paixões naturais. E os pactos sem a espada não passam de palavras, sem força para dar qualquer segurança a ninguém.
Adaptado de HOBBES, Thomas. Leviatã, Cap. XVII
Com base no trecho, pode-se afirmar que o autor, do ponto de vista político, busca justificar:
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